::Prefeitura do Cariri concede recesso a servidores de 22 de dezembro a 6 de janeiro ::Bolsonaro terá de concluir transposição e definir gestão da água do São Francisco ::SERRA BRANCA: Aprovada PL que proíbe cobranças de taxa de religação de energia e água ::Ricardo libera R$ 1 milhão em créditos para empreendedores de 10 cidades ::Aumenta receita da arrecadação de impostos na PB, aponta Sindifisco ::Banco do Brasil entrega trator adquirido através de linha de crédito em Monteiro ::Vice-prefeito e Presidente da Câmara prestigiam confraternização em Monteiro ::Homem é assassinado a tiros no Cariri ::Vereador de São João do Cariri exalta trabalho de Ricardo na Paraíba ::Prefeita Ana Lorena recebe neste sábado Prêmio Referência 2018 Malves Supermercados

Prefeitura do Cariri concede recesso a servidores de 22 de dezembro a 6 de janeiro

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Bolsonaro terá de concluir transposição e definir gestão da água do São Francisco

Cordel Cordel

Mais de 2.000 km após a sua nascente, o rio São Francisco se aproxima da elevação da chapada do Araripe, que se entende do Ceará a Pernambuco. Diante do obstáculo, o rio forma uma baía, faz uma curva à direita e, nesse sentido, margeia Bahia, Sergipe e Alagoas até se encontrar com o mar.

Assim, o rio conhecido como o da integração nacional deixa de percorrer o semiárido, área de forte desigualdade social e baixos índices de desenvolvimento humano.

É nessa região, no município de São José de Piranhas (PB), onde as árvores da caatinga são muito secas e a terra levanta uma nuvem de poeira a cada veículo que passa, que mora o agricultor Francisco dos Santos, 33.

Com uma cisterna em casa, abastecida a cada 20 dias, ele espera que a obra de transposição do São Francisco alivie a seca que o obriga a ir ao Maranhão e ao Pará em busca de empregos temporários.

Ele conta que gostaria de usar a água do São Francisco, cujo leito passa a 180 km dali, para plantar tomate, alface e coentro e vendê-los na feira.

Implantar de fato a transposição do São Francisco é o principal desafio do futuro presidente Jair Bolsonaro (PSL) no combate à seca. ​

O projeto foi pensado por d. Pedro 2º, mas a obra só foi iniciada no governo Lula (PT), em 2005. No início da construção, falava-se de um conjunto de até 700 km de canais, ao custo de R$ 4,5 bilhões (R$ 9,55 bilhões a preços corrigidos pela inflação).

A obra chega ao fim de 2018 com 477 km, ao custo de R$ 11,7 bilhões. Quando estiver pronta, deve beneficiar cidades de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.

A transposição já deveria ter sido entregue e os motivos dos atrasos são muitos: de falhas de projeto a desistências de empreiteiras e investigações por desvio de verbas.

O primeiro passo para entregar a transposição é finalizar os dois eixos principais. Há dois canais, com represas e estações de bombeamento que captam a água do São Francisco e a interiorizam por caminhos diferentes, enchendo açudes e regularizando rios sertão afora.

O primeiro canal, o Eixo Leste, foi inaugurado em 2017 pelo presidente Michel Temer (MDB). Ele parte de Floresta (PE), atravessa Pernambuco e, logo ao chegar à Paraíba, abastece o açude Poções, onde as águas seguem por rios. Assim, o São Francisco consegue abastecer Campina Grande (PB), a 300 km do seu leito.

Ainda em estágio de pré-operação, o Eixo Leste pode beneficiar 4,5 milhões de pessoas em 168 municípios.

O segundo canal, ainda em obras, é o Eixo Norte, o maior deles. Ele tem capacidade para abastecer 7,1 milhões de pessoas e 223 cidades.

O Eixo Norte parte da cidade de Cabrobó (PE) e segue por 260 km até chegar a represas, hoje vazias, na Paraíba. Dali, a água abastece rios que chegam ao Rio Grande do Norte. O eixo está com 97% de suas obras prontas e deve ser entregue no início de 2019.

Bolsonaro terá a oportunidade de inaugurá-lo e acenar à região do país onde obteve menor votação. Faltará ainda terminar a segunda fase da transposição, com mais cinco ramais secundários (só um está em obras).

