::Pedoca, Baixinho e Edilson comprando os paletós da posse na Câmara de Monteiro ::Jornalista de São Paulo chama Ariano Suassuna de ‘velho burro e chato’ ::Dois prefeitos do PMDB e do PSB se juntam ao projeto do senador Cássio ::Prefeitura de Monteiro destaca avanços na área da agricultura ::Morre aos 59 anos o radialista Ferraz Júnior ::Prefeitos do Cariri declaram apoio à reeleição de Ricardo ::Aesa prevê chuva em todas as regiões da Paraíba nas próximas 24 horas ::Poluição sonora será tema de debate em Monteiro ::Ricardo garante Sistema Adutor da Borborema durante encontro no Cariri ::Cássio foi pedir votos na feira Prefeitura de Prata

Pedoca, Baixinho e Edilson comprando os paletós da posse na Câmara de Monteiro

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Jornalista de São Paulo chama Ariano Suassuna de ‘velho burro e chato’

arianomorre2O jornalista, escritor e produtor cultural Alex Antunes (ex- editor das revistas Bizz e Set) escreveu artigo para o site Yahoo chamando de ‘velho burro e chato’ o escritor paraibano Ariano Suassuna. Ex-colaborador da Rolling Stone, Folha Ilustrada, Animal e General, Alex Antunes disse que a morte transformou Ariano em gênio.

“Me perguntei algumas vezes se deveria escrever este texto. Porque o principal que tenho a dizer sobre Ariano Suassuna é que ele era um velho burro e chato. E o homem, como se sabe, acabou de morrer – o que o eleva automaticamente aos píncaros da genialidade e da infalibilidade nos textos que se espalham pela imprensa”.

Alex Antunes diz que Ariano ‘implicou’ com os tropicalistas e que seu principal defeito era a profunda e total incompreensão da natureza da cultura pop, não admitindo o talento de artistas internacionais, como Michael Jackson e Madonna.

Abaixo, veja o texto na íntegra:

Suassuna, velho burro

“Me perguntei algumas vezes se deveria escrever este texto. Porque o principal que tenho a dizer sobre Ariano Suassuna é que ele era um velho burro e chato. E o homem, como se sabe, acabou de morrer – o que o eleva automaticamente aos píncaros da genialidade e da infalibilidade nos textos que se espalham pela imprensa.

Mau momento para lembrar o seu principal defeito: a profunda e total incompreensão da natureza da cultura pop. Eu tinha desistido de escrever. Mas eis que a televisão de domingo o mostra numa entrevista, atacando, com volúpia e deboche, Michael Jackson e Madonna, além da réplica da estátua da Liberdade na Barra da Tijuca.

Ora, é fácil concordar com ele que a réplica da estátua é um monumento à imbecilidade playba. E que Michael Jackson (esse trecho não passou no domingo) é digno de pena, pela forma como foi explorado e depois massacrado pela mesma indústria cultural.

Mas Suassuna os atacava pelas razões erradas. Não há “superioridade” da cultura brasileira, e em particular da nordestina, sobre a cultura pop internacional. Por uma razão muito simples: o sistema arquetípico sobre o qual elas se constroem é exatamente o mesmo.

A mesma graça que há nos modos e sotaques regionais pode ser vista em expressões culturais globais. A cultura pop é simplesmente o “folclore sintético”. O que está por trás do Batman, do Super Homem, dos filmes policiais negros da blaxploitation ou da Madonna são os mesmíssimos arquétipos que animam os mitos gregos do Monte Olimpo, as lendas dos orixás das religiões africanas ou os arcanos do Tarô.

Não é à toa que Suassuna implicou tanto com os tropicalistas (de maioria baiana) quanto com o manguebeat que surgiu no seu estado de adoção, Pernambuco. Dizia que falaria com Chico se ele tirasse o Science do nome, e que a música da Nação Zumbi era “de quarta categoria”.

Suassuna se irritava porque esses nordestinos decifraram as matrizes em comum que existem na cultura popular brasileira e em qualquer expressão cultural. Ao mesmo tempo em que escapavam do purismo elitista e castrador, propunham uma forma nacional, desinibida e não-colonizada de cultura pop.

