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Aesa prevê máxima de 31ºC e mínima de 17ºC para o Cariri nesta terça-feira

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Paraíba ganha nova faculdade com várias opções de cursos e pós-graduações

Barragem de Mucutu dá primeiros sinais de colapso; Taperoá está em alerta

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Carros são incendiados em estacionamento de Fórum do Cariri

Ameaça de bomba suspende prova da OAB

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Uma ameaça de bomba interrompeu e suspendeu a prova da OAB na Unijorge, que fica na Avenida Paralela, em Salvador, por volta das 12h40 deste domingo (24). De acordo com a assessoria da instituição, um homem ameaça explodir o local. A situação causou pânico e correria. A polícia informou que não há feridos e que o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) negocia a rendição do rapaz.

De acordo com a assessoria da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), ainda não há informações sobre a motivação das ameaças. A SSP informou que o suspeito está isolado em uma sala. Por volta das 15h50, o grupo antibomba da Polícia Federal chegou no local.

Um advogado que foi contratado pela família do suspeito chegou à universidade às 16h50, mas não passou mais informações sobre o rapaz.

Segundo Fabrício de Castro Oliveira, Conselheiro Federal da OAB na Bahia, o homem teria entrado em uma sala e pedido para os candidatos saírem em 11 minutos, pois estava em posse de uma bomba pronta para explodir. Neste domingo é realizada a primeira fase do exame da Ordem dos Advogados do Brasil em todo o país. A presidente da comissão do exame da OAB na Bahia, Beta Norma, informou que 3,4 mil pessoas iriam fazer a prova na Unijorge, 6 mil na Bahia.

Ameaça de bomba
O agente penitenciário Jorge Magno relatou que chegou a conversar com suspeito. “Ele estava em uma sala do lado da minha, fui lá e tentei conversar com ele, disse ‘rapaz, vamos conversar’, e ele disse: ‘você tem 12 minutos para deixar o prédio’. Não vi bomba, mas ele estava com duas sacolas e quando eu tentava me aproximar, ele colocava a mão na sacola, então preferi sair”, disse o candidato.

O jornalista Alex Soares estava no local à espera da esposa que estava dentro da universidade para fazer a prova. “Ela disse que pediram para todos [os candidatos] deitarem no chão e chegou uma informação de que um homem estava com bomba no corpo”, disse.

A candidata Suzane Senzano relatou que algumas pessoas ficaram feridas na confusão. “Eu estava no 5° andar. Estava em frente à minha sala quando ouvi um barulho alto. Todo mundo começou a correr. As pessoas foram pisoteadas. Fui correndo para o lado de fora. Me escondi em um condomínio aqui do lado [da universidade]. Perdi algumas coisas que estavam na minha bolsa, as pessoas me empurraram na escada, na hora não senti nada, só saí correndo”, disse. Não há informações oficiais sobre feridos.
De acordo com um outro candidato que preferiu não se identificar, o homem que estaria com bombas amarradas ao corpo estava na sala ao lado da dele. “Na sala ao lado tinha um cara com um colete, com bombas amarradas e armado. Disseram que outras pessoas armadas estavam com ele também. Nessa confusão, ele abriu a camisa e deu tiro na sala. Ele ainda colocou cadeira e mesa para atrapalhar a saída das pessoas. Foi a maior correria”, contou. A polícia não confirma a ocorrência de tiros no local.

Segundo Luiz Viana, presidente da OAB-BA, uma nova data será marcada para a realização do exame em Salvador.

“A prova está suspensa em Salvador. Vai ser marcada uma nova data garantindo a todos a fazer uma nova prova com tranquilidade. O mais importante é que estão todos do lado de fora e ninguém ficou ferido. A nova data vai ser publicada no site da OAB nacional e no regional”, disse.

A Unijorge emitiu nota oficial sobre a situação. Confira o comunicado na íntegra:

Em relação ao incidente que paralisou a realização da primeira fase do exame da OAB, no prédio 1 do campus Paralela da Unijorge, a instituição confirma que o prédio foi evacuado e até o momento não há reféns, vítimas ou feridos. A Polícia Militar está no comando da situação, que está restrita à sala 711, no 7º andar, e atualizará as informações tão logo seja possível.

TCE investiga ‘escândalo das notas frias’ envolvendo a Prefeitura de Serra Branca

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Auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) passaram pelo menos três dias em Serra Branca, no Cariri paraibano, investigando a denúncia da emissão de ‘notas frias’ à Secretaria de Obras do município nos anos de 2013 e 2014, período em que a pasta era comandada pelo pré-candidato a prefeito da cidade, Vicente Fialho (Sousinha).

