::João Henrique classifica de inconsequente e leviana declarações de procurador ::Acusado de assalto no Rio Grande do Norte é preso em Serra Branca ::Curso de Corte e Costura é ofertado para 200 mulheres em Sumé ::Ricardo recebe garantia da liberação de recursos do Ministério das Cidades ::Gestores de Sumé levam pleitos do Município a Brasília ::Monteirenses vítimas de acidente não resistem aos ferimentos e morrem ::Investigação acusa Marin de receber mais de R$ 20 milhões em propinas ::Deputado João Henrique emite nota e esclarece citação do seu nome na Operação Sete Chaves ::Aesa prevê nebulosidade variável nesta quinta na região do Cariri ::Prefeitura de Ouro Velho realiza pagamento dos servidores nesta quarta Malves Supermercados

João Henrique classifica de inconsequente e leviana declarações de procurador

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Acusado de assalto no Rio Grande do Norte é preso em Serra Branca

Curso de Corte e Costura é ofertado para 200 mulheres em Sumé

João Henrique classifica de inconsequente e leviana declarações de procurador João Henrique classifica de inconsequente e leviana declarações de procurador

A Prefeitura Municipal de Sumé, por meio da Secretaria de Ação Social, deram início esta semana aos cursos do Projeto “Mulher Artífice, Mulher que Faz”, que irá beneficiar 200 mulheres que se enquadram nas situações de vulnerabilidade socioeconômica e que esteja inscritas no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CAdÚnico).

O curso está dividido em cinco turmas, tem duração prevista para oito meses e nele as mulheres receberão aulas de corte e costura, modelagem, linha de produção e formação social. A aula inaugural aconteceu na terça-feira (26) e foi feita pela secretária de Ação Social, Brígida Xavier.

De acordo com Brígida, é com grande expectativa que o governo municipal inicia o projeto. “Estamos trabalhando nele há algum tempo e oferecer essa oportunidade para essas mulheres é muito gratificante. Isso é um primeiro passo. Nosso objetivo é incentivar em Sumé a produção textil local tornado próspero o ramo da confecção em nossa cidade e colocando em funcionamento o galpão das costureiras”, disse Brígida.

Ela também enfatizou que o objetivo maior do Mulher Artífice é dar oportunidade de independência financeira para as mulheres, qualificando a mão de obra para buscarem autonomia e mudar o quadro de vulnerabilidade financeira, social e violência doméstica, situando-as nos sistemas produtivos, através de programas de empreendedorismo e associativismo.

O Projeto Mulher Artífice, Mulher que Faz é uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Sumé, Secretaria Municipal de Ação Social, Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres do Governo Federal e Disque Denúncia 180.

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Ricardo recebe garantia da liberação de recursos do Ministério das Cidades

Gestores de Sumé levam pleitos do Município a Brasília

Monteirenses vítimas de acidente não resistem aos ferimentos e morrem

Investigação acusa Marin de receber mais de R$ 20 milhões em propinas

João Henrique classifica de inconsequente e leviana declarações de procurador João Henrique classifica de inconsequente e leviana declarações de procurador

O Departamento de Justiça americano divulgou um documento de 164 páginas em que detalha as acusações feitas aos dirigentes da FIFA presos em Zurique. Suborno, lavagem de dinheiro, fraude, obstrução de justiça, entre outros crimes, são listados em 12 casos ou “esquemas”. O documento traz vários personagens sem nome – mas frisa que suas identidades são conhecidas pela investigação. O ex-presidente da CBF, José Maria Marin, é acusado de vários crimes – e especificamente de receber suborno em duas negociações.