Outro desafio será incentivar os governos estaduais a fazer estruturas para receber a água dos canais principais, de modo que a água da obra federal chegue às cidades.

O Ceará, por exemplo, tem obras avançadas de um conjunto de canais próprios que partem de uma das represas da transposição federal. Dali, levam a água a regiões como a do Cariri. Um desses canais abastece também um rio seco que deságua no reservatório de Fortaleza.

Ao longo do Eixo Norte, Pernambuco e Paraíba não têm projetos próprios. Os estados privilegiaram obras no Eixo Leste e agora começam a pensar em como aproveitar a água bombeada.

Entretanto, a conclusão da obra civil ainda não é suficiente para encher as represas no semiárido. Isso porque, segundo especialistas ouvidos pela Folha, é muito frágil o arranjo institucional que une o governo federal, os governos dos quatro estados envolvidos e as entidades locais.

Definir melhor esse desenho é o segundo desafio de Bolsonaro, e exigirá articulação com governadores de partidos que formam oposição na esfera federal.

“Imagine que a obra da transposição é uma cabeça. Mas, sem inteligência, essa cabeça não vai a lugar nenhum”, compara o ex-secretário de recursos hí­dricos do Ministério da Integração Nacional e hoje consultor Rômulo Macedo.

Para se ter uma ideia do tamanho da tarefa, a transposição tem autorização para captar 26,4 mil litros de água por segundo (na soma dos dois eixos). O volume equivale a 43% do consumo administrado pela Sabesp (companhia paulista de saneamento) da Grande SP.

Caso a represa de Sobradinho, que fica logo antes dos pontos de captação no rio, esteja cheia (com pelo menos 94% do volume), o bombeamento pode chegar a 114 mil litros por segundo, quase o dobro do utilizado em SP.

Hoje a operação está nas mãos da federal Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), entidade que cria e mantém projetos de irrigação na bacia do rio São Francisco.

Quem acompanha de perto a companhia tem dúvidas sobre a sua capacidade de tocar a empreitada. O departamento voltado para a transposição conta com 27 profissionais. Trabalhos operacionais, diz o governo federal, serão feitos por terceirizadas.

“A operação e a manutenção têm que ser de ponta, sabendo quando se deve bombear a água e em quais circunstâncias, para que não se tenha desperdício e para que a água não chegue cara na ponta, ao consumidor”, afirma Macedo.

Também é preciso saber quem pagará pelo bombeamento da água. Isso porque a transposição é uma operação custosa que atenderá cidades em regiões mais pobres.

Jerson Kelman, ex-presidente da ANA (Agência Nacional de Águas) e da Sabesp (companhia paulista de água), diz que o financiamento da operação é crucial para o sucesso da transposição.

“Não se atrelou o desejo pela água nos estados com o compromisso firme do pagamento da operação do sistema. O compromisso foi feito, mas foi um ato político. Se o governo não atentar para a sustentabilidade [econômica] dessa estrutura, vai se deteriorar.”

O risco de que, sem o custeio devido, a obra vire um elefante branco é percebido também por Rômulo Macedo. “Uma obra hidráulica tem que funcionar sempre. Senão, ela se degrada. Ainda mais sob o sol do Nordeste”, analisa.

Quando o assunto é pagar pelo recebimento da água, os estados é que são responsáveis. Podem arcar com esses custos, diluindo-os em suas despesas, ou repassá-los ao consumidor da água, por meio de contas mensais.

Para Kelman, o primeiro modelo é equivocado, pois fica excessivamente preso à gestão fiscal. O risco é ainda maior na atual fragilidade financeira que vivem Rio Grande do Norte e Paraíba. “A operação não pode depender de recursos fiscais. Se for assim, vai faltar a gasolina para o caminhão que leva o óleo até uma bomba, vai faltar de tudo.”

Para ele, a melhor solução é a segunda, que visa cobrar os custos de quem utiliza a água. O problema é que, se o repasse ao consumidor não for feito de maneira que proteja as populações mais pobres, a falta de água continuará presente na vida do sertanejo.

Esse é o temor do agricultor Isaquiel de Souza, 43, morador de uma vila rural de Cajazeiras (PB). Os R$ 357 vindos do Bolsa Família são praticamente a única renda da família de quatro membros.