A denúncia atinge tanto o ex-secretário quanto o atual prefeito, Eduardo Torreão, executor e ordenador de despesas à época. A investigação foi feita meses após o Partido dos Trabalhadores entrar com uma ação na Justiça Federal pedindo a apuração de pagamentos não comprovados de cerca de meio milhão de reais com material de construção durante os anos de 2013 e 2014.

A Câmara Municipal de Serra Branca chegou a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as denúncias, mas segundo vereadores do PT e PSB, autores do pedido, a CPI não avançou nas investigações, pois maioria dos parlamentares é aliada do atual prefeito.

Segundo apurou o portal Cariri em Ação, os auditores do TCE-PB foram direto à procura dos processos licitatórios e comprovantes de pagamento, e querem descobrir onde o material comprado pelo então secretário Sousinha foi empregado.

“Eles irão em breve emitir um relatório atestando o que foi encontrado, mas antes poderão convocar o prefeito Eduardo Torreão e o ex-secretário de obras, Vicente Fialho, para prestar esclarecimentos quanto ao material comprado sem comprovação de seu emprego em obras do município”, diz o Cariri em Ação.

“Alguns aliados da Prefeitura e do ex-secretário falam que boa parte desse material foi doado, mas até para isso a secretaria apropriada para tal atividade seria a de Assistência Social e não de Obras, o que obrigará a Prefeitura de Serra Branca se explicar para a Corte de Contas do Estado”, acrescenta o portal.

Paraíba Já

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Política ou politicagem?

Por Luanna Brandão

luanabrandaonovaRedes sociais infladas de entendedores de política, nas rodas de conversas, nas praças e bares não falam em outra coisa, as cidades respiram o clima pré-eleitoral, cada qual que discurse mais genialmente sobre “política”, mas será que sabem realmente a diferença sutil entre a política e a politicagem que estamos habituados a ver?

Política é uma atividade orientada para a tomada de decisões a fim de se alcançar determinado objetivo e pode ser tida também como a luta para a resolução de conflitos de interesse da comunidade. Politicagem, porém esta totalmente a margem desse conceito, tem como objetivo principal atender a interesses próprios e a realização de troca de favores. Conceituados os termos, eu te pergunto o que tem em sua cidade, política ou politicagem?

Ao passear pelas “timelines” do facebook, o que mais encontro são defensores cheios de afinco para defender seus próprios interesses, os mais variados tipos de comentários em defesa de pré-candidatos. Ao perceber esse tipo de comportamento, questiono-me o porquê de não se usar tanta energia para defender as políticas públicas e para exigir que esses pré-candidatos apresentem projetos realmente interessantes para todos. Quando a defesa parte da necessidade única de bajular para conseguir um apadrinhamento qualquer no futuro, pratica-se a politicagem que em nada acrescenta ao desenvolvimento dos municípios muito pelo contrario, apenas contribui para que a manutenção dos currais eleitorais esteja garantida por mais quatro anos.

Um eleitor consciente e cumpridor de seus deveres sabe que tem não necessidade de bajulação e que um candidato que tem projetos para a comunidade é melhor do que aquele que demonstrou um interesse grupal que beneficiará apenas seus aliados. Alguém que te oferece um provável emprego em uma instituição pública em troca de seu voto, pratica politicagem. Aquele que te mostra como melhorar o município com base em dados e que tem pelo menos uma idéia de como solucionar determinado problema que afeta o povo, faz uso da política.

Não desperdice sua energia e dignidade pensando apenas no interesse presente, no que você enquanto indivíduo pode ganhar com o êxito de determinado candidato, use-a com sabedoria, aproveite o espaço das redes sociais e rodas de conversa para cobrar, e exigir que algo relevante seja mostrado. Quando um gestor investe em políticas públicas, ele beneficiará a você e a mim, então cabe a nós avaliarmos se precisamos de alguém que pratique política ou politicagem.

Prefeita de Monteiro prestigia entrega de título de cidadania ao presidente do TJPB

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Foi realizada na noite desta quinta-feira (21), a sessão solene de entrega de título de cidadão ao Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, Presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba.

A sessão foi realizada na Câmara Municipal de Monteiro e contou com a presença de familiares do homenageado, autoridades do poder judiciário de todo o Cariri paraibano e do estado, vereadores, secretários municipais, autoridades das policias civil e militar, representantes das igrejas locais, funcionários do Tribunal de Justiça da Paraíba e a população em geral que lotou as dependências do auditório e dependências da Câmara.

