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::João Henrique tira licença da ALPB para tratamento de saúde ::Agricultores da Paraíba demonstram interesse em produzir algodão orgânico ::Homem morre após ser esfaqueado em Monteiro ::Cássio cobra ao TSE celeridade no julgamento de ações contra Ricardo ::Pagamento de abril dos servidores estaduais será nesta sexta e segunda-feira ::Prefeitura de Monteiro lança edital de convocação de aprovados no Processo Seletivo ::Câmara de Serra Branca julga contas de Dudu Torreão nesta quarta ::Governo do Estado divulga resultado final do concurso para CFO 2018 ::Prefeita, vice e vereadores de Monteiro demonstram afinidade com Wellington Roberto ::As charges do dia… Malves Supermercados

João Henrique tira licença da ALPB para tratamento de saúde

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Agricultores da Paraíba demonstram interesse em produzir algodão orgânico

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A garantia de mercado, acompanhamento técnico e fornecimento de sementes selecionadas têm feito com que agricultores familiares demonstrem interesse pelo cultivo do algodão orgânico. A previsão é de que mais de 300 produtores em 42 municípios estejam fazendo seus plantios, consorciados com outras culturas seguindo os princípios agroecológicos dentro do Projeto Algodão Paraíba.

Para debater e apontar avanços e encaminhamentos que fortaleçam a produção de algodão orgânico no estado, foi realizada na terça-feira (24), em Campina Grande, reunião organizada pela Comissão de Produção Orgânica da Paraíba (CPOrg-PB), no auditório da Embrapa Algodão, numa iniciativa da Superintendência Federal da Agricultura e parceiros governamentais e entidades civis. Coube à Gestão Unificada Emepa/Interpa/Emater, representando o Governo do Estado, apresentar o projeto Algodão Paraíba dentro da programação do evento, que teve também a apresentação de vários itens fundamentais para a consolidação desta atividade agrícola.

Recentemente a Emater realizou encontro com 30 extensionistas para planejar as atividades da safra, com a participação da equipe de transferência de tecnologia da Embrapa. Foram discutidas estratégias para o aumento da produtividade, a redução de custos e produção e melhoria dos rendimentos do produtor.

A expectativa da Emater é de que pelo menos cada agricultor cultive entre um ou dois hectares, prevendo-se uma produtividade de mil a l.200 quilos de algodão por hectare. A produção tem a compra garantida pelas empresas Norfil, em João Pessoa, o Organic Cotton Colours, a V. Fair Trade e Vert Shoes que fornecem semente, sacaria e o escoamento da produção. A cada etapa, desde o preparo do solo, plantio, desbaste, monitoramento do bicudo e colheita têm acompanhamento de extensionistas rurais.

Na reunião, o coordenador regional da Emater em Campina Grande, José Sales Júnior, fez uma explanação histórica sobre o Projeto Algodão Paraíba, apontando o que está sendo feito junto aos parceiros para a consolidação desta atividade que representa a retomada de uma cultura rentável para as famílias envolvidas.

O agricultor João Lourenço Gonçalves, do Assentamento Campos, em Salgado de São Félix, que há três anos iniciou o plantio de algodão com acompanhamento da Emater, tem servido de modelo para outros produtores. Vendo o sucesso de sua plantação, em 2017 formou-se um grupo de 20 famílias interessadas no cultivo, e na safra de 2018, esse número cresceu para 35 agricultores. Na região, há muita gente querendo plantar algodão. “A certeza de ter a quem vender com preço justo, além da assistência técnica motiva a retomada da atividade. Todos sabem que no final do ano têm dinheiro no bolso”, comentou.

Segundo ele, valeu a pena voltar a plantar algodão, sobretudo orgânico, porque agrega valores e tem mercado garantido, sem a presença de atravessadores. Outra vantagem é a possibilidade de cultivar junto com milho, sorgo, feijão e gergelim. “São culturas que fazem aumentar a renda familiar e também garantem uma reserva de alimento para os animais em período de estiagens”, disse.

Ao final da reunião, a Empasa fez uma explanação acerca da compostagem orgânica para todo o grupo integrante da Comissão de Produção Orgânica da Paraíba, uma atividade que pode contribuir de forma significativa para melhorar a qualidade dos alimentos a partir da transformação da matéria orgânica para uso como adubo.

O algodão que está sendo produzido na Paraíba de forma sustentável tem chamado a atenção organismos internacionais, por meio do Projeto de Cooperação Sul-Sul trilateral, entre Brasil, FAO e os países integrantes do Mercosul, que demonstram interesse pela extensão rural praticada no Brasil para a revitalização da cultura em suas regiões.