Diz uma letra do Mundo Livre SA, “O Ariano e o Africano”, de 1998: “Há quatro séculos a alma africana tem sido um motor Da inquietação, da resistência, da transgressão O negro sempre quis sair do gueto Fugir da opressão fazendo história Ganhando o mundo com estilo E é assim que a alma africana sobrevive com brilho e vigor Em todo o novo continente o africano foi levado para sofrer no norte e gerou, entre outras coisas, o jazz, o blues, gospel, soul, r&b, funk, rock’n'roll No centro, o suor africano fomentou o mambo, o ska, o calipso, a rumba, o reggae, dub, ragga, o merengue e a lambada, dancehall e muito mais Mas é o ariano que ignora o africano ou é o africano que ignora o ariano? E ao sul a inquietude negra fez nascer, entre outros beats, o bumba, o maracatu, o afoxé, o xote, o choro, o samba, o baião, o coco, a embolada Entre outros, os Jacksons e os Ferreiras, os Pixinguinhas e os Gonzagas, as Lias, os Silvas e os Moreiras A alma africana sempre esteve no olho do furacão Dendê no bacalhau, legítima e generosa transgressão É Dr. Dre e é maracatu É hip hop e é Mestre Salu Mas é o ariano que ignora o africano ou é o africano que ignora o ariano?”

É um flagra perfeito da condição elitista de Suassuna, branco cristão e filho do governador assassinado da Paraíba em 1930, que abraçou concepções culturais marxistas, não para libertar a cultura popular mas, pelo contrário, para mantê-la sob controle.

Suassuna era um artista inspirado. Surpreendentemente pop, a se julgar, por exemplo, pelo filme e microssérie da Globo “O Auto da Compadecida”. E o seu Movimento Armorial teve grande impacto na cultura pernambucana. Mas fazia sempre a trajetória inversa do tropicalismo, do manguebeat e do modernismo antropofágico – as mais generosas e brasileiras das expressões, exatamente pelo não-purismo.

Suassuna não aceitava os aspectos bastardos da cultura popular; pelo contrário, queria adensá-la e refiná-la numa expressão erudita. Ou seja, como pensador cultural, era um conservador odioso. Declarava-se “inimigo da colonização e do poder do dinheiro”, mas ele mesmo um colonizador de consciências e um guardião do status quo.

Não é de se estranhar que Ariano tenha sido membro-fundador, um dos “cardeais” do Conselho Nacional de Cultura. Uma estranha convergência entre intelectuais (inclusive de esquerda) e a ditadura militar entre 1967 e o anos 70, baseada na busca de uma identidade de Brasil com um sentido cívico, tradicionalista e otimista. Foi a experiência no Conselho que impulsionou Suassuna na organização do movimento Armorial em Recife.

Acontece que o negro, ou qualquer oprimido que busca sua libertação na lida cultural, como bem explica a letra do Mundo Livre, é amigo da eletricidade, da cultura em movimento e reinvenção, da provocação bastarda e dessacralizada, da incorporação e inversão de termos pejorativos (funk, punk, junky, nigga etc) – e não do reconhecimento institucional.

O momento mais memético de Suassuna na internet é um fruto, bastante humorístico, de seus equívocos. Em suas aulas-espetáculo gostava de contar o causo de um músico punk ou funk que cantou-lhe uma letra. Ela falava de modelos atômicos, dos físicos Rutherford e Bohr, de um cavalo morto e que “fora do buraco tudo é beira”. Naturalmente sua “interpretação” jocosa da tal letra virou um vídeo viral, o “Funk do Suassuna”.

Reza a lenda que Suassuna se divertiu com a adaptação (parece que com o trocadilho no nome do bloco carnavalesco Arriano Sua Sunga ele já não lidou tão bem). E, mesmo brigado com o manguebeat, chorou copiosamente no velório de Chico Science. Seria essa sua dimensão humana e generosa. Mas sua teoria cultural elitista e (anti) popular continua inaceitável. O pior de dois mundos, a convergência da culpa cristã com a marxista. Se Michael Jackson e Madonna são meramente “lixo cultural”, como gostava de dizer de boca cheia, Ariano Suassuna era um velho burro, burro e burro.”

Logo abaixo do artigo publicado pelo jornalista Alex Antunes, internautas postaram diversas críticas, chamando o autor paulista de invejoso e ‘jornalita de quinta’. Alguns leitores concordaram com a colocação de Antunes, destacando que Ariano Suassuna era um ‘desconhecido’ do grande público e que muitos viraram fãs de sua obra somente após a morte do paraibano.

