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::Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro ::Aesa prevê sol e temperatura de 34ºC para o Cariri nesta quarta-feira ::Operação Voto Seguro mobiliza mais de 7 mil policiais para as eleições ::Curso de gestão pública do CDSA realiza debate entre candidatos em Sumé ::OAB-PB interioriza debate com vistas ao combate à morosidade processual ::Irmão de candidato a vice de Boqueirão morre vítima de infecção, aos 30 anos ::Hacker exigiu R$ 300 mil para não vazar fotos de Marcela Temer ::Pagamento de setembro dos servidores estaduais será nesta quinta e sexta-feira ::Cano estourado desperdiça água há três dias na cidade de Monteiro ::EM SUMÉ: Éden Duarte visita bairros e Mercado Público ao lado de Dr. Neto Malves Supermercados

Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro

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Aesa prevê sol e temperatura de 34ºC para o Cariri nesta quarta-feira

Operação Voto Seguro mobiliza mais de 7 mil policiais para as eleições

Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro

A Polícia Militar inicia nesta quarta-feira (28) a operação Voto Seguro, que vai atuar na guarda das urnas eleitorais, segurança dos locais de votação e reforço do policiamento nos municípios, durante as eleições do próximo domingo (2), em todo o Estado. Para isso, serão utilizados 7.482 policiais e 1.200 viaturas (entre carros e motos). A operação se prolonga até a segunda-feira (3).

De acordo com o plano de segurança da PM, serão montados três centros de comando e controle nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Patos, onde oficiais da corporação e integrantes de outros órgãos envolvidos no pleito vão acompanhar em tempo real todas as atividades de segurança da operação.

O embarque das tropas que vão reforçar a segurança em outras cidades começa nesta quarta-feira (28), às 8h, com mais de 250 policiais saindo do Centro de Educação da PM, em Mangabeira, na capital, com destino às cidades da região de Cajazeiras e Sousa.

Na quinta-feira (29), no mesmo horário e local, embarcam mais 220 policiais para outras cidades do Sertão, a exemplo de Patos, Princesa Isabel, Itaporanga e Catolé do Rocha. No mesmo dia, às 14h, acontece o embarque dos policiais que vão atuar no Agreste, Brejo e Cariri do Estado.

O envio do reforço será concluído na sexta-feira (30), às 8h, quando serão enviados os policiais que vão trabalhar nas cidades da Região Metropolitana de João Pessoa, Litorais Norte e Sul da Paraíba.

O coordenador do Estado Maior Estratégico da Polícia Militar, coronel Jarlon Cabral, disse que no sábado (30) a PM já estará pronta para receber todas as urnas e começar efetivamente as ações para o dia do pleito. “Teremos policiais em todos os locais de votação para recepcionar e guardar as urnas, assim como para manter a segurança externa dos locais de votação. Eles receberão uma cartilha com orientações sobre como proceder em relação às condutas mais recorrentes neste período, mas que são proibidas pela Justiça eleitoral”, disse.

Ao todo, 172 cidades vão receber reforço para a segurança das eleições. A operação Voto Seguro vai até o início da manhã da segunda-feira (3), após as comemorações nos municípios.

Reconhecimento do TRE – Nas últimas eleições municipais, em 2012, o Tribunal Regional Eleitoral homenageou a Polícia Militar da Paraíba, entregando a mais alta comenda da corte, a medalha “Desembargador Flodoardo Lima da Silveira”, ao comandante-geral da corporação, coronel Euller Chaves, em reconhecimento ao resultado das operações Voto Seguro I e II, que garantiram a tranquilidade das eleições nas 223 cidades paraibanas naquele ano.

Curso de gestão pública do CDSA realiza debate entre candidatos em Sumé

OAB-PB interioriza debate com vistas ao combate à morosidade processual

Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro

“A Ordem está às ordens para trabalharmos juntos”, afirmou o secretário-geral da OAB-PB e presidente da Comissão Estadual de Combate à Morosidade Processual Assis Almeida a advogados da cidade de Campina Grande, durante encontro ocorrido na última sexta-feira, no auditório daquela Subseção.