Homem morre após ser esfaqueado em Monteiro

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Cássio cobra ao TSE celeridade no julgamento de ações contra Ricardo

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O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) avaliou, nesta quarta-feira (25), a absolvição do governador Ricardo Coutinho em processo que pedia a cassação do seu mandato e da vice-governadora, Lígia Feliciano. O tucano cobrou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) celeridade na apreciação de outros processos contra o socialista.

Cássio também reagiu com indignação às menções feitas pelo ministro Napoleão Maia, relator do processo, ao ex-governador Ronaldo Cunha Lima durante julgamento dos casos das isenções fiscais, créditos de reemissão tributária e o programa Gol de Placa. O ministro acabou votando pela absolvição do governador e da vice.

“Em respeito ao povo da Paraíba, esperamos que o Judiciário venha a dar celeridade e permita que entrem em pauta o mais rapidamente possível os demais processos envolvendo o governador, nos quais Ministério Publico e Procuradoria Geral da República, assim como houve neste caso, inclusive com o voto favorável da valorosa ministra Rosa Weber, concluem pela compra de voto e ferimento à liberdade popular, com abuso de poder e diversos crimes praticados pelo governador. Com relação ao voto do relator no TSE, ministro Napoleão Maia, é preciso registrar com indignação as menções inapropriadas ao ex-governador Ronaldo Cunha Lima, citado em contexto inexistente e, portanto, de forma desrespeitosa. Aliás, espera-se que o relator peça pauta brevemente para outro processo de cassação contra o governador Ricardo Coutinho que está sob sua responsabilidade. A Paraíba também aguarda que o TRE venha finalmente a julgar os demais processo pendentes, passados tantos anos. Negar jurisdição é a mais cruel forma de injustiça”, criticou.

Pagamento de abril dos servidores estaduais será nesta sexta e segunda-feira

Prefeitura de Monteiro lança edital de convocação de aprovados no Processo Seletivo

Câmara de Serra Branca julga contas de Dudu Torreão nesta quarta

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Governo do Estado divulga resultado final do concurso para CFO 2018

Prefeita, vice e vereadores de Monteiro demonstram afinidade com Wellington Roberto

As charges do dia...

Curso de Gastronomia é iniciado em Monteiro

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Maranhão desmente desistência de pré-candidatura e agradece apoio de WR

Temer discute reajuste para Bolsa Família

(Brasília – DF, 13/07/2017) Cerimônia de Sanção da Lei de Modernização Trabalhista. Discurso do Presidente da República, Michel Temer.
Foto: Beto Barata/PR

Na tentativa de construir uma marca social neste ano de eleições, o presidente Michel Temer pretende dar um aumento ao Bolsa Família maior que o defendido pela equipe econômica.

Com a alegação de que não há espaço orçamentário para um reajuste robusto, a Fazenda e o Planejamento têm defendido conceder um aumento de 3%, pouco superior à inflação oficial do ano passado, que fechou em 2,95%.

O percentual, no entanto, é considerado insuficiente pela equipe política de Temer, que tem pressionado por um reajuste de no mínimo 5%, que permita ao governo federal colher dividendos eleitorais com o anúncio.

Em conversas reservadas, o presidente tem admitido que pretende conceder um reajuste superior a 3%, mas pondera que só tomará a decisão após reunião na quinta-feira (26) com a equipe econômica.

O receio do Palácio do Planalto é que uma simples correção inflacionária possa ser usada por candidatos adversários como argumento de que o MDB fez pouco pela área social.

No ano passado, com o mesmo discurso sobre a falta de recursos, o Bolsa Família não teve reajuste. A ideia inicial era conceder um aumento de 4,6%, como uma maneira de tentar diminuir rejeição do governo, mas foi freado pela equipe econômica.

Para este ano, o presidente chegou a discutir incluir no percentual de reajuste um adicional por conta da valorização do botijão de gás, que em dezembro teve alta de 16,39% em relação ao mesmo mês do ano anterior. O plano, contudo, foi abandonado.

Com uma reprovação de 70%, como mostrou o Datafolha, o presidente tem articulado uma candidatura à reeleição para ficar em evidência e evitar que seu mandato perca apoios político e econômico antes do final do ano.

O anúncio do reajuste do Bolsa Família faz parte do pacote eleitoral montado pelo Palácio do Planalto para tentar viabilizar pelo menos o presidente como um fiador do processo eleitoral.

DISPUTA

A ideia é que o aumento seja comunicado em cerimônia no Palácio do Planalto ou em pronunciamento oficial no 1º de Maio, Dia do Trabalhador.

A previsão inicial era que o reajuste fosse concedido em março, mas ele foi atrasado devido à queda de braço entre as equipes econômica e política do governo.

O Planejamento chegou a defender no início do ano que não fosse dado nenhum aumento em 2018. O Desenvolvimento Social, contudo, discordou e defendeu um valor entre 5% e 10%.