Jãmarrí Nogueira
MaisPB

Dois prefeitos do PMDB e do PSB se juntam ao projeto do senador Cássio

Pedoca, Baixinho e Edilson comprando os paletós da posse na Câmara de Monteiro Pedoca, Baixinho e Edilson comprando os paletós da posse na Câmara de Monteiro

A prefeita de Sertãozinho, Márcia Mousinho (PMDB) e o prefeito Pirpirituba, Rinaldo Guedes (PSB), abandonaram as candidaturas de seus partidos e decidiram apoiar a candidatura do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) ao governo do Estado nas eleições deste ano.

Na noite do último sábado, os dois se encontraram com o senador Cássio Cunha Lima, que participava da Festa de Nossa Senhora Santana, em Sertãozinho, e anunciaram que estão votando no senador para o governo do Estado nas eleições deste ano.

“Reuni o nosso grupo político – vereadores, suplentes e nossos amigos – e chegamos à conclusão que o melhor caminho para o nosso município seria apoiar o nome de Cássio para o governo do Estado. E foi isso o que fizemos”, disse a prefeita Márcia.

Segundo ela, outro fato que ajudou na sua decisão foi a vontade do povo. “Antes de a gente anunciar em quem votaria para o governo do Estado, havia uma pressão muito grande da população para que apoiássemos o senador”, contou a prefeita Márcia.

Já o prefeito de Pirpirituba, Rinaldo Guedes, também anunciou o apoio a Cássio e disse que não poderia ir de encontro à vontade da população do seu município. “Quem estiver contra Cássio este ano, vai comprar uma briga grande com o povo”, disse ele.

Rinaldo destacou a postura democrática de Cássio Cunha Lima e a disposição contínua para o diálogo com a sociedade e com os detentores de mandato. Segundo ele, Cássio sabe dialogar com os representantes populares, sejam aliados ou adversários políticos e essa postura é exigida pela sociedade que sempre cobra dos seus representantes posturas maduras e que o entendimento resulte em benefícios para a população.

Cássio destacou que a chegada do prefeito Rinaldo Guedes ao projeto de candidatura é extremamente importante pela força demonstrada por ele em Pirpirituba.

Para ele, é importante que lideranças jovens como Rinaldo se incorporem ao projeto que ele está apresentando à sociedade paraibana e assumiu o compromisso de trabalhar sempre em prol do conjunto da sociedade não apenas de Pirpirituba mas por toda a Paraíba, com entendimento e compreensão.

Banner Segundo Wilson Ricardo

Prefeitura de Monteiro destaca avanços na área da agricultura

Morre aos 59 anos o radialista Ferraz Júnior

Prefeitos do Cariri declaram apoio à reeleição de Ricardo

Pedoca, Baixinho e Edilson comprando os paletós da posse na Câmara de Monteiro Pedoca, Baixinho e Edilson comprando os paletós da posse na Câmara de Monteiro

Os prefeitos do Cariri Ocidental mostraram que realmente estão fechados com o projeto de reeleição de Ricardo Coutinho (PSB). Eles participaram, ao lado do governador, do Encontro de Lideranças da “Força do Trabalho”, realizado neste domingo (27), em Monteiro. O evento, que reuniu centenas de líderes políticos da região, contou também com as presenças da candidata à vice-governadora, Lígia Feliciano (PDT), e do candidato a senador, Lucélio Cartaxo (PT).

Participaram do encontro com os candidatos da “Força do Trabalho”, os prefeitos de São João do Tigre, Célio Barbosa (PMN); de Serra Branca, Eduardo Torreão (PMDB); de Camalaú, Jacinto Bezerra (DEM); de Livramento, Carmelita Ventura (PR); de Prata, Júnior Nôta (PMDB); de Barra de São Miguel, Lucy Lopes (PMDB); de São José dos Cordeiros, Fernando Queiroz (PSDB); de São Sebastião do Umbuzeiro, Chico Neves (DEM); de São João do Cariri, Marconi Medeiros (PR); de Parari, José Josemar (PSB); e o vice-prefeito de Sumé, Éden Duarte (PMDB), representando o prefeito Neto Duarte (PMDB), que se recupera de uma cirurgia.

A prefeita Luci Lopes, de Barra de São Miguel, afirmou que Ricardo será lembrado como o governador que mais fez pelo Cariri e citou as estradas do Anel do Cariri e as obras de abastecimento de água na região. Ela lembrou também da recuperação das escolas e do respeito da gestão do socialista a todos os municípios, independentemente do número de eleitores. “Os prefeitos que respeitam seu povo, com certeza, votam em Ricardo Coutinho”, enfatizou.