A primeira acusação contra o brasileiro é relacionada às próximas quatro edições da Copa América e envolve a Datisa, uma empresa criada em 2013 para, de acordo com o documento, pagar as propinas. Segundo a acusação, a empresa Datisa pagaria até US$ 110 milhões em subornos (cerca de R$ 340 milhões) para garantir os direitos da competição até 2023. Deste montante, a Datisa já teria pago cerca de US$ 40 milhões divididos entre os dirigentes. Esse dinheiro seria distribuído assim: por cada edição, os presidentes da Conmebol, da CBF e da AFA embolsariam US$ 3 milhões cada (R$ 9,6 milhões) e os presidentes de outras sete confederações sul-americanas, não identificadas no documento, levariam US$ 1,5 milhão cada (R$ 4,7 milhões). Como restam oito confederações (Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Venezuela e Uruguai), não é possível apontar quais presidentes teriam recebido a quantia. Ainda sobrariam US$ 500 mil (R$ 1,6 milhão) para um décimo-primeiro dirigente não identificado. A soma desses valores totaliza os US$ 20 milhões apontados na acusação.

Segundo os investigadores americanos, as duas primeiras “cotas” (pelo acordo e pelo torneio de 2015) foram pagas. A Copa América do Centenário (que celebra 100 anos da competição) e será realizada nos EUA traria mais dinheiro – e propina maior: US$ 30 milhões (R$ 96 milhões) a serem divididos.

Ou seja – segundo os investigadores, Marin teria recebido pelo menos US$ 6 milhões (cerca de 19,2 milhões) até agora pela Copa América.

Marin também é acusado de receber propina num contrato de uma competição nacional. No capítulo do “Esquema da Copa do Brasil”, o relatório lista diversos personagens sem nome – identificados apenas por números e pela alcunha “Co-Conspirador” (no total, o relatório lista 16 Co-Conspiradores que atuam em diversas negociações. Apenas dois Co-Conspiradores são claramente identificáveis, o # 1, que é o ex-secretário-geral da Concacaf, Chuck Blazer. E o Co-Conspirador #2 é apontado como dono da Traffic – ou seja – o empresário José Hawilla. Ambos assumiram a culpa perante a justiça americana).

No capítulo da Copa do Brasil, a investigação relata uma disputa entre duas companhias de marketing esportivo pelos direitos da competição a partir de 2013. Essa disputa teria se encerrado em um acordo celebrado em agosto de 2012. Vejam o trecho que relata o acordo entre Hawilla e o Co-Conspirador #6, concorrente da Traffic, que disputava os direitos da Copa do Brasil.

Terceiro postagens – Câmara Monteiro

Deputado João Henrique emite nota e esclarece citação do seu nome na Operação Sete Chaves

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O Deputado JOÃO HENRIQUE DE SOUZA vem a público se manifestar sobre a operação SETE CHAVES, que o Ministério Público Federal, por meio da Procuradoria da República em Patos/PB, e a Polícia Federal deflagraram na Paraíba, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e São Paulo, no dia 27/5/2015, com o objetivo de combater e desarticular organização criminosa que agia na extração ilegal e comercialização da turmalina Paraíba.

O processo tramita em segredo de justiça, mas o Deputado pode adiantar e esclarecer que é sócio e representante legal da empresa Paraíba Tourmaline Mineração LTDA., devidamente estabelecida há mais de 15 (quinze) anos, a qual é SUPERFICIÁRIA (proprietária, com escritura pública do Cartório de Registro de Imóveis) e TITULAR DE CONCESSÃO DE LAVRA para TURMALINA e CAULIM em uma área de 242,92 hectares, localizada na zona rural do Município de Salgadinho, Estado da Paraíba, conforme os exatos termos da Portaria n. 407/2002, de 9 de setembro de 2002, do Ministério de Minas e Energia.

A LAVRA foi concedida à empresa do Deputado pelo Ministro de Minas e Energia desde 2002, diante da aprovação do RELATÓRIO DE PESQUISA e do PLANO DE APROVEITAMENTO ECONÔMICO DA JAZIDA (PAE). O “PAE” está atrelado ao RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA DA SUBSTÂNCIA MINERAL aprovado pelo DNPM, e apresenta um estudo técnico-econômico da lavra e do beneficiamento da substância mineral que ocorre na área pleiteada já sob a forma de uma JAZIDA.

