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Chuvas de julho ficam abaixo da média histórica no Estado, segundo Aesa

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PSDB realiza convenção na cidade de Zabelê na tarde deste domingo

Prefeitura de Prata paga salários dos servidores

FENAMP e SINDSEMP-PB alertam para riscos do PLP 257/2016 e fazem cobranças

Chuvas de julho ficam abaixo da média histórica no Estado, segundo Aesa Chuvas de julho ficam abaixo da média histórica no Estado, segundo Aesa

A Federação Nacional dos Servidores dos Ministérios Públicos Estaduais – (FENAMP) e o Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Estado da Paraíba SINDSEMP-PB), conclamam a sociedade, em especial os servidores públicos,e cobram dos deputados federais uma postura contrária à aprovação do Projeto de Lei nº 257/2016, que tramita na Câmara dos Deputados, e deve ser votado em regime de urgência no próximo dia 1º.

De acordo com o coordenador geral da FENAMP, Aloysio Carneiro Júnior, a proposta trata do refinanciamento das dívidas públicas dos Estados e Distrito Federal para com a União. Ele disse que a iniciativa traz medidas que inviabilizarão o funcionamento de Instituições como o Judiciário, o Ministério Público e a Defensoria Pública. “Entre os riscos existentes está a possibilidade de fechamento de Comarcas e Promotorias de Justiça, retirada de garantias dos Servidores Públicos, demissão de comissionados e concursados, além da inviabilidade da realização de novos concursos públicos e a precarização dos serviços públicos prestados a população brasileira nas áreas de saúde, educação e segurança pública”, alertou.

O presidente do SINDSEMP-PB, Daniel Guerra, também lembrou que a proposta é nociva ao funcionamento da administração pública estadual, pois além de afrontar o princípio federativo, culminará na retirada de direitos e garantias conquistadas pelos servidores públicos.

Segundo Daniel Guerra, o que está se querendo, na verdade, é empurrar de “goela abaixo” uma proposta sem tempo hábil para a devida discussão. Ele disse também que, caso aprovado, o PLP 257 afetará, indistintamente, a vida de todos os brasileiros, sejam eles servidores públicos ou trabalhadores da iniciativa privada. “O projeto acaba com a política de valorização do salário mínimo, congela salários, proíbe novos concursos públicos, incentiva a demissão voluntária, impede a progressão na carreira e aumenta a contribuição previdenciária, enfim, trata-se de uma verdadeira temeridade para os trabalhadores, por isso estaremos vigilantes para que essa medida nociva às instituições públicas não seja implantada no nosso país”, afirmou.

Confira, na íntegra, a nota:

A Federação Nacional dos Servidores dos Ministérios Públicos Estaduais – FENAMP e o Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Estado da Paraíba – SINDSEMP/PB, vêm a público externar a sua irresignação em face do (PLP) 257/2016, que trata da renegociação das dívidas dos Estados com a União em pauta para votação da Câmara dos Deputados na próxima segunda feira 01 de agosto de 2016 e conclamar os Servidores Públicos e a Sociedade, para que juntos e mobilizados, possamos sensibilizar os Deputados Federais do Estado da Paraíba, para a necessidade de modificações no texto do Projeto de Lei (PLP) 257/2016 ou da retirada da urgência na tramitação da proposta, por conter em seu texto atual, medidas que inviabilizarão o funcionamento de Instituições como o Judiciário, o Ministério Público e a Defensoria Pública.

Entre os riscos existentes está a possibilidade de fechamento de Comarcas e Promotorias de Justiça, retirada de garantias dos Servidores Públicos, demissão de comissionados e concursados, a inviabilidade da realização de novos concursos públicos e a precarização dos serviços públicos prestados a população brasileira nas áreas de saúde, educação e segurança pública.