O prefeito da Prata, Júnior de Nôta, revelou ter gratidão e reconhecimento à gestão de Ricardo Coutinho que, segundo ele, implantou um importante programa de política pública para os municípios, através do Pacto Social. “Esse é o modelo que deve ser seguido para desenvolver a Paraíba com equilíbrio. E é justamente por isso que no nosso município, eu, o vice-prefeito Adenilson e os nossos vereadores estão fechados com Ricardo”.

Já o prefeito de São João do Tigre, Célio Barbosa, ressaltou que a região do Cariri tem uma dívida muito grande com Ricardo, já que foi tão esquecida ao longo do tempo pelos governadores que passaram. “Quem acreditava que Ricardo iria construir mais de 200 km de asfalto do Anel do Cariri?”, indagou o gestor, para em seguida enumerar algumas das ações do Governo do Estado em seu município: “com Ricardo, São João do Tigre saiu do isolamento e ganhou água da adutora do Cariri. Além disso, nosso município foi contemplado com ônibus escolares e financiamento para arranjos produtivos. É por isso que o povo do Cariri reconhece em Ricardo aquele gestor que não promete, faz!”

Aesa prevê chuva em todas as regiões da Paraíba nas próximas 24 horas

chuvamonteirosemana4A previsão climática para as próximas 24 horas – a partir das 9 horas da manhã desta segunda-feira (28) – é de tempo instável e favorável a ocorrência de chuvas em quase todo Estado. De acordo da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), a temperatura deve variar entre a máxima de 33°C, que deve ocorrer no Sertão, no início da tarde, e a mínima de 16°C, esperada na madrugada de amanhã, no Cariri.

O boletim meteorológico da Aesa, divulgado nesta segunda-feira pelo setor de Monitoramento e Hidrometria, ressalta que pode chover com mais intensidade no Litoral. “O tempo deverá manter-se com muitas nuvens e chuvas, com maior concentração no setor leste do Estado da Paraíba. A presença desse sistema poderá induzir, nas próximas 24 horas, chuvas de intensidade moderada a forte no Litoral Paraibano”, informou a meteorologista Marle Bandeira.

Prognóstico climático detalhado para cada região:

Litoral
O tempo deverá manter-se com muitas nuvens e chuvas.
Max.: 29°C
Min.: 22°C

Brejo
O tempo deverá manter-se com muitas nuvens e chuvas.
Max.: 28°C
Min.: 17°C

Agreste
O tempo deverá manter-se com muitas nuvens e chuvas.
Max.: 29°C
Min.:17°C

Cariri/Curimataú
O tempo deverá manter-se com muitas nuvens e chuvas em pontos localizados.
Max.: 31°C
Min.: 16°C

Sertão
O tempo deverá manter-se com muitas nuvens e chuvas em pontos localizados.
Max.: 33°C
Min.: 18°C

Alto Sertão
O tempo deverá manter-se com muitas nuvens e chuvas em pontos localizados.
Max.: 32°C
Min.: 19°C

Mais informações sobre tempo e clima no Estado podem ser obtidas na internet, no site www.aesa.pb.gov.br e pelo telefone 83 3310-6367.

Terceiro postagens – Câmara Monteiro

Poluição sonora será tema de debate em Monteiro

Ricardo garante Sistema Adutor da Borborema durante encontro no Cariri

Pedoca, Baixinho e Edilson comprando os paletós da posse na Câmara de Monteiro Pedoca, Baixinho e Edilson comprando os paletós da posse na Câmara de Monteiro Pedoca, Baixinho e Edilson comprando os paletós da posse na Câmara de Monteiro Pedoca, Baixinho e Edilson comprando os paletós da posse na Câmara de Monteiro

O governador Ricardo Coutinho (PSB), candidato à reeleição, firmou o compromisso de construir o Sistema Adutor da Borborema, durante seu segundo mandato. Serão 400 km de adutoras, que vão levar as águas da transposição do Rio São Francisco aos municípios da região de Cariri e Curimataú. O anuncio foi feito na tarde deste domingo, em Monteiro, durante encontro de lideranças do Cariri paraibano, que contou ainda com a participação da candidata à vice-governadora da coligação “A Foça o Trabalho”, Lígia Feliciano (PDT), e o do candidato a senador, Lucélio Cartaxo (PT).

Ricardo também garantiu que, após a conclusão dos 204 km da rodovia do Anel do Cariri, em dezembro, fará a estrada que ligará o município de São José dos Cordeiros a Livramento, integrando os cariris Oriental e Ocidental. “Nosso objetivo no segundo mandato é completar a infraestrutura do Cariri, com outras ligações de estradas e adutoras que vão promover a inclusão produtiva e fortalecer a economia da região”, destacou o governador.

