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::Polícia prende casal suspeito de praticar assalto em Monteiro ::Sumé realiza 8ª Conferência Municipal de Assistência Social ::MPPB investiga prefeito de Soledade suspeito de burlar concurso público ::PGR pede ao STF que seja negado recurso de Lula ::Aloysio aparece como coordenador de propina do PSDB em delação da OAS ::“Quem não tem mandato não pode dar conselho a quem tem”, diz Efraim Morais ::Em visita ao DER, vereador recebe confirmação de pavimentação da estrada de Malhada de Roça ::Municípios da Paraíba recebem R$ 24,9 mi do FPM nesta sexta ::CAPS de Sumé continua com atividades do Setembro Amarelo ::Goleiro caririzeiro é convocado para seleção brasileira Malves Supermercados

Polícia prende casal suspeito de praticar assalto em Monteiro

Sumé realiza 8ª Conferência Municipal de Assistência Social

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O Conselho Municipal de Assistência Social, em parceria com Secretaria Municipal de Assistência Social, realizou nessa sexta-feira, 20 de setembro, no plenário da Câmara de Vereadores de Sumé, a 8ª Conferência Municipal de Assistência Social. A edição desse ano teve como palestrante Albertina Félix, representante do Conselho Estadual de Assistência Social, que tratou da Assistência Social sob a perspectiva dos eixos temáticos: Direito do Povo, Financiamento Público e Participação Social.

O presidente do Conselho Municipal da Assistência Social de Sumé, José Antônio de Sousa Neto, ao abrir oficialmente os trabalhos da Conferência conclamou aos presentes para que façam valer os seus direitos sociais na prática.

O prefeito Éden Duarte também prestigiou o evento. Ele ratificou o seu compromisso com as políticas sociais do município. “Esse momento é muito importante para cobrarmos dos poderes constituídos, inclusive, a mim, na qualidade de gestor público municipal, para não retrocedermos em relação aos nossos direitos. Não podemos nos calar diante de tudo isso que está acontecendo nesse país, temos que cobrar, independente de quem estiver à frente do governo. A nossa bandeira de luta deve ser em primeiro lugar pelo interesse coletivo, principalmente dos mais necessitados”, declarou o prefeito.

A secretária de Assistência Social do Município, Tanniery Lêla, agradeceu aos presentes e disse estar muito feliz e honrada com a participação de todos na 8ª Conferência Municipal de Assistência Social. De acordo com ela, o momento foi muito importante para manter e fortalecer a defesa da Assistência Social como política pública no município.

A Conferência ainda teve momentos de diversão com apresentações culturais ao som de flautas com alunos do Projeto Mônica e da percussão executada pelas crianças do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos.

Além do prefeito Éden, participaram ainda, os vereadores Daniel Lêla e Bonílson Timóteo, secretários municipais, o representante da Comissão Intersetorial Bipartite, Sergio Cordeiro, coordenadores do Creas e do Cras, diretores escolares, servidores municipais e populares.

Ao final do evento, foram eleitos dois titulares e dois suplentes da sociedade civil e do governo. São eles: Franco Vanderlei e Severina Bezerra (representando a sociedade civil) e Ednalva Alves e Francismere Gomes (representando a Secretaria de Assistência Social).

Para a coordenadora do evento e secretária executiva do Conselho Municipal de Assistência Social, Elidiene Batista, a 8ª Conferência superou todas as expetativas, desde a participação dos convidados ao alto nível dos debates. Elidiene ainda enfatizou que as propostas escolhidas na ocasião serão agora apresentadas pelos delegados representantes de Sumé na Conferência Estadual de Assistência Social que acontecerá nos dias 17 e 18 de outubro de 2019.

MPPB investiga prefeito de Soledade suspeito de burlar concurso público

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PGR pede ao STF que seja negado recurso de Lula

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O procurador-geral da República interino, Alcides Martins, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que seja negado o recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra decisão de Edson Fachin. Em agosto, o ministro negou pedido de liberdade de Lula, assim como o de nulidade e suspensão das ações penais contra o petista.

A defesa do ex-presidente citava como argumento a atuação dos procuradores da República no Paraná nos processos contra Lula.