Portanto, a empresa do Deputado está completamente regular perante a RECEITA FEDERAL e o DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), sendo a única que dispõe de concessão de LAVRA para o minério Turmalina (que, na linguagem popular, é o documento legal que autoriza uma empresa a explorar, inclusive comercialmente, um minério específico).

Por isso mesmo, o Deputado apoia e contribuirá incondicionalmente com as investigações, porque também é vítima desses criminosos que vêm praticando o crime de LAVRA CLANDESTINA na região, através de empresas com ramificações em Parelhas, no Rio Grande do Norte, Governador Valadares, em Minas Gerais, Bangkok, Tailândia, Hong Kong, China, Houston e Las Vegas.

O Deputado João Henrique informa ainda que vem denunciando esses crimes ao DNPM desde 1998, o que se comprova através das várias petições das quais detém os comprovantes de protocolo junto à Autarquia Federal, cuja atual Diretoria-Geral vem sendo conivente com a atuação dessa quadrilha.

Aesa prevê nebulosidade variável nesta quinta na região do Cariri

chuvacariri3Os paraibanos deverão ter uma quinta-feira (28) com nebulosidade variável, com possibilidade de chuvas ocasionais, no Litoral, e esparsas, também com nebulosidade variável, nas regiões do Agreste e Brejo. Para as demais regiões, a exemplo do Alto Sertão e Sertão, a previsão é de apenas nebulosidade variável, sem indicativo de chuvas. As informações são da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa).

Ainda de acordo com a Aesa, o Litoral deverá registrar máxima de 30º C e mínima de 22º C. Para o Agreste, a previsão é que a máxima chegue aos 30º C e a mínima, aos 21º C. Para o Brejo, a máxima deverá atingir os 29º C e a mínima, os 21º C.

A região do Cariri/Curimataú, que também deverá ter uma quinta-feira com nebulosidade variável, a máxima deverá atingir os 34º C e a mínima, os 21º C. Para o Alto Sertão, a Aesa prevê que a temperatura máxima seja de 34º C e a mínima, de 21º C. O Sertão deverá registrar máxima de 35º C e mínima de 22º C.

Para esta quarta-feira (27), a previsão é de nebulosidade variável com chuvas ocasionais no Litoral e de chuvas esparsas e nebulosidade variável nas regiões do Agreste, Brejo e Cariri/Curimataú. Alto Sertão e Sertão deverão ter nebulosidade variável sem indicativo de chuvas.

Câmara decide não mudar sistema de eleição de deputado e vereador

eduardocunhaA Câmara dos Deputados rejeitou nesta terça-feira (26) – ao analisar um dos trechos da proposta de reforma política que tramita no plenário – emenda que incluía na Constituição Federal a doação de empresas a partidos políticos e campanhas eleitorais.

A emenda recebeu 264 votos favoráveis, 207 contrários e houve quatro abstenções. Mas, por se tratar de proposta para alterar a Constituição, eram necessários 307 votos a favor.

Com isso, o atual modelo misto de financiamento de campanhas eleitorais (público e privado com doações de pessoas físicas e jurídicas) fica inalterado.

A Câmara ainda analisará nesta quarta (27), a partir das 12h, emendas que incluem na Constituição autorização para doações de empresas somente a partidos políticos e que autorizam somente doação de pessoas físicas a partidos e candidatos.

Mas, na visão do presidente da Casa, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), as votações desta madrugada mostraram que a Câmara “não quer mudar nada” do sistema político e eleitoral do país.

“A Casa quer continuar como está. Está rejeitando mudanças. Acho que não vai passar nada. Não vai passar fim da reeleição, não vai passar coincidência eleitoral”, disse Cunha depois da sessão.

Doações de empresas
O modelo de financiamento de campanha é um dos trechos da proposta de emenda à Constituição (PEC) que altera o sistema eleitoral e político do país e que entrou em votação nesta semana no plenário da Câmara.

Por decisão de Cunha, a PEC foi colocada em votação diretamente no plenário, sem passar por análise na comissão especial criada especialmente para debater o tema.

Cada item da proposta será votado individualmente no plenário. Depois, o texto como um todo passará por uma votação em segundo turno e precisará do voto favorável de 307 deputados para seguir para o Senado.