Também estiveram presentes, a prefeita do município Edna Henrique, o vice-prefeito Cajó Menezes e o vice-presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado estadual João Henrique.

A prefeita Edna Henrique destacou o reconhecimento que Monteiro presta a quem contribui com seu desenvolvimento, assim como o desembargador.

“Reconhecer a parceria e o trabalho de quem contribui para o seu desenvolvimento tem sido marca histórica de Monteiro, através desta Casa (José Ferreira Tomé), que representa nosso povo”, disse.

Na continuidade a prefeita destacou a importância da cidadania: “Doutor Marcos, assim como o senhor, não tive a honra de nascer biologicamente nesta terra maravilhosa. Mas Deus, com sua infinita bondade, permitiu que na minha juventude conhecesse um monteirense nato, o hoje deputado e vice-presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, João Henrique, e com ele construísse uma família maravilhosa.

A bondade divina foi tão grande que me mandou para cá, de mala e cuia, a fim de que eu pudesse dedicar o melhor de mim pela terra que me acolheu e me abraçou.

Fui agraciada com o título de cidadania e os meus irmãos agora conterrâneos me elegeram por duas vezes como sua gestora, permitindo que eu pudesse fazer muito mais, retribuindo com trabalho e com amor tanta generosidade.

Faço este registro simbólico para demonstrar o quanto é grandioso o senso de reconhecimento desta comunidade.

Em nome do povo que tenho a honra de gerenciar, desejo lhe parabenizar pela homenagem que recebe neste instante e dizer-lhe que, para mim, é uma elevada honra tê-lo a partir de agora como irmão monteirense”.

SOBRE O HOMENAGEADO

O Desembargador Marcos Cavalcanti é natural de Mamanguape e antes de ocupar a atual função foi advogado, procurador, Promotor de Justiça do estado, Juiz de direito e Juiz eleitoral, passando pelas comarcas de Belém, Mamanguape, Campina Grande e João Pessoa.

Marcos Cavalcanti assumiu interinamente o Governo do Estado em Julho de 2015. É ainda professor da Faculdade de Direito da UEPB, Membro da Academia Paraibana de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico da Paraíba.

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Conheça a história do paraibano preso pela PF por ligação com o Estado Islâmico

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Antônio (Ahmed) Andrade dos Santos Júnior, um dos presos pela Polícia Federal, é um ex-cristão e ex-ateu que se radicalizou pela internet. Chegou a ser banido da mussala (sala de oração, para os muçulmanos) onde teve o primeiro contato com o Islã, em João Pessoa, na Paraíba, por suas declarações radicais e de apologia do Estado Islâmico. Pai de um menino de nove meses, de um casamento arranjado com uma brasileira que adotou o Islã como ele, Antônio, de 34 anos, também tinha problemas com a família por seu radicalismo. Ele aparece ao lado de outro preso, o paulista Vitor Magalhães, em uma foto tirada no Egito, ao lado de uma bandeira negra do grupo terrorista. Antônio e Vitor viajaram juntos ao Cairo, entre 2013 e 2014, onde passaram seis meses estudando religião em uma universidade particular.

Ao voltar do Egito, Antônio passou a defender abertamente o EI, segundo pessoas próximas a ele. Mas já teria se radicalizado pouco antes da viagem, por meio de contatos via internet, após se “reverter” (termo usado por muçulmanos para designar a conversão ao Islã) numa mussala de João Pessoa, aquela da qual foi banido mais tarde, por suas posições extremistas.

A mussala funciona dentro de uma academia de boxe, na periferia de João Pessoa, a Associação Beneficente Esportiva Muçulmana Mesquita’a Brothers, do ex-lutador e treinador de boxe Muhammad Al Mesquita. Batizado como cristão, Antônio treinou boxe na academia paraibana, da qual era vizinho, durante oito anos, antes de se “reverter” ao Islã.

— Ele ficou aqui como aluno por oito anos e chegou a competir. Eu praticamente o criei. Era um menino muito bom. Eu lhe falava sobre religião, mas ele ria. Era completamente ateu. Um dia, me pediu para se reverter. Eu disse a ele que ele precisava estudar mais o Islã antes disso. Nós tivemos muitas conversas. Uma noite, bem tarde, ele me ligou e disse que estava pronto. Então, ele fez a shahada (declaração de conversão ao Islã) — conta Muhammad Al Mesquita. — Só que, depois disso, ele começou a mudar muito. Passou a seguir pessoas na internet, a ler textos que não eram bons. Eu dizia para ele: “Ahmed, cuidado!”
SUSPEITO FAZIA BICOS

Mas Antônio já não o ouvia.