Defendemos medidas que tratem o orçamento público com seriedade e responsabilidade, inclusive com a punição rigorosa dos gestores públicos que não cumpram com os ordenamentos legais previstos no tocante à condução do orçamento público. O país, os Estados e Municípios brasileiros passam de um modo geral, por um momento de grave e inegável desequilíbrio fiscal, porém, entendemos que o debate para a solução deste problema, passa pela discussão de questões como a auditoria e renegociação da dívida pública, o combate à sonegação fiscal e à corrupção, redução das isenções e subvenções fiscais e medidas de justiça tributária que devem envolver a discussão ampla com os diversos setores da sociedade.

Não podemos aceitar que sejam os servidores e a população, especialmente a que mais necessita dos serviços do Estado, a pagarem pelas dificuldades das contas públicas.

Aloysio Carneiro Júnior
Coordenador Geral da FENAMP

Daniel Lins Batista Guerra
Presidente do SINDSEMP/PB

Estado de medo

Por Roberto Cavalcanti

robertocavalcantiiNão sou homem de mandar recado. Minha tradição (e gosto de cultuá-la) é da conversa franca e pessoal.

E sei que este é, também, o perfil do governador Ricardo Coutinho. Sua trajetória comportamental mostra que ele não é homem de ouvir recados, principalmente à distância.

Uma trajetória, aliás, que merece meu profundo respeito. Desde sempre. Da vereança ao governo. Reforçada e consolidada ao longo do tempo.

Faço estas ressalvas, como quem coloca os pingos nos is, para evitar múltiplas interpretações no desabafo que o cidadão Roberto Cavalcanti não consegue mais calar, se ausentar ou tampouco ignorar.

E este cidadão está cansado de testemunhar a escalada da violência – um fenômeno que, não posso deixar de reconhecer, é reflexo de um Brasil fora dos trilhos. E que atinge a todos de forma endêmica e disseminada.

Esse entendimento, porém, não minimiza o impacto dos estragos causados pela criminalidade. Especialmente quando ela bate a nossa porta.

É realmente difícil – intolerável mesmo – assistir a um comerciante tolhido de exercer seu ofício por medo das hordas de assaltantes.

É impossível aceitar a crescente legião de amigos – de todas as classes sociais – sendo alvos da violência.

É impossível, sobretudo, assistir ao Estado capitular ao banditismo.

Nunca na vida – e a Paraíba é testemunha disso – capitulei diante da violência. Nos conflitos do passado, que tantos conhecem, mantive meu direito de ir e vir, mesmo sabendo que a espreita armada aguardava um vacilo, uma brecha, para operar.

Não prosperaram. Exatamente porque sempre reagi com equilíbrio e altivez diante dos meus inimigos.

Capitular, jamais.

E sei que o governador Ricardo Coutinho, por suas características de coragem pessoal, também não se rende nem se entrega.

A força pessoal do governante e o perfil histórico da Paraíba – a pequenina que enfrentou o cangaço de Silvino a Lampião – torna ainda mais inacreditável, aos nossos olhos, a visão de um Estado que capitula e vive sob o julgo dos criminosos.

Numa terra de bravos, como aceitar a covardia?

Como relativizar a presença de bandidos nas ruas, exibindo ostensivamente suas armas, fechando vias públicas, tomando cidadãos como reféns, enquanto a polícia se recolhe?

Meu choque foi intenso ao ler, lá de Brasília, a manchete do Correio da Paraíba, edição de terça-feira 26. Em letras garrafais, a Segurança Pública se rende sobre a ação criminosa no Bessa: “A PM sabia do ataque, mas não reprimiu”.

E eles não douraram a pílula: “Falta estrutura para enfrentar bandidos que explodem bancos. Eles usam calibre 5.56, 7.62, .30 e .50. Nós usamos .40”.

Já estava chocado com declarações de que o Estado não tinha responsabilidade de guardar e preservar o dinheiro dos bancos. Como não? Dinheiro de banco é dinheiro privado? Mais uma razão, então, para ser protegido. Com o agravante de que o banco em epígrafe – a Caixa Econômica – é uma instituição oficial.