Como muitos vizinhos que convivem com poços de água salobra (imprópria para consumo e até para lavar roupas), Isaquiel está ansioso pela chegada do São Francisco à proximidade de sua casa e pensa em plantar feijão e hortaliças.

Mas ele teme o preço da conta. “Eu já pago R$ 60 de conta de luz. Se vier outra conta dessa, é impossível pagar.”

Por isso, Kelman argumenta que a cobrança deveria recair sobre os moradores de áreas urbanas beneficiadas pela segurança hídrica. Só assim o modelo teria sustentabilidade financeira para custear o funcionamento ininterrupto das estações de bombeamento.

Já quem vive no campo poderia se beneficiar da transposição quando a eventual cheia do Sobradinho enchesse os açudes pelo sertão. “Esse agricultor, seja pequeno ou grande, poderá aumentar o valor agregado da sua lavoura, trocando o plantio do feijão pelo de frutas, ajudando a desenvolver a região, com a devida orientação técnica e a garantia da água”, analisa.

O apelo do agronegócio e da indústria pelas águas do São Francisco, porém, é o que assusta quem está abaixo dos pontos de captação rio.

“É preciso saber para quem a água da transposição vai. Se vai para a produção de camarão para exportação ou o polo industrial de Fortaleza, não faz sentido”, defende Almacks Silva, secretário da Câmara Consultiva Regional do Submédio São Francisco, organização civil que participa de decisões sobre o rio.

Silva é receoso com a saúde do São Francisco, há anos prejudicado pelo uso exploratório das águas, ocupação indevida das margens e fenômenos climáticos extremos. Após seis anos de seca no Nordeste, a represa de Sobradinho tem hoje 28% da capacidade e tem de liberar seu mínimo histórico de água.

A ANA afirma que a água que será retirada do rio para a transposição é apenas 5% do mínimo histórico que passa pela represa de Sobradinho.

“Estão falando em transposição, mas, sem a conservação não existe transposição viável”, argumenta Silva. A recuperação de toda a bacia do São Francisco é, assim, mais um desafio do próximo governo.

SERRA BRANCA: Aprovada PL que proíbe cobranças de taxa de religação de energia e água

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Ricardo libera R$ 1 milhão em créditos para empreendedores de 10 cidades

Cordel Cordel

O governador Ricardo Coutinho assinou, neste sábado (15), em Campina Grande, 168 contratos do programa Empreender-PB. A ação representa mais de R$ 1 milhão de investimento e atende empreendedores dos municípios de Campina Grande, São José dos Ramos, São Miguel de Taipu, Tacima, Brejo dos Santos, Ingá, São Francisco, Pirpirituba, São José de Piranhas e Cachoeira dos Índios. Durante a solenidade, o chefe do Executivo Estadual também fez a entrega de 11 motos da Linha Empreender Motociclista, representando R$ 121 mil de investimento. Participaram da solenidade a deputada estadual Estela Bezerra, prefeitos, auxiliares do Governo e outras autoridades.

Na ocasião, o governador Ricardo Coutinho foi homenageado com uma placa de agradecimento pela implantação do Empreender e enfatizou que através do programa muitos empreendedores tiveram a oportunidade de ampliar e fortalecer seus negócios. “O Empreender veio para fazer com que o cidadão pudesse abrir ou potencializar seu empreendimento. O Estado passou a fomentar o trabalho, fazendo com que as pessoas caminhassem com suas próprias pernas. Movimentamos a economia de baixo para cima, vislumbrando construindo condições para que o povo melhore de vida”, comentou o governador.

Emocionada, a secretária executiva do Empreendedorismo, Amanda Rodrigues, revelou que um filme passava por sua mente, lembrando de tudo que foi feito pelo Empreender nos últimos anos. “Desde que assumi o Empreender pude presenciar a mudança na vida de muitas pessoas. Ao longo da gestão, foram R$ 150 milhões liberados para mais de 27 mil empreendedores que se emanciparam com o apoio desse programa que tem como lema: O nosso melhor negócio é a nossa gente. Que o Empreender continue dando mais oportunidades para os paraibanos”, falou.