Ele destacou a corajosa e inédita iniciativa do presidente Paulo Maia, que criou a Comissão de Combate à Morosidade Processual com o objetivo de defender a categoria e a sociedade. Assis registrou que nesse sentido foi estabelecido, através de aplicativo, um canal direto com os advogados todo o estado para apresentação de denúncias à Comissão.

Qualificada contribuição

Assis Almeida, saudado como o embaixador da OAB-PB em Campina Grande, disse, ainda que a Ordem discutirá esse tema junto às demais Subseções do estado e a Seccional adotará as devidas e legais providências de combate à morosidade. Frisou que o Judiciário certamente haverá de agradecer a OAB “por nossa contribuição, pois com certeza é de seu interesse ver realizado o princípio constitucional da celeridade processual, e nós advogados podemos muito contribuir, pois estamos presentes em todas as comarcas e vivenciamos de perto a grave realidade do congestionamento processual”.

Assis Almeida, que também é membro consultor da Comissão Nacional de Defesa das Prerrogativas e Valorização da Advocacia, ouviu e relacionou atentamente as denúncias dos advogados campinenses, às quais serão dados os respectivos encaminhamentos pelas duas Comissões. Acerca das prerrogativas dos advogados, o conselheiro federal Bruno Veloso lembrou que tramita na Câmara dos Deputados projeto de lei que visa criminalizar sua violação e considerou, como um tento histórico da OAB-PB, o enfrentamento da morosidade processual e do desrespeito às prerrogativas dos advogados.

Denúncias sobre morosidade

Ao enfatizar que essa luta é de todos, o presidente da Subseção campinense, Jairo Oliveira, apresentou, através do presidente da Comissão de Acesso à Justiça, Orlando Virgínio, alguns aspectos causadores da morosidade processual, exemplo do fracionamento de férias por magistrados, feriados imprensados, falta de treinamento de serventuários para utilização do PJE e de transição do sistema entre os processos físicos e virtuais.

Outras denúncias foram feitas pelos presentes, como a absoluta precariedade de recursos humanos e materiais na Comarca de Campina Grande e outras circunvizinhas, com algumas Varas dispondo de apenas dois servidores e comparecimento de juízes apenas um dia na semana, o que recrudesce, inevitavelmente, a morosidade processual, penalizando a sociedade e a advocacia.

Irmão de candidato a vice de Boqueirão morre vítima de infecção, aos 30 anos

Hacker exigiu R$ 300 mil para não vazar fotos de Marcela Temer

Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro

Detido provisoriamente em maio deste ano, Silvonei José de Jesus Souza, hacker acusado de tentar extorquir Marcela Temer, esposa do presidente da República Michel Temer, deve ir a julgamento nas próximas semanas. Se condenado, ele pode acabar recebendo a sentença de 15 anos de prisão.

O processo corre sob segredo de Justiça mas, de acordo com uma reportagem do BuzzFeed Brasil, que diz ter tido acesso a detalhes do caso, Silvonei é acusado de ter clonado o celular de Marcela e de ter exigido R$ 300 mil para não vazar fotos íntimas e áudios da vítima.

Nos autos, o nome de Marcela Temer foi omitido e substituído por “Mike”. No alfabeto fonético usado por militares e aviadores, esse é o som correspondente à letra M, de Marcela. A chantagem teria sido feita em abril, ainda de acordo com o BuzzFeed.

Silvonei teria descoberto o número de telefone pessoal de Marcela ao comprar um CD pirata que armazenava dados de diversas pessoas, públicas e anônimas. O hacker então clonou o WhatsApp da primeira-dama e, se passando por ela, pediu R$ 150 mil ao irmão de Marcela para uma suposta pintura.