A verdade é que, a cada declaração a respeito do reinado do banditismo no Bessa, a emenda foi ficando pior que o soneto.

E a capitulação que veio na sequência foi a pá de cal.

Sim, é responsabilidade do Estado assegurar a tranquilidade operacional das empresas em todos os segmentos.

É responsabilidade do Estado – especialmente pós-referendo do desarmamento – proteger cada casa e cada cidadão.

O Estado não pode se declarar incompetente na missão de garantir a paz e a segurança.

Sob o pretexto de que preservava vidas ao recuar, acabamos por preservar a criminalidade.

Pois preservar a vida não é se recolher. Não é buscar o pé da mesa.

É armar nossas forças policiais. É equipar e aparelhar as tropas. É efetivamente se preparar para o enfrentamento, nunca para o recuo.

Não esperamos por divindades de farda. Nem tampouco onisciência. Mas, ao tomar conhecimento do crime, não podemos tolerar uma polícia que diz: “afasta de mim este cálice”.

Ao fazê-lo rejeitam o papel – constitucional – de protetor do Estado e de seus cidadãos.

Este cálice não pode ser estendido na direção da população desarmada. Ele é exclusivo do aparato público de segurança – que deveria sorver esta missão; tragar o divino ofício de guardar vidas; e expurgar a omissão.

Não é tradição da Paraíba a covardia.

Esperamos, pois, pelo dia em que, enfim, virá a reação.

Professor da UFCG em Sumé lança livro que aborda a ressignificação ambiental

livro_irivaldoSerá lançado nesta sexta-feira, 29 de julho, às 19 horas, na área externa da livraria Nobel em Campina Grande, o livro “Ressignificação Ambiental e Modernização Ecológica no Semiárido Brasileiro: O Projeto de Integração e a Revitalização do São Francisco”, do professor José Irivaldo Alves Oliveira Silva, vice-diretor do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido/UFCG e docente do curso de Gestão Pública deste centro.

O livro é fruto da tese de doutorado do professor intitulada “A institucionalização da questão ambiental no Brasil: modernização ecológica e gestão racional de recursos nos projetos de transposição e revitalização do rio São Francisco”. A edição da obra foi pela editora HUCITEC de São Paulo.

Na ocasião, o professor Talden Farias da UFPB, professor do Centro de Ciências Jurídicas e do Programa em Pós-Graduação em Ciências Jurídicas (PPGCJ), apresentará a obra, Também haverá o momento de autógrafos pelo autor.

O referido livro aborda política e sociologicamente a controversa obra infraestrutura hídrica de integração do São Francisco contraponto à necessária revitalização desse importante manancial brasileiro.

Trata-se de obra inédita nessa área que auxiliará em pesquisas e aulas do campo jurídico, da sociologia, da ciência política, da antropologia, da gestão pública, de recursos naturais, da geografia e da gestão ambiental.

PSDB define empresário como pré-candidato a vice-prefeito de Monteiro na chapa de Lorena de Dr. Chico

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O Diretório do PSDB em Monteiro definiu nesta sexta-feira (29), o nome do empresário Celecileno Alves (PSD) como pré-candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por Lorena de Dr. Chico (PSDB), para disputar a Prefeitura Municipal no próximo dia 2 de outubro. O empresário aceitou o convite e revelou estar pronto e empenhado para a disputa.

A indicação do nome de Celecileno foi definida após um consenso entre integrantes do PSDB e demais partidos que irão compor a aliança com o grupo político do deputado estadual João Henrique e Edna Henrique. O empresário é filiado ao PSD – Partido Social Democrático.