Gustavo Casimiro é da cidade de São Francisco e trabalha no ramo da produção de salgados para eventos e lanchonetes. “Há cinco anos eu e minha esposa atuamos neste ramo, mas temos um espaço pequeno para fazer os produtos. Com o recurso do Empreender vamos poder ampliar o local e, consequentemente, aumentar a nossa produção de salgados. O Empreender é a oportunidade que estávamos esperando para ampliar nosso negócio”, comemorou.

“Eu sou um trabalhador autônomo da cidade de Juarez Távora e quero expressar minha gratidão ao Empreender. Assim como fui beneficiado, outras 27 mil pessoas também foram contempladas e receberam o apoio desse projeto. Com o Empreender temos a chance de crescer e termos nossa independência financeira”, falou o empreendedor Manoel Lopes.

Aumenta receita da arrecadação de impostos na PB, aponta Sindifisco

Banco do Brasil entrega trator adquirido através de linha de crédito em Monteiro

Vice-prefeito e Presidente da Câmara prestigiam confraternização em Monteiro

O vice prefeito Celecileno Alves e o presidente da câmara de Monteiro Bero de Bertino também participaram da confraternização promovida pela administração municipal para os servidores públicos.

O evento foi um sucesso e a organização promovida pela equipe comandada pessoalmente pela prefeita Anna Lorena foram dignos de elogios por parte das centenas de pessoas que compareceram.

“Um momento para aproximar nossa equipe, os funcionários que são nossa peça fundamental desta engrenagem, suas famílias, governo, todos juntos. Tudo muito bom.Parabéns a todos nós”, disse o vice prefeito Celecileno

“A câmara de Monteiro fica feliz de poder também estar juntos com esta verdadeira família, que é a equipe de governo e acima de tudo o funcionalismo público que presta relevantes serviços à população e merecem todas as homenagens”, disse o vereador Bero.

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Homem é assassinado a tiros no Cariri

Vereador de São João do Cariri exalta trabalho de Ricardo na Paraíba

Cordel Cordel

O Vereador e Presidente Municipal do PSB de São João do Cariri, George Aquino, afirmou que o Governador Ricardo Coutinho foi o grande benfeitor do Cariri e da Paraíba, e que deixando sua marca para a história do Estado.

“Sempre acreditei no Projeto do PSB comandado por Ricardo Coutinho, aqui no Cariri fui um dos que desde 2010 apostei e sempre lutei para que isso acontecesse”, disse George.

George disse que o Cariri tem uma história antes e depois do governo de Ricardo Coutinho, onde a gestão realizou investimentos em vários setores da região.

“O Orçamento Democrático, instrumento de escutar os anseios da população, resultando em várias obras, construindo o anel viário do Cariri, tirando do isolamento várias cidades pequenas e esquecidas durante anos. Na Educação deixou seu marco em todos os sentidos, como reforma de escolas, construção de Escolas Técnicas entre outros”, disse o vereador.

O parlamentar ainda destacou a perfuração de poços realizada pelo Governo, que para ele é uma grande necessidade da região, além de ter colocando a CDRM pra funcionar após vários anos parada.

“Obras hídricas, adutoras, o Pacto Social, avanço na Saúde, as finanças do estado é exemplo para o Brasil, é tantas obras espalhadas pelo o estado que o tempo tá curto pra inaugurar todas antes que termine o mandato de Ricardo Coutinho. E tem o melhor, o povo reconheceu isso, e elegeu Joao Azêvedo, que particularmente eu tenho a certeza que é o melhor nome para continuar esse desenvolvimento. Portanto nos resta como representante do povo de São João do Cariri a agradecer e reconhecer”, finalizou o vereador.

Prefeita Ana Lorena recebe neste sábado Prêmio Referência 2018

Carro se parte ao meio após colidir e derrubar poste em JP

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Justiça recebe denúncia contra Lula por lavagem de dinheiro

Cordel Cordel

A Justiça Federal recebeu hoje (14) denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na qual se tornou réu por lavagem de dinheiro porque teria recebido R$ 1 milhão do grupo brasileiro ARG. Os valores teriam sido dissimulados na forma de doação ao Instituto Lula.

De acordo com o MPF, o pagamento teria sido feito depois que o ex-presidente influiu em decisões do presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, as quais resultaram na ampliação dos negócios da empresa no país africano. A denúncia foi apresentada em novembro pela Força Tarefa da Operação Lava Jato em São Paulo.