Em nota publicada pela PGR, Alcides Martins afirmou “que a defesa se baseia em argumentação frágil e que não encontra respaldo em provas” e que “tanto a condenação quanto a prisão provisória de Lula resultaram de procedimentos judiciais em que foram asseguradas todas as garantias constitucionais aplicáveis à espécie, em especial o direito à ampla defesa e ao contraditório, tendo sido confirmadas por mais de uma instância jurisdicional”.

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Em sua decisão em agosto, Fachin também negou pedido da defesa de acesso a mensagens supostamente trocadas pelos procuradores da Lava Jato e que foram divulgadas pelo site “The Intercept Brasil”. As mensagens citadas fazem parte de material apreendido pela Polícia Federal na Operação Spoofing.

No parecer emitido nesta sexta, Alcides Martins pede que seja mantida a decisão de Fachin. “A não confirmação da autenticidade e da integridade de um dado material impede a sua caracterização como prova, afetando esta em seu plano de existência”, afirmou.

Aloysio aparece como coordenador de propina do PSDB em delação da OAS

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Ao negociar acordo de delação com a Lava Jato, a cúpula da empreiteira OAS descreveu o ex-senador e ex-chanceler Aloysio Nunes Ferreira em papel central na coordenação de pagamentos de propinas para campanhas do PSDB, entre elas a do senador José Serra à Presidência da República, em 2010.

Aloysio é citado em quatro capítulos como solicitante de repasses em troca de liberação de dinheiro de obras da prefeitura paulistana e do Governo de São Paulo para a empreiteira.

Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, menciona Aloysio sempre como a pessoa que solicita propina, seja para ele ou para Serra, nas campanhas de 2006 e 2010. Em 2006, Serra venceu a disputa ao Governo de São Paulo. Em 2010, disputou e perdeu a Presidência, e Aloysio se elegeu ao Senado.

O empreiteiro da OAS saiu da cadeia na última terça-feira (17), após ter seu acordo de colaboração homologado no Supremo Tribunal Federal. Ele estava preso em regime fechado desde 2016.

Entre as obras ligadas ao PSDB de São Paulo que o empresário cita como alvo de suposto desvio estão a ponte estaiada Octavio Frias de Oliveira, o túnel da Radial Leste, a rodovia Carvalho Pinto e a linha 4-amarela do Metrô.

A delação aponta que parte do dinheiro era entregue em espécie a indicados pelo ex-senador, que chefiou pastas das gestões Serra tanto na prefeitura (Secretaria de Governo) quanto na administração estadual (Casa Civil).

Léo Pinheiro diz ter se reunido com Serra e Aloysio para discutir as obras que a empresa havia iniciado na gestão Marta Suplicy (na época do PT e que depois migrou para o MDB, do qual saiu em 2018), como a construção da ponte estaiada e o túnel da Radial Leste.

Após a decisão de continuar a obra, conta o empresário, Aloysio o chamou em uma sala reservada para conversarem na varanda.

“[Na ocasião] solicitou-me uma adequação do programa da obra para que as alças da ponte estaiada e do túnel da Radial Leste fossem inauguradas quando José Serra renunciaria à prefeitura. Solicitou-me ainda o pagamento de vantagens indevidas no valor de 5%”, afirmou.

Ele diz que, em 2006, quando Serra deixou a prefeitura e o vice Gilberto Kassab (hoje PSD) assumiu, representantes da OAS foram procurados pelo novo prefeito para informar que seriam mantidos os compromissos de vantagens indevidas acertados por Aloysio —que continuou na Secretaria Municipal de Governo.

Ao longo da gestão Kassab, disse o empresário, houve pagamentos de propina combinados com a OAS nas obras da avenida Jornalista Roberto Marinho e em contratos da Secretaria Municipal da Habitação.

Uma proposta de delação com depoimentos de Léo Pinheiro foi compartilhada por procuradores da Lava Jato no aplicativo Telegram e está no material que foi enviado por fonte anônima para o The Intercept Brasil. Os arquivos foram analisados pela Folha e pelo site.

A proposta de Léo Pinheiro enviada pelos procuradores é de junho de 2017, mas a Folha apurou que os relatos continuam na versão final, homologada agora pelo ministro Edson Fachin (STF).

Em um trecho desses relatos, Léo Pinheiro diz que, em 2007, já na gestão Serra no Governo de São Paulo, Aloysio se reuniu com representantes de cinco grandes empreiteiras na casa de um suspeito de operar para o PSDB e solicitou propina de R$ 5 milhões.