Inscrever na Constituição a doação de pessoas jurídicas tanto para partidos quanto para os candidatos individualmente era uma bandeira do PMDB e de Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O PT era contra, e defendeu a proibição de doação de empresas e a aprovação de financiamento exclusivamente público.

Atualmente, o financiamento de campanha no Brasil é público e privado. Políticos e partidos recebem dinheiro do Fundo Partidário (formado por recursos do Orçamento, multas, penalidades e doações) e de pessoas físicas (até o limite de 10% do rendimento) ou de empresas (limitadas a 2% do faturamento bruto do ano anterior ao da eleição).

Essas regras, porém, não estão previstas na Constituição Federal e estão sendo questionadas por uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), no Supremo Tribunal Federal (STF).

Em abril de 2014, o STF interrompeu o julgamento da ação quando a maioria dos 11 ministros da Corte já havia votado a favor da proibição de doações de empresas a partidos políticos e campanhas eleitorais.

A interrupção foi provocada por um pedido de vista (mais tempo para analisar a matéria) do ministro Gilmar Mendes. Desde então, o magistrado ainda não levou o voto ao plenário, e o julgamento permanece suspenso.

O líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), destacou que a inclusão do sistema de doação de campanhas na Constituição era necessária para evitar que o STF “legisle” sobre o tema.

“O Supremo vai interpretar a Constituição e estabelecer uma regra. Creio que isso não é o melhor para a democracia. Quem deve decidir as leis é o Poder Legislativo. Hoje, devemos colocar esse tema na Constituição e estabelecer em lei, depois, os limites. O bom senso nos manda decidir esse tema hoje porque senão estaremos na mão do Poder Judiciário”, disse.

Conforme Picciani, a ideia é garantir a doação empresarial na Constituição e, posteriormente, estabelecer um teto de gastos e doações por meio de um projeto de lei.

O líder do PT, Sibá Machado (AC), criticou o financiamento empresarial a campanhas. “A nossa posição sobre financiamento das campanhas é pelo fim da participação das empresas. Entendemos que isso dá maior dificuldade de arrecadação para pessoas de classes mais desassistidas”, afirmou.

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João Henrique diz que Governador riscou Monteiro e o Cariri do mapa da Paraíba

João Henrique classifica de inconsequente e leviana declarações de procurador João Henrique classifica de inconsequente e leviana declarações de procurador

O deputado estadual João Henrique (DEM) representante do Cariri paraibano na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) disse, nesta terça-feira (26), que o governador do Estado parece ter esquecido a cidade de Monteiro e a região do Cariri paraibano. As declarações foram feitas durante entrevista ao programa Correio Debate.

O parlamentar declarou que o Governo deixou de fazer repasses para importantes centros de saúde como UPA , Samu e o Hospital Santa Filomena.

“A UPA recebe mais de cinco mil pessoas. E o Governo do Estado passou 14 meses sem pagar o Samu e a UPA. O que ele queria era fechar a UPA e o Samu. Além disso, a UTI do Hospital Santa Filomena não funciona”, comentou João Henrique.

Ao ser questionado sobre ter sido ou não convidado pelo governador para aderir a base aliada governista na ALPB, o parlamentar lembrou que Ricardo Coutinho disse, em entrevista, que compraria deputados com certa quantia e, que, tal fato o teria deixado muito chateado.

“Eu fui sondado algumas vezes. É natural, mas eu tinha uma barreira. Eu tenho uma vida e uma idade que não mais me permitem ser alvo de ‘achincalhos’. Trinta dias antes do primeiro turno, com aquela simpatia, em uma entrevista, o governador disse que tinha cinco ou seis deputados aliados, mas que ele podia comprar todos com R$ 300 mil. E eu fiquei de orelha em pé”, revelou o parlamentar.