De acordo com Ricardo Coutinho, após a reforma e ampliação do Hospital Regional de Monteiro, da conclusão do Hospital de Sumé e da ampliação dos investimentos no hospital de Serra Branca, a meta do Governo é qualificar, ainda mais, a rede de saúde no Cariri paraibano. “As pessoas olham para o Cariri e reconhecem na nossa gestão as mudanças na infraestrutura, com mais estradas, adutoras e hospitais do que dos últimos governos. A Paraíba não pode parar no tempo”, disse.

O encontro em Monteiro contou com a participação do deputado federal Luiz Couto (PT) e da principal liderança da oposição no município, Juraci Conrado (PTB). Os prefeitos de São João do Tigre, Célio Barbosa (PMN), de Serra Branca, Eduardo Torreão (PMDB); de Camalaú, Jacinto Bezerra (DEM); de Livramento, Carmelita Ventura (PR); de Prata, Júnior Nóbrega (PMDB); de Barra de São Miguel, Lucy Lopes (PMDB); de São José dos Cordeiros, Fernando Queiroz (PSDB); de São Sebastião do Umbuzeiro, Chico Neves (DEM); de São João do Cariri, Marconi Medeiros (PR); de Parari, José Josemar (PSB); e o vice-prefeito de Sumé, Eden Duarte (PMDB), também marcaram presença no evento.

Obras em Monteiro – O município de Monteiro foi beneficiado pela gestão do governador Ricardo Coutinho com a construção de 50 unidades habitacionais (R$1.250.000,00), a recuperação do Açude Pocinhos (R$127 mil) e a reforma e ampliação do Hospital Regional e Maternidade de Monteiro, que passou de 55 para 151 e novos leitos e ganhou equipamentos modernos (R$ 7,4 milhões).

Na área da educação, Ricardo construiu em Monteiro a Escola de Ensino Fundamental e Médio Tiradentes (R$ 666 mil) e a Escola Municipal Araújo Valença, com 10 salas de aula (R$ 690 mil). Além disso, reformou e ampliou o ginásio de esportes da Escola Estadual José Leite de Souza (R$ 217 mil), distribuiu tablets para alunos do 1º ano e professores, e implantou o pagamento do 14º e 15º salários para professores e servidores que atingiram as metas educacionais.

Cássio foi pedir votos na feira

Prefeito de JP participa de reunião com a coordenação de campanha de Dilma

lucianocartaxoO prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT), embarca na tarde deste domingo para Brasília (DF), onde participa, amanhã (28), de reunião com a equipe de coordenação de campanha da presidente Dilma Rousseff, que vai disputar a reeleição em outubro. O gestor foi escolhido pelo PT nacional para coordenar a campanha na Paraíba e leva na bagagem sugestões para serem apresentadas no encontro. Esta é a primeira reunião destinada a discutir estratégias para a disputa.

O encontro terá início às 10h e se estenderá até as 13h, na sede da coordenação nacional da campanha. Vão participar do evento os escolhidos para a coordenação em cada um dos estados do país. Luciano Cartaxo, referendado pelo PT nacional, será o único representante da Paraíba na reunião. Entre os temas que serão postos em pauta estão estratégias, marketing e comunicação para o período eleitoral. A meta é reforçar o nome de Dilma Rousseff para a disputa.

“Nosso objetivo é potencializar a campanha da presidenta nas diversas regiões do estado”, disse Cartaxo, lembrando que a militância está sendo mobilizada para mostrar o quanto os governos do PT contribuíram para o crescimento da Paraíba desde a chegada do ex-presidente Lula ao poder, em 2003. “Nossa militância terá papel essencial nessa campanha”, acrescentou.

Durante o encontro também haverá explanações sobre a distribuição do material de campanha. A coordenação já definiu os locais e os responsáveis pela entrega| das peças, inclusive na Paraíba. Os pontos para a distribuição de material ficam em João Pessoa, Campina Grande, Patos, Guarabira, Cajazeiras e Sapé.

A segunda etapa do evento de amanhã vai acontecer no período da tarde e será voltada para os coordenadores regionais tirarem eventuais dúvidas sobre os direcionamentos apresentados.

Motoristas

Antes de embarcar para Brasília, neste domingo, o prefeito Luciano Cartaxo participou de uma grande festa em homenagem ao Dia do Motorista. A comemoração foi promovida pelo Sest Senat, em parceria com o Sindicato dos Motoristas. O evento contou com a participação de centenas de motoristas e seus familiares.

