::O casamento da década foi em Monteiro ::O QUE NÃO CONSTA DO LIVRO DE TOMBO DO PADRE ZÉ DINIZ ::Gata, mulher de Tiririca chama atenção por beleza e discrição ::Para Lula, eleição de Dilma foi seu erro mais grave, revela novo áudio ::Moro diz na PB que não basta aplicar pena, tem que recuperar produto do crime ::TERROR NO CARIRI: Bandidos fazem arrastão na cidade de Serra Branca ::Bandidos explodem agência do Banco do Brasil na cidade de Sumé; veja fotos ::Prefeita de Monteiro e ex-secretária participam de programa do PSDB na TV ::Prefeitura de Camalaú realiza emissão de documentos na próxima quinta-feira ::Vereador da Capital diz que Ricardo Coutinho é “governador tiquinho” Malves Supermercados

O casamento da década foi em Monteiro

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O QUE NÃO CONSTA DO LIVRO DE TOMBO DO PADRE ZÉ DINIZ

Por Ramalho Leite

ramalholeitepequena1Depois de revelar alguns registros do Livro de Tombo da paróquia de Bananeiras durante a gestão do monsenhor José Pereira Diniz, resolvi contar algumas histórias do folclore local, envolvendo a figura singular do vigário.Tido e havido como um homem de posses, senhor de engenho e de poucos amigos, fabricava rapadura e cachaça. O fisco estadual chegou a apreender um carregamento de álcool destinado à fabricação não muito pura, da chamada “cachaça milagrosa”. O batismo é da Revista O Cruzeiro, na sua famosa coluna “O impossível Acontece”, ao noticiar sobre a ação fiscal e a atividade extracurricular do vigário.

O advogado Alfredo Pessoa de Lima em júri popular (eu estava presente na platéia), negou a autoria da notícia que lhe atribuíram. E justificou: “cachaceiro não é aquele que ingere em excesso a bebida, produto da cana-de-açúcar. Cachaceiro, pelo sufixo eiro, indica profissão. Cachaceiro, é, portanto, quem fabrica a cachaça”, ensinou, e concluiu: “Tivesse sido eu o autor da matéria, teria completado que em Bananeiras quase todo mundo é cachaceiro. É cachaceiro não somente o padre, (Zé Diniz, dirigia o Engenho de Nossa Senhora) mas o juiz, (SemeãoCananéa tinha um engenho em Remígio), o promotor (não sei onde era o engenho de Onaldo Montenegro) e o prefeito (José Rocha era dono do Engenho Jardim). A notícia publicada na principal revista do país, à época, teve ampla repercussão, e gerou contrao padre comentários desconfortáveis. O monsenhor era um homem rico e, Zé do Cinema, seu colaborador, afilhado e um dos seus poucos interlocutores, preocupado,contou-lhe o que se dizia na rua. O padrinho não tinha por que se explicar e, encerrou o assunto:

- Zé, eu fiz voto de castidade! Quem fez voto de pobreza foi Frei Damião!

O monsenhor era conhecido pela pouca convivência social. Dificilmente comparecia a qualquer evento que não dissesse respeito às suas atividades religiosas. Seu veículo, um jeep, cortava as estradas de barro e deixava os transeuntes na poeira. Contam que um frade, à época seu coadjuvante, voltava esbaforido e a pé, de Vila Maia, onde fora celebrar uma missa. A passagem da condução do padre Diniz só fez aumentar a poeira na túnica marrom do capuchinho, esperançoso por uma carona. Mesmo com essa fama de uso individual de sua viatura, Zé do Cinema insistia com o padrinho para que comprasse um jeep de quadro portas, os jipões que estavam na moda e, justificava: dr. Clovis e seu Mozart Bezerra já compraram; seu Zé Rocha recebeu o dele;major Jurandir também; só falta “meu padim” comprar o seu:

-Pra que eu quero quadro portas Zé! Meu jeep tem duas portas e eu só uso uma…

O meu amigo Vicente da Nóbrega, pai do jornalista Rubens Nóbrega e professor do Colégio Agrícola, morava na rua principal de Bananeiras, em casa alugada ao padre, também administrador dos bens da Sociedade São Vicente. Uma chuva forte revelou uma porção de goteiras. Aproveitando uma tarde de folga, o professor subiu ao telhado e tentava realizar o conserto. De repente, estaciona no meio da rua o padre Diniz e, de dentro do seu veículo, grita:

- Você ai em cima, está destruindo minha casa?