O deputado disse ainda que a ofensa o fez votar contra a uma suplementação do Governo no valor R$ 1,4 bilhão solicitado antes das eleições. “Fui o único a votar contra e o fiz porque as coisas andam e muitos ‘lava-jatos’ certamente virão. Também votei contra a aprovação das contas por conta ainda dessa colocação leviana, inconseqüente e irresponsável do governador Ricardo Coutinho. Eu me fiz uma exceção e não abro mão disso. Se ele compra deputados que o faça, mas nunca com a minha conivência”, enfatizou o João Henrique.

Para o deputado, o não repasse das verbas que cabe ao Estado para o funcionamento do Samu e da UPA de Monteiro, caracteriza perseguição de Ricardo Coutinho não só ao município, mas, a todos os que não fazem parte da sua base política.

Senado aprova MP que limita acesso a seguro-desemprego

João Henrique classifica de inconsequente e leviana declarações de procurador João Henrique classifica de inconsequente e leviana declarações de procurador

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (26) por 39 votos favoráveis e 32 contrários a medida provisória 665, que restringe o acesso ao seguro-desemprego, ao abono salarial e ao seguro-defeso. Como já havia sido aprovada pela Câmara e não sofreu alterações no Senado, a matéria segue para sanção presidencial.

Considerada pelo governo como necessária para o ajuste fiscal que visa reequilibrar as contas públicas, a MP 665 foi editada em dezembro de 2014 pela presidente Dilma Rousseff juntamente com a MP 664, que restringe o acesso à pensão por morte.
Ao todo, 11 senadores da base aliada votaram contra a MP, entre eles, três senadores petistas, partido da presidente Dilma Rousseff: Paulo Paim (RS), Lindbergh Farias (RJ) e Walter Pinheiro (BA).

Antes do início da sessão, os líderes partidários se reuniram com o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), para tentar um acordo sobre o procedimento da votação dos textos. A ideia era definir se o plenário votaria destaques ao texto original separadamente ou em bloco, o que aceleraria o processo.

Logo no início da sessão, o líder do DEM, Ronaldo Caiado (GO) apresentou diversos requerimentos para votar separadamente cada emenda ao texto original na Câmara. A estratégia de obstruir a votação visava retardar ao máximo a aprovação do texto.
Após duas horas de discussão, o Senado rejeitou a análise individual de cada destaque. Também foram rejeitadas todas as alterações propostas pelos senadores.

Seguro-desemprego
Pelo texto aprovado, o trabalhador terá direito ao seguro-desemprego se tiver trabalhado por pelo menos 12 meses nos últimos dois anos. O prazo inicial proposto pelo governo era de 18 meses. Antes, o trabalhador precisava de apenas seis meses.

Para poder pedir o benefício pela segunda vez, o projeto estipula que o trabalhador tenha nove meses de atividade. Antes, esse prazo exigido era de seis meses de trabalho, e o governo queria ampliar para 12 meses. A proposta mantém a regra prevista na MP (seis meses) se o trabalhador requisitar o benefício pela terceira vez.

Abono salarial
Em relação ao abono salarial, o texto prevê que o trabalhador que recebe até dois salários mínimos deverá ter trabalhado por três meses para ter direito ao benefício. O texto do Executivo exigia seis meses.

O abono salarial equivale a um salário mínimo vigente e é pago anualmente aos trabalhadores que recebem remuneração mensal de até dois salários mínimos. Atualmente o dinheiro é pago a quem tenha exercido atividade remunerada por, no mínimo, 30 dias consecutivos ou não, no ano.

O texto aprovado mantém o pagamento do abono ao empregado que comprovar vínculo formal de no mínimo 90 dias no ano anterior ao do pagamento. A nova regra seguirá a mesma linha de pagamento do 13º salario. Por exemplo, quem trabalhou um mês ou cinco meses receberá respectivamente 1/12 e 5/12 do abono.

Seguro-defeso
Para o seguro-defeso, pago ao pescador durante o período em que a pesca é proibida, foi mantida a regra vigente antes da edição da medida provisória – o pescador necessita ter ao menos um ano de registro na categoria. A intenção do governo era aumentar essa exigência para três anos.