O pré-candidato Celecileno afirmou que não pensou duas vezes ao aceitar o convite, e disse que está pronto e bastante empenhado para a disputa eleitoral ao lado de Lorena. “Monteiro precisa continuar crescendo como nos últimos 8 anos, e tenho certeza de que o povo de nossa cidade sabe disso”, pontuou.

O deputado João Henrique revelou que o nome de Celecileno irá engrandecer o projeto iniciado pela prefeita Edna, dando continuidade ao lado de Lorena de Dr. Chico à brilhante administração que Monteiro vivencia. João Henrique destacou ainda o histórico de honestidade e carisma do pré-candidato.

“A decisão foi tomada após analisarmos o perfil de sucesso do empresário, que tem um histórico de honestidade e que emprega centenas de pessoas na cidade, além de ser muito querido perante os monteirenses”, disse o deputado João Henrique.

Já a prefeita Edna Henrique comemorou a escolha do nome de Celecileno e afirmou que a chapa de Lorena só tem a ficar mais fortalecida com sua indicação, por se tratar de um homem de bem e que sempre ajudou no desenvolvimento da cidade na qualidade de empresário, gerando renda e emprego para a população.

Prefeitura libera pagamento do funcionalismo referente ao mês de julho

saquepagamentomonteiroA Prefeitura Municipal de Monteiro, por meio da Secretaria de Comunicação, informa que os salários dos servidores foram creditados em suas respectivas contas nesta quinta-feira (28) e estará liberado para saque amanhã (29). Lembrando, que o Município cumpre o prazo estabelecido em Lei, como estipula a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

Rigorosamente, o pagamento sempre ocorre dentro do mês trabalhado aquecendo assim a economia local. A folha de pagamento, que é de cerca de 2 milhões, é fruto de uma administração que visa o equilíbrio e segurança em suas contas.

Mantendo o compromisso firmado desde o início da gestão, a prioridade é honrar o pagamento dos servidores em dia e dentro do mês trabalhado reconhecendo e valorizando os funcionários.

Laudo da PF diz que Lula e Marisa Letícia orientaram reforma de sítio

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A Polícia Federal enviou nesta quinta-feira (28) ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, laudo no qual afirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-primeira dama Marisa Letícia orientaram as reformas realizadas no Sítio Santa Barbara, em Atibaia (SP).

O imóvel é frequentado pela família do ex-presidente e alvo das investigações da Operação Lava Jato, que apura a suspeita de que as obras foram pagas pela construtora OAS, que é investigada na operação.

Segundo os investigadores, as reformas começaram após a compra da propriedade pelos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna, quando” foram elaborados os primeiros desenhos arquitetônicos para acomodar as necessidades da família do ex-presidente”. De acordo com a PF, a execução das obras foi coordenada por um arquiteto da OAS, “com conhecimento do presidente da OAS, Léo Pinheiro”.

No laudo, os peritos citam as obras que foram realizadas, entre elas a de uma cozinha avaliada em R$ 252 mil. A estimativa é de que tenham sido gastos R$ 1,7 milhão, somando a compra do sítio (R$ 1,1 milhão) com a reforma (R$ 544,8 mil).

“Os peritos apontam para evidencias substanciais que a Cozinha Gourmet foi reformada e instalada entre o período aproximado de março a junho de 2014, tendo sido acompanhada por arquiteto da OAS, sob comando de Léo Pinheiro [ex-presidente da empreiteira] e, segundo consta nas comunicações do arquiteto da Construtora, com orientação do ex-presidente Lula e sua esposa”, diz trecho do laudo.

Em nota, o Instituto Lula negou mais uma vez que o ex-presidente seja proprietário do sítio. “O ex-presidente sempre agiu dentro da lei antes, durante e depois da Presidência da República, por isso é reconhecido em pesquisas como o melhor presidente da história do Brasil”, diz o comunicado.