A resposta de Vicente veio desassombrada, como manda a tradição familiar:

- Sua casa não! Essa casa é de Nossa Senhora. Só não sei se ela está recebendo o aluguel…

Sobre a definição de cachaceiro, aludida acima, encontrei recente canção de um sertanejo chamado Eduardo Costa, que parece ter ouvido a lição do advogado Pessoa de Lima: “Dizem que sou cachaceiro/ cachaceiro eu não sou/ cachaceiro é quem fabrica a pinga/Eu sou só consumidor”.

Gata, mulher de Tiririca chama atenção por beleza e discrição

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Para Lula, eleição de Dilma foi seu erro mais grave, revela novo áudio

Moro diz na PB que não basta aplicar pena, tem que recuperar produto do crime

O casamento da década foi em Monteiro O casamento da década foi em Monteiro

O juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato – que apura propina e desvio de recursos da Petrobras, disse, em João Pessoa, que não basta a punição judicial aos condenados nas operações, mas também é preciso a recuperação do produto do crime. “É preciso saber que o crime não pode compensar. Não é somente a punição”, disse ele, ao alertar que no Brasil há uma certa morosidade para se chegar ao julgamento final de um caso, situação que, em muitas situações, prejudica a relação com países que exigem a definição dos casos para repatriação de valores, apesar de considerar que os processos no País são mais complexos.

A declaração do juiz Sérgio Moro foi feita em sua palestra na conferência sobre corrupção, no auditório do TCE. Eles e os professores Marcílio Franca, Andreas Ziegler e Sérgio Moro falaram de temas relativos a sigilo bancário, ilícitos nos negócios com obras de arte e a cooperação além-fronteiras nas ações de combate aos desvios de recursos públicos. Ziegler, professor da Universidade de Lausanne, da Suíça, falou das transformações existentes naquele país, no que concerne ao sigilo bancário, ressaltando os acordos bilaterais de cooperação, existentes entre os países, que possibilitaram maior transparência e controle financeiro, especialmente para saber a origem dos depósitos bancários.

O professor Marcílio Franca abordou as relações entre o direito e a arte no campo administrativo, constitucional e penal, este último vinculado aos atos de corrupção e lavagem de dinheiro. Marcílio levantou vários aspectos que interagem por meio da linguagem. Adiante exemplificou a relação com o Poder Público e citou como exemplo uma licitação pública destinada à aquisição de obra de arte para visualização de uma praça, que apesar de regular, formou a vinculação, para no futuro e em outras situações, aparecer entre os atos de corrupção nas justificativas de lavagem de dinheiro.

O juiz Sérgio Moro, antes de iniciar sua fala, vinculou etapas da Operação Lava-Jato aos atos que se relacionam com o tema abordado pelo professor Marcílio, com a mesma natureza, citando os milhões de Reais que estão sendo repatriados com a recuperação de obras de arte, material sequestrado nas operações da Polícia Federal e que se encontram sob a guarda do Museu Oscar Niemeyer.

Sérgio Moro buscou mostrar no tema de sua conferência a trajetória dos dinheiros provenientes de propinas, a partir da origem para os paraísos fiscais, demonstrando a preocupação com o rastreamento, depois das fronteiras. Ele fez um retrospecto de como o esquema de propina oriundo de recursos da Petrobrás, atuava em operações de offshorer, o seja, o dinheiro saia pelos operadores para os paraísos fiscais e voltava para a origem, passando por um labirinto de lavagem em paraísos fiscais.

No final do evento, o Juiz Sérgio Moro foi homenageado pelo Tribunal Regional do Trabalho – TRT, com a medalha do Mérito Judiciário, e recebeu também, do presidente do Tribunal de Contas do Estado, Conselheiro Arthur Cunha Lima, a medalha Cunha Pedrosa, maior condecoração da Corte à uma personalidade que se destaca no mundo jurídico e administrativo do Estado.

TERROR NO CARIRI: Bandidos fazem arrastão na cidade de Serra Branca

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Terceiro postagens – Câmara Monteiro

Prefeita de Monteiro e ex-secretária participam de programa do PSDB na TV

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Vereador da Capital diz que Ricardo Coutinho é “governador tiquinho”

O casamento da década foi em Monteiro O casamento da década foi em Monteiro

O vereador pessoense, Marcos Vinícius (PSDB), ironizou nesta sexta-feira (27) as críticas do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), as obras de pavimentação da via de acesso a Estação Ciência Cultura e Artes. “Ele não terminou nem a Estação Ciência e agora quer falar de uma obra que está em fase de conclusão? É um governador tiquinho”, provocou!