Além do aumento, o Palácio do Planalto discute dar um bônus mensal a famílias que tenham filhos matriculados em cursos técnicos ou profissionalizantes e um complemento para beneficiários que realizarem trabalho voluntário.

O Desenvolvimento Social chegou a propor ainda ao presidente que implemente uma política de valorização do programa social em longo prazo.

A ideia é que o Bolsa Família tenha reajuste obrigatório quando houver aumento anual da inflação de alimentos no país. Com informações da Folhapress.

TSE absolve Ricardo Coutinho e Lígia Feliciano de acusações da Aije Fiscal

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) absolveu, por maioria dos votos, o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), e a vice-governadora, Lígia Feliciano (PDT), das acusações da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) Fiscal. O julgamento do recurso da coligação Vontade do Povo – que foi encabeçada pelo senador Cássio Cunha Lima (PSDB) nas eleições de 2014 – aconteceu na noite desta terça-feira (24).

O governador e a vice-governadora eram acusados de conduta vedada e abuso de poder político e econômico, por promover isenções fiscais às vésperas das eleições de 2014, incluindo o Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Se o recurso fosse aceito, eles poderiam ter os mandatos cassados.

Para o relator da Aije, o ministro Napoleão Nunes Maia Filho, o limite de programas de isenção fiscal em época eleitoral é a gratuidade da iniciativa, o que ele considerou que não houve neste caso. Em seu voto, ele afirmou que considera os atos “benéficos”.

O advogado Harrison Targino, representando a coligação A Vontade do Povo, defendeu que o uso da máquina pública pelo então governador Ricardo Coutinho afetou a igualdade de oportunidade entre os candidatos, utilizando a edição de medidas provisórias para garantir a reeleição.

Ele relatou que no último dia útil de 2013, houve a remissão total de dívidas do IPVA, sem contrapartidas, apenas o pagamento do IPVA de 2014. Segundo os advogados, mais de 30 mil contribuintes foram beneficiados.

Em defesa do governador Ricardo Coutinho, o advogado Fernando Neves afirmou que a medida não acarretou em impacto no processo eleitoral, porque era um programa regular do governo. Reforçando a tese, o advogado Gustavo Severo, da defesa da atual vice-governadora, Lígia Feliciano, garantiu que não houve conotação eleitoral no programa.

Veja como votou cada ministro:

Napoleão Nunes Maia Filho – relator: negou provimento ao recurso
Jorge Mussi: negou provimento ao recurso
Admar Gonzaga: negou provimento ao recurso
Tarcisio Vieira de Carvalho Neto: negou provimento ao recurso
Rosa Weber: provimento parcial ao recurso
Luís Roberto Barroso: negou provimento ao recurso
Luiz Fux – presidente: negou provimento ao recurso

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Aumentam casos de dengue na Paraíba e 10 mortes são confirmadas

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A Secretaria de Estado da Saúde (Ses) divulgou, nesta terça-feira (24), que 2.003 casos suspeitos de arboviroses (dengue, zika e chikungunya) foram registrados na Paraíba de janeiro a 17 de abril deste ano. Ainda conforme o boletim epidemiológico, foram notificados 10 óbitos em decorrência das doenças. Dengue, zika e chikungunya são doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Até o momento, a arbovirose mais comum foi a dengue, com 1.643 casos, número 16,44% superior ao verificado no mesmo período no ano passado. A chikungunya aparece em segundo no ranking, com 314 casos. O comparativo com o ano de 2017 mostra redução de 28,95% nos números registrados. A zika foi a doença com menor incidência. Nos primeiros quatro meses de 2018, houve 46 registros. O número é 53% menor do que o verificado em 2017.

Apesar dos números expressivos, a Secretaria da Saúde afirma que uma série de ações de combate ao mosquito Aedes aegypti são realizadas, entre elas: monitoramento e acompanhamento da situação epidemiológica e ambiental; mobilização e distribuição de material educativo referente às arboviroses; apoio técnico “in loco”; e intervenção com aplicação do UBV Pesado (carro fumacê). No período de 1 de janeiro a 31 de março de 2018, foram realizadas 1.735.881 visitas domiciliares, sendo que 149.641 imóveis (8,6%), nos 223 municípios paraibanos, estavam fechados.

“Por causa do período de chuvas, recomendamos às Secretarias Municipais de Saúde a continuidade das ações, intensificadas e integradas com os setores de infraestrutura, limpeza urbana, Secretarias de Educação e Meio Ambiente, entre outros, de modo a sensibilizar a população para exterminação dos criadouros do mosquito contribuindo para o controle das Arboviroses”, destaca o gerente operacional de vigilância ambiental, da SES, Geraldo Menezes.

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