Escolas da zona rural promovem 'Recordando o São João em Monteiro'

Pagamento do IPVA sem multa pode ser feito até esta sexta-feira

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Os proprietários de veículos com placa terminada em 9 deverão antecipar o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para esta sexta-feira (29). Como o dia 31 de julho cai no domingo, o contribuinte precisa antecipar o pagamento para evitar multas e juros. Os donos de veículos têm duas opções: o pagamento em cota única à vista com desconto de 10% ou então parcelamento em até três vezes, mas sem desconto, sendo que a primeira parcela deve ser paga também até o último dia útil do mês de julho.

Caso o boleto não tenha chegado à residência, o contribuinte poderá solicitar em qualquer posto de atendimento do Detran-PB ou imprimi-lo pessoalmente no site do órgão. Basta informar os números completos da placa dos veículos e do Renavam neste link.

Parcelamento – Termina também neste dia 29 de julho o prazo para pagamento da segunda parcela do total de três da placa final 8, enquanto os proprietários da placa terminada em 7 deverão efetuar a terceira e última parcela do tributo.

Isenção – A legislação do IPVA em vigor assegura isenção do imposto para proprietários de veículos com 16 anos completos do ano de fabricação, sendo assim veículos com ano de fabricação abaixo de 2000 ficarão isentos de pagamento do IPVA em 2016. Contudo, esses veículos devem efetuar as demais taxas que envolvem o emplacamento, como seguro obrigatório (DPVAT), licenciamento e a taxa de prevenção contra incêndio (bombeiros).

Multas e juros – A Secretaria de Estado da Receita volta alertar os contribuintes paraibanos para evitar atrasos no pagamento. A Receita Estadual adotou a taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, mais conhecida como taxa Selic para corrigir os débitos tributários estaduais, como é o caso do IPVA, cujo pagamento deverá ser quitado sempre até o último dia útil de cada mês para que o contribuinte evite juros e perdas, inclusive o desconto de 10% à vista na cota única. Caso o contribuinte deixe de pagar na data limite, além de perder o desconto, o pagamento do tributo sofrerá acréscimo da taxa Selic de 1% sobre o valor do IPVA mais 0,33% de juros de mora ao dia, com limite de até 20%.

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Papa Francisco cai durante missa em Cracóvia, na Polônia

Laço do Bode marca início da 17ª edição do BODE NA RUA, em Gurjão

NOVO RECORDE: Volume do açude de Boqueirão cai para 8%

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O volume de água do açude de Epitácio Pessoa, conhecido como açude de Boqueirão, no Agreste paraibano, caiu para 8% nesta quinta-feira (27). A informação foi divulgada pela Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), que faz o monitoramento diário do manancial. Com a redução do volume, Boqueirão segue superando o recorde negativo de pior nível registrado desde que o açude foi criado e teve a primeira sangria, na década de 50.

Segundo os dados da Aesa, o açude está com 32,9 milhões de metros cúbicos de água e tem a capacidade para cerca de 411,6 milhões no volume.

O manancial é usado para o abastecimento de Campina Grande, no Agreste paraibano, e mais 18 cidades da mesma região. Por conta do baixo volume, a população abastecida está enfrentando um racionamento de água desde o mês de dezembro de 2014. Na última segunda-feira (18), o racionamento foi ampliado.

De acordo com o presidente da Aesa, João Fernandes, a crise já era algo que estava sendo previsto devido às poucas chuvas que caíram nos últimos cinco anos. Apesar de este ser o pior volume da história, o presidente diz que a situação está sendo controlada.

“Até dezembro deste ano ou janeiro de 2017, o açude deve chegar ao nível de 20 milhões de metros cúbicos de água. Mas é claro que tudo isso depende, pois pode chover. Uma de nossas esperanças maiores é a tranposição das águas do Rio São Francisco, mas vale destacar que a água não vai chegar no dia em que a obra ficar pronta. Levará mais um tempo”, disse ele.