Depois disso, Silvonei teria confrontado Marcela diretamente pedindo os R$ 300 mil citados pela acusação. O hacker teria ainda ameaçado divulgar áudios que, “fora de contexto”, como ressalta o BuzzFeed, poderiam comprometer a imagem de Michel Temer, que na época era vice-presidente e aguardava o resultado do processo de impeachment de Dilma Rousseff.

Temer teria optado por não envolver a Polícia Federal no caso porque acreditava que o hacker tinha motivações políticas. Alexandre de Moraes, hoje ministro da Justiça, e que na época era secretário de Segurança do estado de São Paulo, se envolveu no caso a pedido de Geraldo Alckmin, governador paulista.

Alexandre então teria acionado a Divisão Anti-Sequestro (DAS) do estado de São Paulo para descobrir quem era o chantagista. De acordo com o BuzzFeed, o hacker foi preso no dia 11 de maio, um dia antes de Temer ser empossado como presidente interino devido ao afastamento de Dilma. Alexandre foi nomeado ministro logo em seguida.

O processo está nas mãos da juíza Eliana Cassales de Melo, da 30ª Vara Criminal da Barra Funda, e aguarda apenas a anexação de alguns lados para que seja realizado o julgamento.

Pagamento de setembro dos servidores estaduais será nesta quinta e sexta-feira

Cano estourado desperdiça água há três dias na cidade de Monteiro

EM SUMÉ: Éden Duarte visita bairros e Mercado Público ao lado de Dr. Neto

Governo assina acordo para manter médicos cubanos por mais 3 anos

Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, assinou, nesta segunda-feira (26), na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), em Washington, Estados Unidos, o contrato que mantém, por mais três anos, a participação dos médicos cubanos no programa Mais Médicos.

No último dia 13 de setembro, o presidente Michel Temer já havia assinado a lei que prorrogou o programa Mais Médicos.

O salário dos médicos cooperados também foi ajustado nesta segunda, passando de R$ 10.570 para R$ 11.520, e valerá para todos os médicos participantes. A mudança foi publicada no Diário Oficial de União.

O Ministério da Saúde já havia informado na última semana que manteria os cubanos por enquanto, mas que pretende reduzir em 35% a sua participação no programa nos próximos três anos. A meta do governo federal é que a quantidade de médicos da ilha caribenha atuando no país passe de 11,4 mil para 7,4 mil nesse período. Em 2017, o ministério pretende preencher 2 mil vagas com profissionais brasileiros.

“É importante ressaltar que estamos comprometidos em fortalecer a atuação dos brasileiros no Mais Médicos. No entanto, enquanto houver necessidade o convênio com a Opas será mantido”, destacou Antônio Nardi.

A manutenção do projeto foi negociada com gestores dos municípios, que pediram a continuidade para que a população onde há médicos do Programa não ficasse sem atendimento.

A partir de novembro, novos profissionais serão substituídos. Em 2017, de acordo com o governo federal, novos editais para atrair mais brasileiros deverão ser lançados.

O Ministério da Saúde acertou com a Opas, no entanto, que há possibilidade de prorrogação da permanência de médicos cubanos do Programa Mais Médicos que tenham se casado ou estejam em união estável no Brasil.

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BARRAGEM SECOU: 200 mil receberão água de carros-pipa em Pernambuco

Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro

A barragem de Jucazinho, em Surubim, no Agreste de Pernambuco, entrou em colapso nesta segunda-feira (26). De acordo com a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), o reservatório está com 0,01% de água e não há como realizar abastecimento. A barragem abastecia 11 cidades. A partir desta semana, aproximadamente 200 mil pessoas destes municípios receberão água por meio de carro-pipa.

De acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), Jucazinho atingiu o volume morto em novembro de 2015, quando chegou a 2,52% do total. A barragem tem capacidade para comportar 327.036.000 m³ de água. A Compesa informou que na sexta-feira (23) ainda era possível bombear água, mas hoje o abastecimento ficou inviável.