Em troca, as empresas esperavam a liberação de R$ 180 milhões relativos à construção da linha 4-amarela do Metrô. O episódio já foi relatado pela Folha. Nele, Léo Pinheiro diz que autorizou o pagamento da parte da OAS, R$ 1 milhão, em espécie, para o então deputado Rodrigo Garcia (DEM), hoje vice de João Doria (PSDB) no governo.

As outras duas menções a Aloysio são a respeito das eleições de 2010, quando Serra concorreu ao Planalto e ele, ao Senado por São Paulo. Ambas fazem referência às obras da rodovia Carvalho Pinto.

O empresário afirma que, em reunião com Aloysio e Márcio Fortes (então presidente da estatal Emplasa), o futuro senador solicitou 10% em troca de créditos pendentes da empreiteira na Carvalho Pinto.

“Aloysio ainda deixou claro, durante a reunião, que para que houvesse recebimento dos créditos pendentes seria necessária uma audiência com o governador José Serra para informar que a OAS iria dar continuidade às obras da linha 4 do Metrô”, diz Léo Pinheiro no documento.

“Essa foi a ‘senha’ que combinei com Aloysio Nunes para que o governador Serra tivesse ciência do ajuste”, afirma.

Depois da reunião, diz ele, foi celebrado um acordo judicial com a Dersa (estatal rodoviária) para o pagamento pendente, no valor de R$ 54 milhões.

Ele diz que, então, fez uma doação oficial à campanha de Serra no valor de R$ 2,8 milhões e que outros R$ 2,5 milhões foram pagos em espécie a três emissários do governador: a Fortes, a Sérgio Freitas, tesoureiro da campanha, e a Luis Sobral, que trabalhava para o partido.

Segundo José Ricardo Breghirolli, ex-funcionário da OAS que afirma ter feito entregas a Sobral, os valores eram levados em envelopes pardos no comitê de campanha, no centro de São Paulo, em blocos de R$ 5.000 com até R$ 50 mil por envelope. As notas iam dentro de uma pasta de notebook. Esse relato também foi homologado pelo Supremo.

Após a entrega, disse Breghirolli, jornais amassados eram colocados dentro da pasta para que ela voltasse com o mesmo volume que entrou no prédio. Para a campanha de Aloysio ao Senado, Léo Pinheiro disse ter dado R$ 1 milhão em espécie, em cinco parcelas de R$ 200 mil.

Nos últimos anos, Aloysio se tornou ministro das Relações Exteriores do governo Michel Temer (MDB) e, neste ano, virou presidente da Investe SP, agência de estímulo a investimentos no estado, do governo João Doria.

No entanto afastou-se em fevereiro, após virar alvo de uma fase da Operação Lava Jato que prendeu o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, apontado como operador de propina de tucanos.

"Quem não tem mandato não pode dar conselho a quem tem", diz Efraim Morais

Em visita ao DER, vereador recebe confirmação de pavimentação da estrada de Malhada de Roça

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Municípios da Paraíba recebem R$ 24,9 mi do FPM nesta sexta

CAPS de Sumé continua com atividades do Setembro Amarelo

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Governo Federal tem dívida de R$ 25 mi em repasse para as obras do canal Acauã-Araçagi

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O Governo Federal está com dívida de R$ 25 milhões referentes ao repasse de verbas de três medições de abril até setembro do canal Acauã-Araçagi, na Paraíba. O secretário de recursos hídricos da Paraíba, Deusdete Queiroga, informou que o Governo Federal não teria repassado o dinheiro. Devido a falta de pagamento para o consórcio de empresas responsáveis pela construção, mais de 400 operários entram em férias coletivas a partir de segunda-feira (23).

Se até o fim das férias o pagamento não for feito, as obras do canal Acauã-Araçagi podem ser interrompidas. No entanto, conforme o secretário Deusdete Queiroga, o governador João Azevêdo já se reuniu com o ministro do desenvolvimento regional que garantiu a liberação da verba. No entanto, ainda sem prazo.

A dívida levantada pelas empresas é de mais de R$ 40 milhões. O último repasse foi registrado no mês de abril. Essa obra é executada pelo Governo da Paraíba, mas o dinheiro é repassado pelo Governo Federal.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada, Paulo Marcelo, na última terça-feira foi realizado um acordo na Superintendência Regional do Trabalho da Paraíba, oficializando as férias coletivas por pelo menos 15 dias.

Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Regional disse que a Caixa Econômica Federal deve antecipar os R$ 21 milhões referentes à contrapartida. Sobre o valor a ser pago pelo Ministério, o correto seria R$ 34 milhões, no entanto, ainda aguarda disponibilidade financeira para realizar os repasses.

O canal Acauã-Araçagi começou a ser construído há oito anos. É a maior obra hídrica do estado da Paraíba, com mais de 100 km de extensão, incluindo pontes, aquedutos e outras estruturas. O lote 1 já está mais adiantado e, se a obra continuar em ritmo normal, ficaria pronta em um ano. O lote 2 ainda precisa de mais dois anos. A construção do canal deve beneficiar cerca de 400 mil habitantes em 35 municípios paraibanos. A obra tem um valor total de cerca de R$ 800 milhões.

Prefeitura de Sumé, Banco do Brasil e empresários se reúnem para tratar sobre a agência

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A indústria de fake news implantada pelo grupo de oposição em Sumé não cansa de divulgar mentiras na cidade com o intuito de atacar o prefeito Éden Duarte e a sua gestão. A mais nova mentira do momento, é dizer que a Agência do Banco do Brasil de Sumé irá fechar e propagar que a culpa é do governo municipal.

A convite do prefeito, Éden Duarte, os gerentes geral e de relacionamento do Banco Do Brasil, Agência Sumé, respectivamente, Filipe Sousa e Sara Maria participaram de uma reunião na noite desta terça-feira (17) para tratar do assunto. Empresários, comerciantes, CDL, representantes do legislativo, representante do Sicoob e diversas pessoas da comunidade estiveram presentes na reunião.

O prefeito Éden iniciou com uma breve apresentação, em slides, sobre os principais indicadores econômicos do município, em seguida ele falou do empenho que sua gestão tem dedicado para manter o pleno funcionamento, não só da agência do Banco do Brasil de Sumé, mas de todas as instituições financeiras instaladas no município. Éden deixou claro que desde a época em que era vice-prefeito, vem tratando desse assunto junto às autoridades competentes, não só a nível local, mas também em Brasília. Ele disse que novos espaços no Sumé Shopping foram destinados para a Caixa Econômica e pro próprio Banco do Brasil, mas que, por questões de reestruturação na política dos bancos, a ideia não seguiu adiante.

Na ocasião, o gerente Felipe Sousa refutou veementemente as informações de que o Banco do Brasil de Sumé iria encerrar suas atividades no município. Ele, que assumiu a agência, há pouco tempo, disse que o desafio é grande, mas que ela continuará oferecendo os mesmos serviços de sempre.
Felipe ainda respondeu a diversos questionamentos de todos os presentes, principalmente, sobre problemas inerentes ao funcionamento da agência, como falta de dinheiro constante nos caixas eletrônicos, pagamentos de boletos acima de R$ 10 mil entre outros.

Segundo o gerente, essa questão sobre o controle de numerário segue uma norma interna do Banco, mas que o problema será remetido à superintendência geral e que, segundo ele, uma análise será feita posteriormente em relação à esse assunto.

A gerente de relacionamento do Banco, Sara Maria, enalteceu a participação de todos, principalmente pelo nível de representatividade no evento. Sara disse ainda que ficou muito feliz pelo fato do Banco do Brasil ser o preferido pela maioria dos presentes, já que todos, na ocasião, expressaram o desejo de que a instituição financeira permaneça em Sumé.

Sara chamou atenção dos que fazem uso político da situação, uma vez que o momento precisa mais de união e do esforço de todos.

O presidente da CDL de Sumé, Zé Eliziário, cobrou mais engajamento dos empresários e comerciantes locais em busca de alternativas de melhorias para os meios de pagamentos, principalmente no que se refere à intensificação do uso do cartão magnético nos estabelecimentos comerciais.

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Sobe para cinco número de casos de sarampo confirmados na Paraíba

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Subiu para cinco o número de casos de sarampo confirmados na Paraíba. A informação foi divulgada pelo secretário de Saúde do estado, Geraldo Medeiros, nesta sexta-feira (20). Foram quatro registros em João Pessoa e um na cidade de Barra de São Miguel.

São dois casos a mais do que se tinha no boletim anterior, divulgado no dia 12 de setembro, quando se tinha três confirmações, todas na capital paraibana. De acordo com Geraldo Medeiros, os casos em investigação também subiram, de 26 para 39. As análises estão sendo feitas na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.