“A abertura de uma nova ação penal contra Lula com base em acusação frívola e desprovida de suporte probatório mínimo é mais um passo da perseguição que vem sendo praticada contra o ex-presidente com o objetivo de impedir sua atuação política por meio da má utilização das leis e dos procedimentos jurídicos (lawfare)”, disse, em nota, o advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins.

Também responderá ao processo o controlador do grupo ARG, Rodolfo Giannetti Geo, que foi denunciado por lavagem de dinheiro e tráfico de influência em transação comercial internacional. Os fatos, segundo a denúncia, ocorreram entre setembro de 2011 e junho de 2012. Como Lula tem mais de 70 anos, o crime de tráfico de influência prescreveu em relação a ele, mas não para o empresário.

Denúncia

O MPF se baseou em e-mails encontrados após busca e apreensão realizada no Instituto Lula em março de 2016 durante a Operação Aletheia, 24ª fase da Operação Lava Jato de Curitiba. Segundo o MPF, o ex-ministro do Desenvolvimento do governo Lula Miguel Jorge comunicou à Clara Ant, diretora do Instituto Lula, que o ex-presidente havia dito a ele que gostaria de falar com Geo sobre o trabalho da ARG na Guiné Equatorial. Segundo o ex-ministro informava no e-mail, a empresa estava disposta a fazer uma contribuição financeira ao Instituto Lula.

Em maio de 2012, Geo encaminhou para Clara Ant, por e-mail, uma carta digitalizada de Teodoro Obiang para Lula e pediu que fosse agendada uma data para encontrar o ex-presidente e lhe entregar a original. Geo disse também que voltaria à Guiné Equatorial em 20 de maio e que gostaria de levar a resposta de Lula a Obiang.

O ex-presidente escreveu uma carta a Obiang, datada de 21 de maio de 2012, em que mencionava um telefonema entre ambos e sua crença no fato de que a Guiné Equatorial poderia ingressar, futuramente, na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. No mesmo documento, Lula informava que Rodolfo Geo dirigia a ARG, “empresa que já desde 2007 se familiarizou com a Guiné Equatorial, destacando-se na construção de estradas”. A carta foi entregue em mãos a Obiang pelo empresário.

“A denúncia não aponta qualquer ato concreto praticado por Lula que pudesse configurar a prática de lavagem de dinheiro ou tráfico de influência”, disse a defesa de Lula.

O MPF juntou à denúncia o registro da transferência bancária de R$ 1 milhão da ARG ao Instituto Lula em 18 de junho de 2012. Recibo emitido pela instituição na mesma data e também apreendido na entidade registra a doação do valor. No entanto, o MPF avalia que foi um pagamento de vantagem a Lula por influência ao presidente de outro país. A doação seria uma dissimulação da origem do dinheiro ilícito, segundo a denúncia, o que configuraria crime de lavagem de dinheiro.

A defesa de Lula nega a acusação. “A doação questionada foi dirigida ao Instituto Lula, que não se confunde com a pessoa do ex-presidente. Além disso, trata-se de doação lícita, contabilizada e declarada às autoridades, feita por mera liberalidade pelo doador”, diz o advogado de Lula.

Cássio diz que PSDB errou e cita vitória de Bolsonaro como falência do sistema político

Plenário do Senado Federal durante sessão não deliberativa ordinária.
Em discurso, senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB).
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) criticou o PSDB e o cenário político atual e disse que há uma “falência do sistema político”. Ele ainda falou, em entrevista à TV Correio nesta sexta-feira (14), que vai “procurar melhorar o PSDB” e disse que vai atuar como advogado em Brasília, com o fim do mandato e estando sem cargo político a parti de 2019.

Cássio avaliou que o PSDB errou. “O partido errou em vários momentos. O sistema político brasileiro cometeu falhas graves que precisam ser reparadas, corrigidas. A própria eleição do presidente Jair Bolsonaro mostra para essa falência do sistema político. Então eu vou procurar melhorar o PSDB, fazer com que o partido faça essa autocrítica, corrigir erros que foram cometidos no passado.”