Sobre a previsão de chuvas na região do Cariri paraibano, onde fica a bacia que leva água para o açude de Boqueirão, o presidente da Aesa disse que ainda era cedo para dizer que as chuvas vão melhorar a situação do manancial. Ele destacou que além do consumo humano, o açude perde volume com o próprio processo natural de evaporação.

“Quando se trabalha com previsão em meteorologia, pode existir uma certeza maior se for no prazo de até três dias. Como estamos falando de meses, não podemos dizer, com certeza, se vai chover ou não. Identificamos a presença de um fenômeno que pode trazer chuvas para o Norte e Nordeste do Brasil, mas, apesar da esperança, temos que ter prudência para não iludir a população. Enquanto não melhorar, tem que racionar”, disse João Fernandes.

Prefeitura de Ouro Velho antecipa salários de julho aos funcionários

Cássio recebe produtores de leite do Cariri e garante apoio em Brasília

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O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) se reuniu nesta quinta-feira, na sede da Fiep, em Campina Grande, com os representantes das Associações de Produtores de leite do Estado, incluindo alguns da região do Cariri, para ouvir deles a situação pela qual passa a produção leiteira na Paraíba.

Os produtores lembraram que até 2009 mais de 120 mil litros de leite eram distribuídos diariamente em todo o Estado, a través do Programa Leite da Paraíba, que aliou reforço alimentar para as famílias carentes ao incentivo para os pequenos produtores rurais “que passaram a ter a certeza da compra do seu produto, através de um intenso processo de associativismo”. No oficio entregue ao senador, foi justamente destacada a segurança alimentar aliada à fixação do homem à terra, o que contribuiu ainda como um regulador do mercado de leite, proporcionando um desenvolvimento inédito na zona rural paraibana. Eles lamentaram que 32 laticínios fornecedores do programa do leite que a Paraíba tinha até 2009, 23 já fecharam as portas devido ao esfacelamento do programa Leite da Paraíba.

O preço do leite está congelado desde 2008, sendo pago R$ 1,65 para o leite de cabra e R$ 1,13 para o leite de vaca. Além dos preços fora da realidade do mercado, os produtores têm enfrentando ainda a questão da cota diária por produtor, apenas 13 litros para o leite de cabra e 19 litros para o leite de vaca.

Pela proposta apresentada a cota diária do leite de cabra iria para o teto de 50 litros por produtor e o preço, iria para R$ 3,10, sendo R$ 2,00 pela produção e R$ 1,10 por litro destinados ao beneficiamento e a distribuição. Já o leite de vaca, a proposta é o teto também chegue aos 50 litros por produtor e o litro passaria para R$ 2,70, sendo R$ 1,60 para produção e R$ 1,10 para o beneficiamento e distribuição.

Cássio lamentou que um programa tão exitoso não tenha tido a devida continuidade pelo governo do Estado e se comprometeu a levar o problema para o Governo Federal afim de restabelecer o diálogo e a sua consequente resolução. “O importante do Programa Leite da Paraíba sempre foi a questão de se aliar o reforço alimentar para as famílias carentes ao incentivo à atividade leiteira no Estado, principalmente nas regiões mais carentes. O que iremos fazer agora é lutar para que o que foi conquistado seja recuperado e trabalhar para que o seu alcance ainda maior”, disse Cássio.

Também participaram da audiência o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) e o deputado estadual Renato Gadelha (PSC). As associações e produtores presentes foram a Capribom (Monteiro); Agubel (Sumé); Accoza (Zabelê); Vila do Caroá (São Sebastião do Umbuzeiro); Ascomcab (Cabaceiras); Accop (Prata); Catoleite (Catolé do Rocha); Leite Cariri (Caturité); Cremosinn (João Pessoa) e Luty (Sousa).