Marcos lembrou ainda, a exemplo do que fez o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), que a obra da Perimetral Sul e duplicação da Avenida Cruz das Armas estão paradas. “De tiquinho em tiquinho ele inaugura prédios incompletos, como é o caso da Escola Técnica que foi entregue, mas até hoje não funciona”, insistiu.

Em agosto de 2013, o governador Ricardo Coutinho assinou a ordem de serviço da obra da Avenida Perimetral Sul. Três anos depois, a intervenção ainda não foi inaugurada. A obra chegou a ter os serviços suspensos por determinação do Tribunal de Contas do Estado, que viu irregularidades na execução.

Já a duplicação da Avenida Cruz das Armas foi autorizada em junho de 2012, período pré-eleitoral. Quatro anos depois, a obra se arrasta. O Governo do Estado anunciou recentemente a retomada dos trabalhos.

“O prefeito Luciano Cartaxo estará entregando a via de acesso a comunidade ainda em junho e é uma pena que o governador só tenha se lembrado que esta área da cidade existe agora, com a proximidade das eleições. Cartaxo trabalha por toda cidade, independente do período eleitoral e por isto que o governador tiquinho acabou cometendo esta gafe de prometer fazer algo que já está sendo feito”, arrematou.

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Paraíba tem 11 mortes por microcefalia confirmadas, diz Secretaria da Saúde

O casamento da década foi em Monteiro O casamento da década foi em Monteiro

Um total de 11 mortes por já foram confirmadas como decorrentes da microcefalia e outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita na Paraíba, segundo informou a Secretaria Estadual de Saúde (SES) nesta sexta-feira (27). Além destas, outras 10 mortes seguem sendo investigadas e três já foram descartadas como sendo decorrentes da microcefalia. As mortes foram registradas nos municípios de Sapé (2); São José do Sabugi (1); São João do Rio do Peixe (1); Santa Rita (2); Olivedos (1); Juazeirinho (1); João Pessoa (1); Conde (1) e Campina Grande (1).

O relatório da SES confirma o número de 129 casos confirmados de microcefalia divulgados na quarta-feira (25) pelo Ministério da Saúde. O Informe Epidemiológico é referente à semana 20 deste ano, até o dia 21 de maio. A contagem começou em agosto de 2015.

De outubro de 2015 a maior deste ano, foram notificados 881 casos, sendo que 439 já foram descartados – por apresentarem exames normais, ou por apresentarem microcefalia e ou malformações confirmadas por causa não infecciosas ou não se enquadrarem na definição de caso – e 313 seguem em investigação.

O novo boletim confirma 1.434 casos de microcefalia em todo o país. No total, foram notificados 7.623 casos suspeitos desde o início das investigações, em outubro de 2015, sendo que 3.257 permanecem em investigação. Outros 2.932 foram descartado.

O Ministério da Saúde ressalta que está investigando todos os casos de microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central, informados pelos estados, e a possível relação com o vírus Zika e outras infecções congênitas. A microcefalia pode ter como causa, diversos agentes infecciosos além do Zika, como Sífilis, Toxoplasmose, Rubéola, Citomegalovírus e Herpes Viral.

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Em delação, sócio da Parazul confirma crimes na exploração da Turmalina Paraíba

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“No final de 2013 e durante 2014 houve produção de grande quantidade de turmalina paraíba na mina da empresa Parazul Mineração”. “No início de 2014, a Parazul produziu em torno de dez quilos da raríssima pedra”. “A mina da Parazul era guarnecida por seguranças armados, em regra policiais militares do Rio Grande do Norte”. E, sim, “o afegão Zaheer Azizi (ainda foragido) também investiu na Parazul e é sócio oculto da mineradora Terra Branca”.

Essas informações fazem parte da delação premiada de Ranieri Addário, obtida pelo Ministério Público Federal em Patos (PB) e já homologada pelo juízo da 14ª Vara da Justiça Federal. Addário é sócio da empresa Parazul Mineração Comércio e Exportação Ltda – ME, exploradora de mina de turmalina paraíba, localizada no distrito de São José da Batalha, no município de Salgadinho, na região do Cariri, na Paraíba.

Réu em ação penal, Ranieri confirmou que os sócios e investidores da mina tinham pleno conhecimento de que a Parazul Mineração não possuía autorização do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) ou do Ministério de Minas e Energia para lavrar. Também sabiam que a empresa não possuía licença do órgão ambiental para efetuar a exploração do minério.