— Ele começou a ter pensamento próprio. Então, um dia eu o proibi de voltar à academia e à mussala. Um dia ele me ligou e eu lhe pedi que não me procurasse mais, se ainda tivesse aquelas ideias, porque não eram ideias boas, não eram de fé. Eu descobri que ele não era do bem, não era grato pelo que fiz por ele.

Muhammad diz que recebeu a visita de agentes da Polícia Federal três vezes em sua academia:

— Eu sofro muito porque procuro passar a eles a mensagem sagrada, o caminho de Deus e da paz. Mas esses covardes estão acabando com nossa fé. O verdadeiro Islã não é isso. Não tem nada a ver com terrorismo.

Após ser banido da mussala, Antônio parecia revoltado. Foi procurar o Centro Islâmico de João Pessoa, fundado por João (de Deus) Cabral, ex-pastor evangélico que adotou o Islã em 2008. Ele chegou a frequentar a mussala por cerca de três anos, mas Cabral também começou a ficar preocupado com suas declarações radicais e sua conduta. Depois de um tempo, se afastou.

— Nunca mais conversei com ele, exatamente por conta dessas ideias — disse, por telefone, Cabral, que hoje vive em Dubai. — O Islã repudia quaisquer atos de violência.

Cabral publicou na internet uma nota: “Qualquer pessoa que tenha visitado ou mantido relacionamento com nosso centro e que por suas posições se coloca ou tenha se colocado, em qualquer tempo, a favor dos infames atos terroristas, é considerada por nós ‘persona non grata’, devendo responder individualmente por suas posições.”

Antônio passou a visitar a mussala apenas ocasionalmente, em festas religiosas, a última delas no feriado de Eid, quando os muçulmanos celebram o fim do mês sagrado do ramadã, no dia 7 de julho. Ele vive num bairro da periferia de João Pessoa com os pais, aposentados, a mulher, uma jovem revertida pela internet há três anos, e o filho. São casados há dois anos. Uma jovem brasileira que adotou o Islã e frequentava a mesma mussala diz que Antônio tinha discussões com a mãe por causa de suas ideias radicais.

— Quando começava a falar sobre essas ideias radicais, nós o cortávamos. Mas ele era cabeça dura — diz a jovem muçulmana.

Antônio fazia bicos em João Pessoa e nunca se fixou em nenhum emprego. Ele chegou a se mudar para São Paulo e a trabalhar com refugiados sírios em uma ONG da comunidade islâmica.

O Globo

"Política nunca mais, só arrumei problemas e inimizades", diz Fred Marinheiro

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“Política nunca mais!”. Foram essas palavras que o político do município de Juazeirinho, Fred Marinheiro, proferiu na manhã desta quinta-feira (21).

“Realmente, decidi me afastar totalmente. Já dei a minha contribuição como homem público. Só arrumei problemas e inimizades. Fiz uma reunião com a minha família e decidimos: ‘POLÍTICA NUNCA MAIS!!!’”, afirma categoricamente o ex-prefeito.

Médico de profissão, Fred disputou quatro eleições e ganhou todas. Em 1992 e 1996, foi eleito vereador e chegou a ocupar a presidência da Câmara.

Até os diais atuais, ele é o vereador mais votado da história do município com 703 votos conquistados em 1996.

Em 2000, após rachar com a família e aliar-se ao maior adversário do clã Marinheiro, dr Genival Matias (in memorian), Fred venceu a eleição para prefeito.

Quatro anos mais tarde, em 2004, tornou-se o único prefeito reeleito da história do município ao derrotar o agora adversário, dr Genival.

Voltou em 2012, mas com problemas na Justiça Eleitoral, não conseguiu registro de sua candidatura a prefeito pela oposição.

No entanto, ardiloso e matreiro, Fred empurrou o pleito com a barriga e jurando de pé junto que era candidato para, na véspera da votação, retirar o nome e ser substituído pela esposa, Carleusa Marques, que derrotou o então prefeito, Bevilacqua Matias, que concorria a reeleição.

Carleusa renunciou ao cargo definitivamente em maio de 2015 e Fred decidiu “pendurar as chuteiras”, politicamente falando.

Heleno Lima

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