O Instituto e seu novo sócio

Por Ramalho Leite

ramalholeitepequena1Fundado em 7 de setembro de 1905, na Parahyba, capital da Parahyba do Norte, o Instituto Histórico e Geográfico Paraibano nasceu da iniciativa de Irineu Pinto, Coriolano de Medeiros, Flávio Maroja, Tavares Cavalcanti, Seráphico da Nóbrega, Castro Pinto e outros, tendo o incentivo do presidente do Estado, o engenheiro Álvaro Lopes Machado. Por vinte longos anos, o Instituto foi dirigido por Flávio Maroja e tornou-se desde então, a Casa da Memória da Paraíba. Antes da sua fundação, o que se conhecia das nossas origens era disperso, e trabalho de historiadores de outras plagas. A busca de nossas raízes, segundo o saudoso confrade Luiz Hugo Guimaraes, surgiu com os estudos e pesquisas dos fundadores desta Casa, acrescidos, por exemplo, dos trabalhos de Irineu Joffily (Notas sobre a Parahyba) e Maximiliano Machado (História da Província da Parahyba).

O nascimento de uma historiografia eminentemente paraibana teve sequência com os bananeirenses Alcides Bezerra e Oscar de Castro, além de Francisco Coutinho de Lima, Antonio Freire, Celso Mariz, Clovis dos Santos Lima, João Lelis, Lira Tavares, José Américo de Almeida, Humberto Nobrega, Joacil de Britto Pereira, Horácio de Almeida, José Leal, Luiz Pinto, Rodrigues de Carvalho e tantos outros, já substituídos por historiadores renomados e ainda hoje produtivos como Wellington Aguiar, Guilherme D`Ávila Lins, José Octávio de Arruda Melo, Humberto Melo, Humberto Fonseca Lucena, Manoel Batista de Medeiros, Flávio Satyro, Osvaldo Trigueiro do Vale, Luiz Nunes Alves, José Nunes, Natércia Suassuna, Glauce Burity, Renato Cezar Carneiro e tantos outros não menos ilustres, que, capitaneados pelo Presidente Joaquim Osterne Carneiro, ocupam as cinquenta cadeiras deste sodalício.

O Instituto guarda mais de trinta mil títulos em livros, jornais e até folhetos. Disponibiliza ainda uma Coleção de Obras Raras com cerca de novecentas peças, nacionais e estrangeiras, publicadas nos séculos XIX e XX. Adicione-se a tudo isso, trinta e dois mil documentos impressos e manuscritos, que se prestam à pesquisa da nossa história desde o período colonial aos nossos dias.

É nesta Casa da Memória da Paraíba, depositária da inteligência e cultura de centenas de paraibanos que se dedicaram à sua história e a preservá-la com expressivas publicações, que peço permissão para tomar assento, na Cadeira 45, que tem como patrono Osvaldo Trigueiro de Albuquerque Melo e fundador Dorgival Terceiro Neto.

Não devo ser rotulado de historiador. Sou, porém, um amante da história, e, como paraibano, leio com avidez tudo que se escreveu ou se escreve sobre nosso passado. Uma única incursão minha na pesquisa histórica resultou em breve notícia acerca da vida e obra de Solon de Lucena, tornada publica por ocasião das comemorações do seu centenário. Na publicação, fui honrado com a companhia de José Octavio de Arruda Melo, Humberto Lucena e Joacil de Britto Pereira, sendo nossos trabalhos enfeixados sob o título “Solon de Lucena- Democracia e Década de Vinte na Paraíba”.

Mais jornalista que advogado, mais político que escritor, sirvo-me das páginas dos jornais para passar aos meus parcos leitores a experiência do passado e os acontecimentos políticos que vivi ou me foram contados. Essa minha atuação, mesmo modesta, serve à memória da Paraíba e se destina a evitar a repetição de resultados duvidosos. Estou preferindo sempre escrever sobre o passado, até porque, seus personagens já desapareceram e, em consequência, nada reclamam nem têm direito de resposta.

Pela generosidade dos que compõem esta vetusta instituição, ao me elegerem como sócio efetivo, chego para servir e aprender. (do meu discurso de posse no IHGP).