Ranierri Addário confirmou que Sebastião Lourenço Ferreira é sócio de fato da empresa Parazul e também lavrou turmalina paraíba na mina titularizada pela empresa. Addário deu detalhes do processo de venda de cotas da empresa: Sebastião Ferreira detém 20% das cotas da Parazul, dos quais 10% foram adquiridos da parcela pertencente ao sócio de Raniere Addário, Ubiratan Batista de Almeida, por U$S 250 mil e os outros 10% foram adquiridos ao próprio Ranieri, por R$ 1 milhão mais o direito de resultado da mina pelo prazo de seis meses de exploração.

Ranieri Addário também informou que possui uma conta em Hong Kong e que usou essa conta para negociar, em setembro de 2014, toda a venda da produção de turmalina paraíba para o investidor José Miranda Costa. Addário fechou um contrato de empréstimo com Miranda para obter um milhão e quinhentos mil dólares americanos. Na delação, Ranieri informou que Ubiratan Batista de Almeida, outro sócio da Parazul, também fez contrato idêntico com Costa, que passou a administrar a mina e teria exclusividade para a compra de toda a produção.

Addário reconheceu que não declarou à Receita Federal os valores recebidos pela exploração da turmalina paraíba e acredita que a Parazul não declarou à Receita os lucros da exploração da pedra preciosa. Ele acrescentou que também houve exploração esporádica de tantalita (mineral composto de ouro, nióbio e tântalo) e caulim, na área da Parazul, sem autorização de lavra ou licença ambiental.

Ranieri ainda contou sobre conversa que manteve com o sócio Ubiratan em que este lhe disse que teria que pagar propina a servidores públicos do DNPM, em Brasília, a fim de regularizar a área da empresa Parazul.

Um ano da deflagração – Nas primeiras horas da manhã da quarta-feira, 27 de maio de 2015, após intensa investigação iniciada pelo MPF, em 2009, foi deflagrada a etapa ostensiva da Operação Sete Chaves, em que 130 policiais federais, acompanhados de fiscais do DNPM e da Receita Federal, cumpriram mandados de prisão, busca e apreensão, além de medidas de sequestro de bens móveis e imóveis, obtidos pelo Ministério Público Federal. Os mandados foram cumpridos simultaneamente nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e São Paulo.

A operação desarticulou organização criminosa que agia na extração ilegal e comercialização da turmalina paraíba, uma das pedras preciosas mais valiosas do mundo. A turmalina era retirada ilegalmente do distrito de São José da Batalha, no cariri paraibano, e enviada à cidade de Parelhas, no Rio Grande do Norte, onde era “esquentada” com certificados de licença de exploração. De lá, as pedras seguiam para Governador Valadares, em Minas Gerais, onde eram lapidadas e enviadas para comercialização em mercados do exterior, como Bangkok, na Tailândia, Hong Kong, na China, Houston e Las Vegas nos Estados Unidos.

Quinze dias após a deflagração da Operação Sete Chaves, o MPF denunciou sete envolvidos denunciados pelos crimes de usurpação de matéria-prima pertencente à União, exploração de minério sem licença ambiental e por organização criminosa com emprego de arma de fogo e tentáculos internacionais (Processo n.º 0000247-03.2015.4.05.8205).

O Ministério Público Federal também requereu a fixação em R$ 60 milhões o valor mínimo para reparação dos danos causados com a exploração ilegal executada pela organização criminosa.

Acordo de colaboração – No acordo de delação premiada homologado, o MPF propôs ao réu colaborador a aplicação de penas no patamar mínimo em relação aos crimes cometidos, perfazendo uma pena privativa de liberdade total de 7 anos e 6 meses. Ranieri Addário também ficará isento da aplicação da pena de multa e o Ministério Público Federal vai se abster de cobrar quaisquer valores com o intuito de ressarcimento.

Conforme o acordo de colaboração, a prova obtida será utilizada validamente em ações penais, inquéritos policiais, procedimentos administrativos criminais, podendo ser emprestada também ao Ministério Público dos Estados, ao Banco Central do Brasil, ao Departamento Nacional de Produção Mineral e outros órgãos, inclusive de países e entidades estrangeiras.

Festa do Bode Rei começa nesta sexta-feira em Cabaceiras

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A cidade de Cabaceiras, no Cariri paraibano, inicia nesta sexta-feira (27) a 18ª edição da Festa do Bode Rei, evento nacionalmente conhecido, que evidencia a produção caprina pela gastronomia e cultura. Até domingo (29), a expectativa é receber cerca de 20 mil visitantes no evento, que irá realizar exposições e feiras de animais, mostras de artesanato, apresentação de danças folclóricas, competições, palestras e cursos, além de shows.