Ele considera essa reorganização um trabalho complexo. “Fortalecer a instituição partidária não é algo fácil porque você também precisa fazer primeiro uma reflexão do papel do partido político nos tempos atuais, onde as pessoas se comunicam por redes sociais. As pessoas se aglomeram e se agrupam em torno de um pensamento não mais de forma física, mas sim, de forma virtual. Então o papel do partido político não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro, está em cheque está sob questionamento. Esse é um grande desafio apenas para o PSDB mas também para as outras legendas.”

Prefeitura de Sumé paga segunda parcela do 13° dos servidores municipais

Cordel Cordel

O pagamento da parcela final do 13° salário dos servidores efetivos da Prefeitura de Sumé vem ocorrendo desde o dia 13 de dezembro. São 556 servidores que estão recebendo o dinheiro em suas contas. O total da folha é de R$ 460 mil. O adiantamento da primeira parcela ocorreu no mês de junho, com um total de R$ 500 mil.

Segundo o secretário de Finanças do município Robério Cipriano, apesar de toda a crise financeira que o País enfrenta, atualmente, Sumé vem conseguindo manter as contas públicas equilibradas.

“A determinação do prefeito Éden é no sentido de que todas as medidas administrativas sejam adotadas com base em planejamento, estratégia e responsabilidade social de modo que o pagamento dos servidores municipais seja a prioridade número um”, disse o secretário.

“Esse ano de 2018 foi muito difícil, porém, com organização, planejamento e determinação de só aplicar na comunidade aquilo que só tem depositado em conta, temos conseguido evitar que o pior aconteça”, destacou o secretário.

Robério lembrou também que a chave do sucesso da administração do prefeito Éden, deve-se em grande parte à credibilidade e ao respaldo que o município tem perante outros órgãos da federação: estadual e federal.

Soma-se a isso, a transparência dos gastos públicos com informações junto ao Tribunal de Contas, alimentação dos sistemas de Saúde e Wducação, realização dos depósitos de contrapartida e todos os pagamentos em dia com as obrigações sociais, como IPAMS e INSS.

Quatro cidades do Cariri estão entre os menores PIBs da Paraíba

Cordel Cordel

Quatro das 223 cidades da Paraíba concentraram mais de 50% do Produto Interno Bruto (PIB) da economia do estado em 2016, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta sexta-feira (14). João Pessoa, capital paraibana, continua como o município com maior PIB, ocupando inclusive a posição 44 na lista dos 100 municípios com maiores PIBs do Brasil.

As cidades paraibanas com maiores PIBs, além de João Pessoa com R$ 18,7 bilhões, são Campina Grande com R$ 8,3 bilhões, Cabedelo com R$ 2,4 bilhões e Santa Rita com R$ 2,1 bilhões. As quatro juntas somam um PIB de R$ 31 bilhões, aproximadamente 52% do total do PIB na Paraíba.

As cidades de Parari, Coxixola, Zabelê e Amparo, no Cariri paraibano, estão entre as 10 cidades com menores PIBs no Estado.

No somatório dos 223 municípios paraibanos, o PIB chegou a R$ 59,08 bilhões. As duas maiores cidades paraibanas – João Pessoa e Campina Grande – concentram, no entanto, o PIB equivalente ao somatório dos PIBs de 208 menores municípios da Paraíba. Em termos percentuais os PIBs da capital e Campina Grande corresponde a 45,89% do total.

Levando em consideração apenas a conurbação da área conhecida como Grande João Pessoa, o PIB dessa região a economia das quatro cidades (João Pessoa, Cabedelo, Santa Rita e Bayeux) movimentaram cerca de R$ 24,5 bilhões em 2016, cerca de 41% do total do PIB paraibano.

Confira a lista dos 10 municípios com maiores PIBs

1 João Pessoa – R$ 18,7 bilhões
2 Campina Grande – R$ 8,3 bilhões
3 Cabedelo – R$ 2,4 bilhões
4 Santa Rita – R$ 2,1 bilhões
5 Patos – R$ 1,5 bilhão
6 Bayeux – R$ 1,2 bilhão
7 Sousa – R$ 1,048 bilhão
8 Cajazeiras – R$ 1,046 bilhão
9 Guarabira – R$ 934 milhões
10 Alhandra – R$ 864 milhões