Museu Arnaldo Lafayette relembra a passagem de cangaceiros por Monteiro

Pedoca, Baixinho e Edilson comprando os paletós da posse na Câmara de Monteiro Pedoca, Baixinho e Edilson comprando os paletós da posse na Câmara de Monteiro

Cristino Gomes da Silva Cleto. Este é foi o nome de uma das figuras mais legendárias do cangaço, o terrível Corisco. Ou, Diabo Louro.

Figura atormentada pelo destino nasceu em 10/08/1907, num dia de sábado, na Serra da Jurema, no município de Matinha de Água Branca, em Alagoas.

Na Paraíba, homiziou-se em Alagoa do Monteiro, terra do célebre bacharel-cangaceiro Santa Cruz, habitat dos valentões. Naquele tempo o sertão fervilhava de cangaceiros. A mudança não lhe foi benéfica.

Cristino por algum tempo foi trabalhar na roça e no trato com o gado, mas como nem sempre de trabalho vive o homem tornou-se freqüentador assíduo dos forrós de fim de semana. Certa feita tira uma moça para dançar e recebe um “não”. Insiste, e é esbofeteado por um parente da moça. Apanhar na cara é uma desmoralização que o sertanejo não perdoa. Vai à casa do patrão, arma-se e despeja toda a carga de um rifle sobre o agressor, matando-o. Consegue fugir, indo ocultar-se em uma das fazendas do patrão. Estávamos nos fins de 1925.

É orientado pelo patrão a entregar-se às autoridades. Ele providenciaria que a pena lhe fosse branda. Confiante, Cristino se entrega e é levado a júri. O tiro lhe sai pela culatra e Pega 15 anos de prisão. O Estado naquela época, não tinha condições de manter prisioneiros encarcerados por tão longo período e normalmente resolvia o problema da maneira mais simples. Por sorte, Cristino ficou numa cela com oito companheiros, e um deles era protegido pelo prefeito do lugar. Poucos dias depois recebe uma sacola com alimentos, contendo ainda ferramentas para a fuga e um bilhete avisando que no dia seguinte todos seriam fuzilados e que por isso tratassem de fugir enquanto era tempo. No dia seguinte, quando o sol nascia na Paraíba, Cristino era novamente um homem livre.

Vai parar em Villa Bela (atual Serra Talhada), refugiando-se na fazenda Carnaúba.

No ano de 1936 o grupo de Lampião entrou no município de Monteiro. Ali deixando um rastro de sangue.Lampião não participou dos sangrentos acontecimentos o bando vinha chefiado por Virginio Fortunato da Silva o (cangaceiro Moderno) seu cunhado a primeira parada foi na Fazenda Capitão Mor do senhor Malaquias Batista Feitosa. Fazenda Balança do senhor José Cobra, Fazenda Ribeiro Fundo do Major Sátiro Feitosa, em são Sebastião do Umbuzeiro. Morreram os senhores Pedro de Alcântara coletor da mesa de renda do município, um senhor por nome de Seba.

EM JP: Militância do PSB e PT se unem no Retão de Manaíra e fazem adesivaço

Pedoca, Baixinho e Edilson comprando os paletós da posse na Câmara de Monteiro Pedoca, Baixinho e Edilson comprando os paletós da posse na Câmara de Monteiro

Militantes da coligação “A Força do Trabalho” realizaram, na noite deste sábado (26), uma grande manifestação política de apoio às candidaturas de Ricardo Coutinho (PSB) ao Governo do Estado e de Lucélio Cartaxo (PT) ao Senado Federal. Eles se organizaram no cruzamento das avenidas Flavio Ribeiro Coutinho (Retão de Manaíra), Fernando Luiz Henrique e Edson Ramalho, e promoveram um grande adesivaço.

Como sempre ordeira e pacífica, a manifestação política da “Força do Trabalho” chegou a receber elogios de quem passava pelo local de carro ou a pé. “Isso é democracia, todos têm o direito, publicamente, de promover seus candidatos e pedir o apoio da população”, declarou o aposentado Alberto Oliveira, que mora no Centro de João Pessoa e passou no local em seu automóvel.

Muitos motoristas, homens e mulheres, buzinavam, demonstrando total apoio às candidaturas de Ricardo e Lucélio. Vários faziam questão que os militantes adesivassem seus veículos e outras pediam material de campanha para levar. “O governador Ricardo Coutinho fez uma excelente gestão como prefeito e vem demonstrando que é capaz como governador”, afirmou a comerciante Maria Audacélia, que reside em um condomínio com familiares no Bairro dos Ipês e fez questão de parar para adesivar seu carro.