Os votos dos senadores

Veja, por ordem alfabética, qual foi a posição de cada senador na votação da MP 665:

Acir Gurgacz (PDT-RO) – Sim
Aécio Neves (PSDB-MG) – Não
Aloysio Nunes (PSDB-SP) – Não
Ângela Portela (PT-RR) – Sim
Antõnio Carlos Valadares (PSB-SE) – Não
Ataídes Oliveira (PSDB-TO) – Não
Benedito de Lira (PP-AL) – Sim
Blairo Maggi (PR-MT) – Sim
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) – Não
Ciro Nogueira (PP-PI) – Sim
Cristovam Buarque (PDT-DF) – Não
Dalírio Beber (PSDB-SC) – Não
Dário Berger (PMDB-SC) – Sim
Davi Alcolumbre (DEM-AP) – Não
Delcídio do Amaral (PT-MS) – Sim
Donizeti Nogueira (PT-TO) – Sim
Douglas Cintra (PTB-PE) – Sim
Edison Lobão (PMDB-MA) – Sim
Eduardo Amorim (PSC-SE) – Não
Elmano Férrer (PTB-PI) – Não
Eunício Oliveira (PMDB-CE) – Sim
Fátima Bezerra (PT-RN) – Sim
Fernando Coelho (PSB-PE) – Sim
Fernando Collor (PTB-AL) – Não
Flexa Ribeiro (PSDB-PA) – Não
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) – Sim
Gleisi Hoffmann (PT-RS) – Sim
Hélio José (PSD-DF) – Sim
Humberto Costa (PT-PE) – Sim
Ivo Cassol (PP-RO) – Sim
Jader Barbalho (PMDB-PA) – Sim
João Alberto Souza (PMDB-MA) – Sim
João Capiberibe (PSB-AP) – Não
Jorge Viana (PT-AC) – Sim
José Agripino (DEM-RN) – Não
José Medeiros (PPS-MT) – Não
José Pimentel (PT-CE) – Sim
José Serra (PSDB-SP) – Não
Lídice da Mata (PSB-BA) – Não
Lindbergh Farias (PT-RJ) – Não
Lúcia Vânia (PSDB-GO) – Sim
Magno Malta (PR-ES) – Não
Marcelo Crivella (PRB-RJ) – Não
Marta Suplicy (Sem partido-SP) – Não
Omar Aziz (PSD-AM) – Sim
Otto Alencar (PSD-BA) – Sim
Paulo Bauer (PSDB-SC) – Não
Paulo Paim (PT-RS) – Não
Paulo Rocha (PT-PA) – Sim
Raimundo Lira (PMDB-PB) – Sim
Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) – Não
Regina Sousa (PT-PI) – Sim
Reguffe (PDT-DF) – Não
Ricardo Ferraço (PMDB-ES) – Não
Roberto Requião (PMDB-PR) – Não
Roberto Rocha (PSB-MA) – Sim
Romário (PSB-RJ) – Não
Romero Jucá (PMDB-RR) – Sim
Ronaldo Caiado (DEM-GO) – Não
Rose de Freitas (PMDB-ES) – Sim
Sandra Braga (PMDB-AM) – Sim
Sérgio Petecão (PSD-AC) – Não
Simone Tebet (PMDB-MS) – Sim
Tasso Jereissati (PSDB-CE) – Não
Telmário Mota (PDT-RR) – Sim
Valdir Raupp (PMDB-RO) – Sim
Vanessa Grazziotin (PCdoB – AM) – Sim
Vicentinho Alves (PR-TO) – Sim
Waldemir Moka (PMDB-MS) – Sim
Walter Pinheiro (PT-BA) – Não
Wellington Fagundes (PR-MT) – Sim

Cássio garante legenda do PSDB para Cícero disputar prefeitura da Capital

Ex-diretor da Petrobras, Cerveró é condenado a cinco anos de prisão

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O ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró foi condenado a cinco anos de prisão – em regime, inicialmente, fechado – pelo crime de lavagem de dinheiro. A decisão do juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, é da tarde desta terça-feira (26). Esta é a primeira condenação de Cerveró, que também é réu em mais uma ação penal e já está preso em Curitiba.

Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), Nestor Cerveró adquiriu para si, mas em nome de uma empresa, um apartamento de luxo no Rio de Janeiro com dinheiro que recebeu como propina na Petrobras – a acusação de recebimento de propina é apurada no outro processo. Cerveró simulou um contrato de locação do próprio imóvel para justificar o uso, de acordo com a denúncia.

O imóvel, localizado no Rio de Janeiro, no bairro de Ipanema, foi adquirido por R$ 1,532 milhão pela empresa Jolmey. Conforme a denúncia, a offshore foi constituída no Uruguai por Cerveró e o advogado uruguaio Oscar Algorta, e posteriormente no Brasil, quando ingressou no país com capital de R$ 2,6 milhões. O dinheiro foi utilizado, segundo os procuradores, para adquirir o apartamento, para empreender uma reforma de R$ 690 mil no imóvel, e para bancar impostos e honorários de advogados.

Algorta também era réu neste mesmo processo criminal, sendo acusado de ter lavado parte do dinheiro desviado com a compra do apartamento em nome da offshore. Porém, como reside no exterior, a ação contra ele foi desmembrada deste processo.

Atualmente, o apartamento está avaliado em R$ 7,5 milhões, segundo o MPF. Na sentença, Moro determinou o confisco do imóvel e que, após alienação, o produto da venda seja revertido à Petrobras, apontada como vítima dos crimes antecedentes à lavagem de dinheiro.

O advogado que representa Nestor Cerveró no processo, Edson Ribeiro, afirmou ao G1 que discorda do conteúdo da sentença, e que irá recorrer. Questionou, ainda, a rapidez com que a sentença foi publicada, uma vez que as alegações finais de Cerveró foram apresentadas pela defesa apenas após as 22h de segunda-feira (25).

“Eu estranho justamente essa rapidez. Todos nós dormimos pelo menos umas seis horas, oito horas. Então, em sete horas foram lidas as alegações e apresentada uma sentença com 50 e poucas páginas. Denota-se que a sentença já estava pronta, aguardava apenas a formalização da entrega pela defesa e mais nada. Esse é um fato de relevo”, afirmou o advogado, que disse ainda que o caso demonstra “total desprezo pelo devido processo legal”.

Prefeitura de Camalaú prorroga inscrições do concurso público

Sumé terá São Pedro com shows de Maciel Melo, Santana, Niedson Lua e outros

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A Prefeitura de Sumé fechou a programação dos festejos juninos da cidade priorizando as festividades de São Pedro na região. Santana, Maciel Melo e Niedson Lua estão entre as grandes atrações confirmadas para a festa.

As comemorações de São João da cidade começam no dia 18 de junho com a abertura das barracas, apresentações de forró pé de serra e quadrilhas juninas.

O Arraial este ano também será denominado Espaço Robson Rafael, em homenagem prestada pela Prefeitura a Robson, que por alguns anos esteve à frente da Secretaria de Cultura e Esportes organizando as festas juninas.

Este ano, a programação está voltada para a valorização do autêntico forró pé de serra, da poesia nordestina e das atrações locais. A programação da cidade também busca atender às recomendações emitidas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) quanto às despesas com festividades em detrimento de suas obrigações legais.

De 18 a 30 de junho, os sumeenses e visitantes terão todas as noites forró pé de serrá, quadrilhas, comidas e bebidas nas barracas do palhoção. As atrações principais se apresentam de 27 a 30 de junho no palco principal, na Praça José Américo.

Confira a programação de Sumé:

27/junho: Trio Feras
Bira Marcolino
Maciel Melo
Forró Bom Sucesso

28/junho: As Severinas
Dominguinhos e Forró da Gente
Forró dos Bambas

29/junho: Nascimento Filho
Niedson Lua
Mercinho e Forró Canto da Serra

30/junho: Forró Kent
Santanna o Cantador
Forró do Valle

Prefeita Edna Henrique reafirma descaso do Governo do Estado com Monteiro

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A prefeita Edna Henrique voltou a criticar o descaso como o Governo do Estado tem tratado o município de Monteiro, e criticou o deputado Ricardo Barbosa por este ter defendido o governo das acusações formuladas pelo deputado estadual João Henrique, de que o governador Ricardo Coutinho persegue os municípios que são administrados por prefeitos que não fazem parte de sua base política.