Confira a lista dos 10 municípios com menores PIBs

1 Areia de Baraúnas – R$ 17,1 milhões
2 Parari – R$ 17,4 milhões
3 Coxixola – R$ R$ 18,3 milhões
4 São José do Brejo do Cruz – R$ 19,483 milhões
5 Quixaba – R$ R$ 19,485 milhões
6 Zabelê – R$ 19,5 milhões
7 Riacho de Santo Antônio – R$ 20,1 milhões
8 Curral Velho – R$ 21,5 milhões
9 Amparo – R$ 21,9 milhões
10 Mato Grosso – R$ 22,2 milhões

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Prefeito Éden Duarte recebe neste sábado Prêmio Referência por excelência em gestão

Centro de Reabilitação de Monteiro recebe prêmio de excelência de prestação de serviço

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O Ministério da Saúde presenteou o Centro de Reabilitação da cidade de Monteiro com um veículo que passará a fazer o transporte dos usuários do serviço que possuem dificuldades de locomoção.

A oferta do veículo que tem um custo de R$240 mil reais se deu através da avaliação do Centro Especializado que recebeu os melhores conceitos nos quesitos de organização, qualidade e número de atendimento assim como no critério de estrutura.

Com apenas pouco mais de um ano de atendimento, o CER II da cidade de Monteiro é referência no estado da Paraíba realizando mensalmente um número aproximado de 1.500 atendimentos, sendo 700 pacientes com tratamento permanente.

Os serviços oferecidos pelo Centro de Reabilitação incluem médicos psiquiatras, neurologista, ortopedista, psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e enfermagem, que atendem a região do Cariri.

Para a diretora do Centro Ana Nóbrega, a premiação vai ser de imensurável ajuda nos serviços, tendo em vista que alguns pacientes do serviço têm dificuldade de locomoção.

“Temos um atendimento diferenciado aqui que é baseado principalmente na excelência do atendimento onde oferecemos uma atenção diferenciada e todos os profissionais atendem com muito carinho e isso é perceptível com o retorno que os pacientes nos dão. Este é mais um motivo de orgulho para nós” disse Ana Nóbrega.

A prefeita Anna Lorena juntamente com a secretária de saúde Paula Oliveira, comemoram este reconhecimento e informam que o veículo já está a disposição do Centro de Reabilitação Stella Batista da Silva Farias.

Prefeitura de Camalaú antecipa repasse do Duodécimo à Câmara de Vereadores

Câmara de Monteiro aprova contas de 2014 da ex-prefeita Edna Henrique

DPVAT: valor do seguro obrigatório vai cair 63,3% em 2019

Cordel Cordel

As reduções ocorrerão de forma diferenciada conforme o tipo de veículo. Automóveis particulares, táxis e carros de aluguel, veículos ciclomotores e máquinas de terraplanagem, tratores, caminhões, pick-ups, reboques e semirreboques terão o DPVAT reduzido em 71%. No caso dos automóveis particulares, a tarifa cairá de R$ 41,40 para R$ 12.

Os ônibus, micro-ônibus e lotações terão o seguro reduzido em 79%. Já o seguro para as motocicletas e motonetas, que concentram a maior parte dos acidentes de trânsito que demandam o acionamento do DPVAT, cairá menos e ficará 56% mais barato.

Combate a fraudes
Em nota, o Ministério da Fazenda informou que a redução dos prêmios tarifários foi possível porque o montante de recursos acumulados atualmente é superior às necessidades do DPVAT. A pasta atribuiu a sobra de recursos ao combate às fraudes, que levou a uma redução significativa dos sinistros, e à rentabilidade das reservas do fundo que compõe o seguro.

O ministério informou ainda que os percentuais de redução variaram de acordo com o tipo de veículo para reduzir o subsídio às motos. Apesar de concentrarem 74% das indenizações, as motocicletas correspondem a apenas 27% da frota nacional.

Em relação aos veículos de transporte coletivo, a redução foi proporcionalmente maior porque o Conselho Nacional de Seguros Privados quis privilegiar os meios de transportes coletivos, que oferecem menos riscos em relação aos meios de transporte individuais.

Segundo a Fazenda, as reservas são mais que suficientes para garantir a solvência de longo prazo do Seguro DPVAT, que paga indenizações em torno de R$ 2 bilhões por ano. O ministério também destacou melhorias na gestão da Seguradora Líder, administradora do seguro obrigatório, o que aumentou o rigor com as indenizações e reduziu os gastos com o DPVAT.

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