“É o reconhecimento da população ao trabalho do governador Ricardo Coutinho. A nossa militância é aguerrida. Temos uma chapa majoritária de candidatos que pensam no povo da Paraíba e que têm capacidade de promover o desenvolvimento do nosso Estado”, destacou, bastante entusiasmado com a receptividade da população, o presidente municipal do PSB de João Pessoa, Ronaldo Barbosa.

Durante o adesivaço, os militantes do PSB e PT comprovaram, mais uma vez, que estão unidos na luta para reeleger o governador Ricardo Coutinho e eleger Lucélio Cartaxo para o Senado. Presentes à manifestação política, o presidente da legenda petista na Paraíba, Charliton Machado, e o ex-secretário municipal de Saúde da Capital, Adalberto Fulgência, esbanjavam alegria e entusiasmo com a interação entre militância dos dois partidos.

Choque entre moto e ônibus deixa uma vítima fatal nas proximidades de Monteiro

Cássio visita o “Bode na Rua” em Gurjão e destaca alternativas para o semi-árido

Pedoca, Baixinho e Edilson comprando os paletós da posse na Câmara de Monteiro Pedoca, Baixinho e Edilson comprando os paletós da posse na Câmara de Monteiro

O senador e candidato a governador da Paraíba pela Coligação “A Vontade do Povo”, Cássio Cunha Lima (PSDB), foi recebido com festa na tarde deste sábado (26) em Gurjão, na região do Cariri.

Acompanhado pelo prefeito Ronaldo Queiroz (PSC) e pelo deputado estadual João Henrique (DEM), além do ex-deputado Pedro Medeiros e do vereador Bruno Cunha Lima (PSDB), candidato a uma vaga na Assembleia Legislativa, Cássio caminhou pelas ruas, conversou com a população e visitou a estrutura da 15ª edição do Bode na Rua, um dos mais tradicionais eventos do Estado.

- A visita do senador é muito positiva, porque ele pode observar que está faltando o incentivo do governo estadual em relação à caprinovinocultura. A esperança é que, no próximo ano, já possamos comemorar uma grande festa, junto com Cássio governador – declarou o prefeito Ronaldo, lembrando ainda que a PB-176, estrada que liga o município à BR-230, foi concluída no governo do tucano.

Cássio se reuniu também com ex-gestores e prefeitos da região, vereadores e várias lideranças políticas do Cariri.

O senador e candidato do PSDB lembrou a importância do Programa do Leite para o semi-árido e apontou a inovação tecnológica como uma alternativa para o desenvolvimento da região.

- Precisamos de ações e soluções que convivam com o semi-árido. O importante é estabelecer o ambiente de convivência com essa realidade climática, com o estímulo ao artesanato, novos investimentos para a produção do queijo. Então temos experiências bem sucedidas, que precisam ser multiplicadas para potencializar toda a chance de desenvolvimento do semi-árido, que está tão esquecido – resumiu Cássio.

Vândalos destroem imagem centenária de santa em Cabaceiras e causam revoltam

imagemsantaO vandalismo e/ou a intolerância religiosa chegou ao Cariri da Paraíba, mais especificamente no município de Cabaceiras. Na madrugada desta sexta-feira (25) para este sábado (26), o Santuário Cruzeiro da Virgem, um lugar de grande devoção popular localizado entre os municípios de Cabaceiras e São Domingos do Cariri foi pela segunda vez alvo da ação de criminosos.

O templo religioso com a imagem da menina Josefa possui quase 100 anos de história e há cerca de 90 anos romarias são feitas na direção do local. Desta vez, os vândalos depredaram a imagem da menina Josefa, quebrando completamente a imagem.

Esta já é a segunda vez que o Santuário Cruzeiro da Virgem é vítima de ataques criminosos. Da outra vez, eles colocaram fogo em parte da capela.

Para o radialista Bruno Lira, a ação repetida no município e contra o templo religioso é em ato grotesco e criminoso.

História do Santuário

A exemplo do Santuário da Menina da Cruz em Patos, na cidade caririzeira de Cabaceiras, o Santuário da Menina do Cruzeiro remonta a história da menina Josefa. Há mais de 100 anos, ela sumiu de casa e foi encontrada morta no meio do mato e era uma criança muito querida por todos.

Com o desaparecimento dela, a população local passou a procurá-la no matagal e depois de alguns dias a encontraram morta no meio dos espinhos. A partir de então, várias pessoas passaram a ir ao local e passaram a atingir milagres atribuídos a intercessão da menina.

De Olho no Cariri

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