Pagamento dos servidores estaduais será nos dias 29 e 30

Programa de Ações Sustentáveis para o Cariri do CDSA homenageia Agricultores

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Para homenagear o Dia do Agricultor, o Programa de Ações Sustentáveis para o Cariri – PASCAR do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido da UFCG, fará uma exposição na 8ª Festa da Agricultura Familiar em Alcantil, com distribuição de mudas, composto orgânico e plantas suculentas. Já em Sumé, os agricultores serão homenageados com a V Cavalgada do Agricultor, que acontecerá no domingo, dia 31, com concentração na Chácara Santa Rosa, a partir das 7h e finalização no sede da Comunidade Pitombeira, AMUABAS, onde acontecerá um animado forró com distribuição de brindes e apresentações de artistas da terra.

“Agricultores – herois anônimos. O agricultor é um dos profissionais que mais merece ser reverenciado por todos, pois é o principal responsável pela produção de alimentos e cuidado com a terra”, disse a coordenadora do PASCAR, professora Adriana Vital.

“Foi com esse entendimento que em 28 de julho de 1960 o presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira instituiu o Dia do Agricultor, durante a comemoração do centenário do Ministério da Agricultura. Desde então o dia 28 de julho é dedicado a atividades que dêem visibilidade a esse ator social.

“O agricultor possui uma ampla relevância na economia dos países, por esse motivo, a homenagem, além de justa, é necessária, pois faz referência a um dos mais relevantes serviços prestados para a sociedade”, lembrou.

“A necessidade de alimentar uma população mundial crescente, que em breve ultrapassará os oito bilhões de pessoas, coloca em evidência a figura do agricultor e a necessidade de disseminar práticas conservacionistas para redução de custos e riscos e a minimização da degradação dos recursos do solo e da água, fatores indispensáveis a produção agrícola”.

Governo reúne secretários dos municípios em processo de implantação de UPAs

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES)/Rede de Urgência e Emergência, promoveu, nesta quinta-feira (28) pela manhã, uma reunião com secretários municipais de Saúde; diretores de Unidade de Pronto Atendimento (UPA); grupo condutor da Rede de Urgência e Emergência e Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems). O encontro foi realizado no auditório do Centro Formador de Recursos Humanos (Cefor), na capital, com o objetivo de apresentar todo o apoio que a SES oferece para a implantação da UPA de forma adequada. O evento contou com a presença da técnica do Ministério da Saúde, Lidiane Costa, que falou sobre as Portarias Ministeriais referentes ao funcionamento das unidades de saúde.

Na Paraíba, atualmente, existem 10 UPAs, dessas quatro são estaduais (Cajazeiras, Santa Rita, Princesa Isabel e Guarabira) e seis municipais. Estão em fase de implantação mais 16, sendo uma em Bayeux; duas em Campina Grande; uma no Conde; uma em Cuité; uma em Esperança; uma em Ingá; uma em Itabaiana; duas em João Pessoa; uma em Patos; uma em Rio Tinto; uma em Sapé; uma em Serra Branca e duas em Sousa.

“A SES está apoiando todas as UPAs que estão sendo implantadas. Damos orientações de funcionamento com atendimento humanizado; especificações de equipamentos; fluxo; portarias; educação permanente; classificação de risco; demanda ofertada e organização da rede. Ou seja, vamos orientar o passo a passo, segundo os critérios das Portarias, com o grande objetivo de ofertar um serviço de qualidade para a população”, disse a coordenadora da Rede de Urgência e Emergência do Estado, Rafaella Keyla.

A secretária de saúde de Rio Tinto, Gerlânia Pereira, disse que o prédio onde a UPA vai funcionar já está pronto e, no momento, está na fase da compra dos equipamentos. “Esta orientação do Estado é muito importante porque evita que tenhamos prejuízos. Quanto aos equipamentos, por exemplo, temos que adquirir as máquinas adequadas, evitando gasto em algo que não terá a mesma eficácia que outro equipamento com o valor bem mais em conta”, falou.

PSB realiza convenção em Parari para homologar candidatura de Josa e Genival

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