O objetivo principal da festa é promover a cadeia produtiva da caprinovinocultura. Agregado à iniciativa, está o trade turístico, que também mostrará o turismo rural, cultural e ecológico, com foco no Lajedo de Pai Matheus. Segundo a Prefeitura Municipal, o evento gera 850 empregos diretos e indiretos.

O Sebrae apoia o evento desde o surgimento. Segundo o analista técnico do Sebrae, João Bosco da Silva, o momento também é de capacitação. “Estamos apoiando o evento, como todos os anos, com a parte de capacitação em empreendedorismo e caprinocultura. Disponibilizamos instrutores e a estrutura dessa parte, que vai atender as pessoas durante os três dias de evento. É importante pro produtor de caprino se capacitar e fazer contatos”, comentou.

Para a presidente da PBTur, Ruth Avelino, a festa agrega o incremento da comercialização do ovino, da caprinocultura ao caráter turístico. “Há quase duas décadas, o evento valoriza os recursos naturais existentes na localidade. São atrativos que fazem a diferença para quem busca um turismo ecológico ou rural”, explicou.

Programação
Quinta-feira (26) – PARQUE DO BODE
8h – Recepção de animais
9h – Recepção das cabras inscritas no concurso da Cabra Leiteira
17h – Último prazo para recepção de Cabras que concorrerão ao concurso Leiteiro

Sexta-feira (27)
10h – Abertura da Expofeira de Caprinos e Ovinos – PARQUE DO BODE;
10h – Abertura da Expofeira de Artesanato – ARRAIAL POPULAR;
18h – Abertura do Espaço da Gastronomia Bodística;
18h30 – Apresentação da Quadrilha Arrocha Guri (Cabaceiras);
19h30 – Concurso da Garota Bode Rei;
21h – Arrasta-pé com TRIO CANARINHO, OS TRÊS DO NORDESTE e FILIPE SANTOS;

Sábado (28)
9h às 17h – Expofeiras de Caprinos e Ovinos e de Artesanato – PARQUE DO BODE;
6h – Primeira Ordenha do Concurso de Cabra Leiteira Municipal;
11h – Concurso e Coroação do Bode Rei;
12h – Desfile da Comitiva Real/Ruas da cidade;
15h – Fórmula Bode Mirim;
16h – Fórmula Bode Adulta;
17h – Desfile da Comitiva Real: Bode Rei e a Cabra Rainha pelas ruas da cidade;
18h – Segunda Ordenha do Concurso de Cabra Leiteira Municipal;
10h – Apresentação da Cia de Dança Arrocha Cariri (S. J. do Cariri) – ARRAIAL POPULAR;
10h30 – Apresentação do Grupo de Dança Dinâmica Cultural (João Pessoa)
11h às 18h – Arrasta-pé com FORRÓ DA ROLIÚDE, J. GOMES e TRIO ASA BRANCA;
18h – Chegada da Cavalgada e apresentações da “AVE MARIA SERTANEJA” e dos violeiros ERASMO FERREIRA E MIRO PEREIRA;
19h às 22h – Arrasta-pé com TUIAGUINHO SALLES E KARAS DE LAMPIÃO, DIMETROSE e BODE REI HALL (Estádio Municipal de Futebol);
22h shows com BONDE DO FORRÓ, KATIA SILENE e FORRÓ BAKANA;

Domingo (29)
9h às 17h – Expofeiras de Caprinos e Ovinos e de Artesanato – PARQUE DO BODE;
6h – Última Ordenha do Concurso de Cabra Leiteira Municipal;
9h30 – Gincana do Bode;
11h – Quadrangular de FutBode;
15h – Pega Bode;
16h30 – Premiação do Concurso Cabra Leiteira Municipal;
17h – Desfile da Comitiva Real pelas ruas da cidade;
17h30 – Enceramento da Expofeira de Animais;
10h – Apresentação da Quadrilha Xote Cariri (São João do Cariri) – ARRAIAL POPULAR;
10h30 – Apresentação do Grupo de Dança da cidade de Puxinanã;
12h20 às 23h20 – Arrasta-pé com LUCIA LEMOS, BERINHO DO ACORDION e SUSSA DE MONTEIRO, DOMINGOS ACYOLI e CHAPÉU DE PALHA.

Aesa prevê máxima de 33ºC e mínima de 20ºC para o Cariri neste fim de semana

Prefeita de Monteiro decreta Luto Oficial pela morte de ex-vereador

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