Os sintomas iniciais de sarampo são febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular, coriza e congestão nasal e mal-estar intenso. Após estes sintomas, há o aparecimento de manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, com duração mínima de três dias. São comuns lesões muito dolorosas na boca.

A doença pode ser grave, com acometimento do sistema nervoso central e pode complicar com infecções secundárias como pneumonia, podendo levar à morte. As complicações atingem mais gravemente os desnutridos, os recém-nascidos, as gestantes e as pessoas portadoras de imunodeficiências.

Vacina

As crianças de seis meses devem tomar a chamada ‘dose zero’. A vacina deve ser ministrada em duas doses a partir de um ano de idade até 29 anos, 11 meses e 29 dias de vida do cidadão, respeitando o intervalo das doses do calendário vacinal. Caso a pessoa comprove as duas doses, não é necessário tomar nenhuma a mais, já sendo considerada imunizada.

Já para adultos com idade de 30 a 49 anos, 11 meses e 29 dias, basta uma dose da vacina para que seja considerado imunizado. Os profissionais da área de saúde, independentemente da idade, devem tomar duas doses para que seja imunizado. Caso comprove que tomou as duas doses, não é necessária nenhuma outra.

Em João Pessoa, a oferta para a vacina tríplice viral, que protege crianças e adultos contra o sarampo, caxumba e rubéola, ocorre nas Unidades de Saúde da Família (USF), nas policlínicas municipais e no Centro Municipal de Imunização.

As charges do dia...

Lulu dos Tropicais vai pagar salário mínimo e não pode sair da comarca sem autorização por apresentar atestado falso

O Juiz da 2° Vara Mista da Comarca de Monteiro determinou que o ex-candidato derrotado a vereador de Monteiro, Luiz Carlos Pereira Remígio, conhecido por Lulu dos Tropicais a pagar o valor de R$ 998,00, por uso de atestado falso.

Na decisão, o Juiz ainda impôs como condições a proibição de ausentar-se da comarca sem autorização judicial por prazo superior a 7 dias e comparecimento pessoal obrigatório a juízo mensalmente para informar e justificar suas atividades, assim como assinar folha de frequência.

Conforme consta na denúncia, o ex-candidato a vereador apresentou o atestado ideologicamente falso para se eximir de comparecer à audiência judicial no dia 15 de agosto de 2016, constando no atestado que o mesmo estava acometido por uma virose.

Ainda conforme consta na denúncia, com base em imagens e depoimentos, no dia 16 de agosto de 2016, Lulu foi visto em repartição pública, especificamente, no cartório eleitoral, tratando de assuntos de seu interesse, sem apresentar qualquer sintoma da patologia declarada pelo médico no atestado.

Após acordo entre as partes, o Juiz homologou a sentença proposta e submeteu os autores ao período de prova de dois anos, durante o qual deverão observar as condições mencionadas acima.

Visita ao secretário Nonato Bandeira

Registro desta quinta-feira (19), durante visita que fizemos ao secretário de Comunicação do Estado, Nonato Bandeira, em seu gabinete, localizado no Centro Administrativo do Governo do Estado da Paraíba, na Capital. O papo foi bom, com muita notícia quente da política do Cariri e do Estado. Nonato segue com seu perfil de diálogo e tratamento cortês para com a imprensa, uma marca sua de longos anos.

Batinga vai se manter fazendo oposição ao grupo Henrique: “Não vou me omitir”

Longe dos holofotes da política, o ex-deputado e ex-prefeito de Monteiro, Carlos Batinga, afirmou, nesta quinta-feira (19) que não vai se omitir do processo eleitoral em Monteiro e continuará na trincheira de luta contra o grupo político do deputado estadual, João Henrique.

“Apesar de ter deixado a política partidária não vou me omitir e continuarei participando das eleições em Monteiro, na qualidade de filho apaixonado. Manterei a coerência e estarei alinhado ao grupo de oposição ao do Deputado João Henrique. O nível de envolvimento vai depender do tempo que terei dentro dos compromissos profissionais que tenho assumido fora da Paraíba”, disse Batinga

A eleição em Monteiro promete ser acirrada, já que Anna Lorena está com a caneta de prefeita e vai buscar sua reeleição, por outro lado, o grupo dos deputados Edna e João Henrique não escondem de ninguém o desejo de retomar o poder em Monteiro.

Blog do Bruno Lira

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