Com a água diminuindo no reservatório, em setembro de 2015, três das 15 cidades que eram abastecidas por Jucazinho deixaram de receber água do reservatório: Caruaru, Bezerros e Gravatá. Já em 28 de julho de 2016 deixou de fornecer água para Santa Cruz do Capibaribe.

Com o colapso da barragem de Jucazinho, passam a receber água por carro-pipa as seguintes cidades: Toritama, Vertentes, Vertente do Lério, Frei Miguelinho, Santa Maria do Cambucá, Casinhas, Passira, Cumaru, Riacho das Almas e Salgadinho.

A assessoria da Compesa informou ao G1 que o município de Surubim será abastecido pela barragem de Palmerinha, em Bom Jardim, que está com 4,8 milhões de metros cúbicos, o que corresponde a 80% da capacidade total. A Companhia informou que Caruaru e Santa Cruz do Capibaribe continuarão sendo abastecidos pela barragem do Prata.

Campus de Sumé da UFCG realiza seminário sobre a MP do Ensino Médio

Candidata a vereadora em Monteiro nega acusações e confirma candidatura

Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro

A candidata a vereadora do município de Monteiro, Christianne Leal (PHS), negou informações de que não poderá ser candidata no pleito do próximo domingo (02). A parlamentar confirmou que realmente enfrenta um processo de impugnação de sua candidatura que partiu de seus adversários.

Porém, de acordo com a candidata a sua assessoria Jurídica composta de três Advogados já tomou todas as providências, inclusive ingressando na Justiça um recurso com efeito suspensivo da decisão do TRE-PB e assim poderá ser candidata normalmente como os demais candidatos.

“Passaram a informação de que minha candidatura teria sido indeferida por envolvimento na operação Sanguessuga, afirmação esta, que jamais foi dita por nenhum membro do Tribunal Regional Eleitoral”, disse a candidata.

Christianne Leal ainda frisou que toda população de Monteiro conhece a sua história e o seu passado e sabe que a mesma jamais se envolveu em nenhum tipo de falcatrua. O processo a que se referem os meus adversários, sequer foi julgado no STJ (Superior Tribunal de Justiça), ainda está em fase de julgamento e portanto, de acordo com a Constituição desse País, nenhum cidadão pode ser considerado culpado antes que seja declarada a sentença definitiva do caso.

A vereadora e candidata à reeleição disse que continua sua campanha de forma normal sem se preocupar com a parte jurídica que está sendo acompanhada por competentes Advogados e que tem a consciência que nada deve a Justiça e ao final de tudo provará sua inocência principalmente aos seus desafetos que tentam sujar seu nome e sua imagem as vésperas de um pleito eleitoral.

Governo conclui quarta etapa do Projeto Ambiental do Novo Cariri

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O Governo do Estado da Paraíba, em parceria com a Universidade Federal da Paraíba, finalizou na última sexta-feira (23) a quarta expedição do Projeto de Restauração e Regularização Ambiental do Novo Cariri (PRNC). Em uma semana, foram visitados cinco municípios do Cariri paraibano e colhidas mais de 50 amostras de solo e vegetação, que serão analisadas pelos profissionais envolvidos e inseridas na elaboração do Programa de Regularização Ambiental (PRA-PB).

A expedição foi realizada por uma equipe multidisciplinar da Superintendência de Desenvolvimento do Meio Ambiente (Sudema), Projeto de Desenvolvimento Sustentável do Cariri, Seridó e Curimataú (Procase), e UFPB,formada por biólogos, engenheiros ambientais, engenheiros florestais, estatísticos, geógrafos, tecnólogos em geoprocessamento e de agroecologia.

Os profissionais visitaram áreas dos municípios de Caraúbas, Coxixola, Congo, São João do Cariri e Serra Branca. Segundo eles, nesta expedição foram observadas florações, frutificações e brotamentos de algumas espécies de plantas nativas mesmo com o longo período de estiagem, o que demonstra, em parte, continuidade no ciclo reprodutivo da flora na Caatinga.