Segundo Edna Henrique, o Governo do Estado “esqueceu que Monteiro existe” e está perseguindo a cidade, como se quisesse penalizar a ela como prefeita e ao seu esposo, o deputado estadual João Henrique. Edna detonou Ricardo Coutinho dizendo que sua gestão passa, mas o município e sua população permanecem e não podem ser tratados da maneira que está ocorrendo.

A prefeita acentuou que o Governo do Estado está devendo ao município de Monteiro um montante de R$ 3,5 milhões, somente na área da saúde. A dívida está sendo cobrada na Justiça, pois segundo a gestora, esgotaram-se todos os pedidos de resolução junto a Secretaria de Saúde do Estado.

O setor de Hemodiálise e a UTI do Hospital Santa Filomena, prometidas pelo governador ficaram apenas no papel, não foi feito absolutamente nada, e os pacientes que precisam fazer hemodiálise estão sendo atendidos graças ao município que fortaleceu o programa TFD – Tratamento Fora do Domicílio, e os transporta diariamente para Campina Grande e João Pessoa.

Edna também relatou a construção de um ginásio esportivo no Conjunto Mutirão, cuja obra está paralisada há mais de seis meses por falta de um aditivo que deveria ser fornecido pelo Governo Estadual. “Simplesmente, eles não liberam um aditivo pedido pela gestão e mesmo o dinheiro já estando em nossas contas, não podemos pagar ao construtor, pois o prazo do contrato ficou vencido. O construtor realizou uma parte da obra, quer receber pela medição realizada e como não aconteceu paralisou os serviços e se demorar mais tempo vai abandonar a obra. Isso é ou não é perseguição?”, indagou a gestora.

A prefeita de Monteiro ainda mencionou a construção da escola Araújo Ventura, orçada em R$ 669 mil teve apenas 10% do seu valor liberado, estando com as obras paralisadas há quase um ano porque o Governo do Estado se nega a liberar a segunda parcela, mesmo sendo uma obra do Pacto do Desenvolvimento.

“Há dois anos o município de Monteiro solicitou a cessão de um prédio onde funcionou a Escola Estadual Santa Filomena para que pudesse acomodar cerca de 500 alunos, porém, até hoje o Governo do Estado não respondeu à nossa solicitação e os alunos estão sendo prejudicados, sendo necessário acomodá-los na Escola Tiradentes, em três turnos”, afirmou Edna Henrique.

A prefeita Edna Henrique lamentou também a falta de apoio ao homem do campo que vive uma das piores secas da história. “Todas as ações para amenizar a estiagem estão sendo feitas com recursos do município, a exemplo de distribuição de ração animal, limpeza de barragens e cacimbas, concertos de cataventos e perfuração de poços artesianos. Já perfuramos 50 poços e estamos contratando a perfuração de mais 50 para os próximos dias, porém, até agora nenhum centavo o Governo do Estado investiu em nosso município”, afirmou a prefeita.

Edna Henrique disse ainda que, além de não trazer nada de concreto, Ricardo Coutinho este ano já retirou de Monteiro a plenária do Orçamento Democrático e a abertura dos Jogos Escolares, que sempre são realizadas nas cidades pólos.

Ao final a prefeita revelou estar decepcionada com a forma de Ricardo Coutinho administrar e que os monteirenses não merecem este tipo de tratamento. “Ele prega que não age com perseguição política, mas está boicotando as ações do Governo em Monteiro, como se estivesse a me prejudicar ou ao deputado João Henrique. É o povo que está sendo penalizado, perseguido e prejudicado”, finalizou.

LUTO NO CARIRI: Morre aos 72 anos o prefeito de São Domingos do Cariri

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