“Observamos ainda que a regeneração da flora está ocorrendo mesmo em áreas degradadas e reforça mais ainda que se aplicarmos nossos modelos de sistemas agroflorestais e de boas práticas ambientais nas propriedades rurais poderemos garantir a revegetação do nosso semiárido”, disse o consultor ambiental do Procase e integrante da expedição, Thiago Silva.

Além desta, outras expedições foram realizadas nos meses de maio, julho e agosto, totalizando mais de 150 amostras de solo e vegetação para análise da equipe. Segundo Thiago Silva, outras duas expedições estão agendadas ainda este ano para que os resultados finais de todas as amostras sejam utilizadas na elaboração dos documentos técnicos que auxiliarão a equipe na implantação do PRA-PB.

O PRNC – O PRNC é resultado de um acordo de cooperação técnica entre o Governo do Estado e a UFPB, e tem como objetivo levantar os dados necessários para o processo de restauração ambiental do Cariri, umas das regiões mais atingidas com o processo de desertificação.

A intenção é identificar e diminuir os efeitos da desertificação no Cariri Paraibano, que, segundo os integrantes das expedições do PRNC, atualmente em todas as regiões do estado, exceto o Litoral, há focos deste fenômeno que deixa o solo infértil e de difícil manejo para agricultura, e para recuperação das áreas degradadas.

Polícia Federal chega a cidade de Monteiro para coibir a compra de votos

Tovar participa de campanhas em Ouro Velho e mais 5 municípios

Professora é selecionada para representar o Cariri paraibano na Europa

Moradores denunciam perfuração de poços por troca de votos em Monteiro

Polícia Federal cumpre a 35ª fase da Lava Jato e prende Antonio Palocci

Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro

O ex-ministro Antonio Palocci foi preso na 35ª fase da Operação Lava Jato, que foi deflagrada pela Polícia Federal (PF), na manhã desta segunda-feira (26), em São Paulo. Ao todo, foram expedidos 45 mandados judiciais, sendo 27 de busca e apreensão, três de prisão temporária e 15 de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento, em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

Antônio Palocci foi ministro da Casa Civil no governo Dilma Rousseff e ministro da Casa Fazenda no governo Lula. A ação foi batizada de “Omertà”.

A prisão do ex-ministro foi um pedido da PF, acatado pela Justiça. Os policiais também cumprem mandados na casa e no escritório do ex-ministro. O G1 tenta contato com a defesa de Palocci.

As suspeitas sobre Palocci na Lava Jato surgiram na delação do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Ele disse que, em 2010, Alberto Youssef, que está preso na PF em Curitiba, lhe pediu R$ 2 milhões da cota de propinas do PP para a campanha presidencial da ex-presidente Dilma Rousseff. O pedido teria sido feito por encomenda de Palocci.

Segundo a PF, a atual fase investiga indícios de uma relação criminosa entre um ex-ministro com o comando da principal empreiteira do país. O investigado principal atuou diretamente como intermediário do grupo político do qual faz parte perante o Grupo Odebrecht.

“Há indícios de que o ex-ministro atuou de forma direta a propiciar vantagens econômicas ao grupo empresarial nas mais diversas áreas de contratação com o Poder Público, tendo sido ele próprio e personagens de seu grupo político beneficiados com vultosos valores ilícitos”, diz a PF.

As investigações apontam ainda que dentre as negociações estão tratativas entre o grupo Odebrecht e o ex-ministro para a tentativa de aprovação do projeto de lei de conversão da MP 460/2009, que resultaria em imensos benefícios fiscais, aumento da linha de crédito junto ao BNDES para país africano com a qual a empresa tinha relações comerciais, além de interferência em licitações da Petrobras para aquisição de 21 navios sonda para exploração da camada pré-sal.

Ainda conforme a PF, outro núcleo da investigação apura pagamentos efetuados pelo chamado “setor de operações estruturadas” da Odebrecht para diversos beneficiários que estão sendo alvo de medidas de busca e condução coercitiva.

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