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::Juiz determina 100% de distribuição de combustível para abastecer a Paraíba ::Vazamento na adutora do Congo volta a deixar cidades sem água ::Wellington quer voltar ao Senado: “A porteira está aberta” ::Greve dos caminhoneiros no Cariri chega ao 6º dia com colapso de combustíveis ::Câmara de Vereadores de Monteiro aprova voto de aplausos para o deputado Wellington Roberto ::Monteiro está em colapso de combustíveis devido protestos ::Trabalhadores rurais de Monteiro receberão tratores e implementos agrícolas ::Arrastapé aquecerá as ruas de Monteiro preparando os forrozeiros para o grande São João ::MARINGÁ, A HISTÓRIA E A LENDA ::Governo publica decreto que autoriza uso das Forças Armadas para liberar rodovias Malves Supermercados

Juiz determina 100% de distribuição de combustível para abastecer a Paraíba

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Vazamento na adutora do Congo volta a deixar cidades sem água

Wellington quer voltar ao Senado: “A porteira está aberta”

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Greve dos caminhoneiros no Cariri chega ao 6º dia com colapso de combustíveis

Wellington Roberto diz que ato dos caminhoneiros é justo e merece apoio Wellington Roberto diz que ato dos caminhoneiros é justo e merece apoio

A paralisação dos caminheiros chegou ao 6º dia no Cariri paraibano, neste sábado (26). Mesmo após uma proposta do Governo Federal, anunciada na quinta-feira (24), a categoria permanece com a greve em cerca de 18 pontos de interdições são registrados nas rodovias da Paraíba, sendo três, no Cariri.

A mobilização acontece desde segunda-feira (21) por conta da alta nos preços dos combustíveis. Os caminhões que abastecem os postos de combustíveis estão parados no Porto de Cabedelo, em protesto. Com a ajuda da Polícia Militar e Polícia Rodoviário Federal (PRF) alguns caminhões com combustíveis estão conseguindo chegar a postos nas cidades, mas apenas para abastecimento de veículos de serviços essenciais, como viaturas, ambulâncias, carro dos Bombeiros e ônibus.

Em algumas cidades do Cariri já há colpaso total de combustíveis, a exemplo de Monteiro, Zabelê, São João do Tigre, São Sebastião do Umbuzeiro, Sumé e Serra Branca.

A mobilização acontece desde segunda-feira (21) por conta da alta nos preços dos combustíveis. Os caminhões que abastecem os postos de combustíveis estão parados no Porto de Cabedelo, em protesto. Com a ajuda da Polícia Militar e Polícia Rodoviário Federal (PRF) alguns caminhões com combustíveis estão conseguindo chegar a postos nas cidades, mas apenas para abastecimento de veículos de serviços essenciais, como viaturas, ambulâncias, carro dos Bombeiros e ônibus.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), todas as interdições são parciais.

Na BR-412, no município de Sumé, a interdição estava bloqueando o trânsito por completo e liberando a passagem de veículos pequenos, apenas a cada 2 horas, mas depois foi liberado para veículos pequenos.

Em Monteiro e em Boa Vista, na BR-412, a manifestação ocorre sem bloqueio de veículos.

Câmara de Vereadores de Monteiro aprova voto de aplausos para o deputado Wellington Roberto

Monteiro está em colapso de combustíveis devido protestos

Trabalhadores rurais de Monteiro receberão tratores e implementos agrícolas

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Arrastapé aquecerá as ruas de Monteiro preparando os forrozeiros para o grande São João

Wellington Roberto diz que ato dos caminhoneiros é justo e merece apoio Wellington Roberto diz que ato dos caminhoneiros é justo e merece apoio

A expectativa toma conta da população para as festividades de São João desde os vários meses que antecedem o período. Uma das grandes esperas também acontece em relação a programação do Festival de Quadrilhas, que para os monteirenses é o aquecimento para as comemorações no Sítio São Francisco e o Palco Principal.

A Secretaria de Cultura e Turismo elaborou o cronograma das ruas que receberão o anarriê e alavantú nos nove dias que antecedem a abertura do São João 2018 – Uma Festa Cada Vez Melhor.

Começando no dia 12 com a Quadrilha da Secretaria de Desenvolvimento Social e no dia 13 acontece a da Rua Adamastor Neves, seguida pela quadrilha do bairro Mutirão no dia 14. Dia 15 é a vez da rua Honório Lopes e 16, a Rua de Campina, seguida no dia 17 pela Sizenando Rafael. Já no dia 18 a alegria toma conta da Rua Joventino Pereira.

No dia 19 o Festival de Quadrilhas acontece na Rua dos Pereiros e dia 20 no Bairro da Vila Santa Maria e encerrando no dia 21, a tradicional e uma das mais esperadas: a Quadrilha dos Trocados que acontece nas proximidades do Mercado Público.

“Investimos sempre no melhor para a cidade. O Festival de Quadrilhas já é tradicional no calendário junino, algo que leva alegria, diversão e como também não podemos deixar de citar, aquece a economia”, conta a Secretária de Cultura e Turismo, Christianne Leal.

São João 2018 – Uma Festa Cada Vez Melhor

Entre as atrações deste ano destacam-se Novinho da Paraíba, Avine Vinny, Solteirões do Forró, Maciel Melo, Dejinha de Monteiro, Maria Clara, Luciene Melo, Gustavo Lima, Gabriel Diniz, Nanara Belo, Walkyria Santos, Magníficos e Xand Avião que encerará os festejos comemorando o aniversário de Emancipação Política de Monteiro, que este ano comemora 146 anos.

Ainda dentro da programação acontecem todos os dias à partir das 16 horas o Forró Pé de Serra no Sítio São Francisco, em um clima agradável e familiar que agrega em seu espaço barracas de comidas e bebidas.

MARINGÁ, A HISTÓRIA E A LENDA

POR RAMALHO LEITE

Participava de um evento em Maceió e, durante o jantar oferecido às delegações de todo o Brasil, um trio musical, atendendo a pedidos, começou a executar músicas que lembravam cada um dos Estados ali representados. Quando chegou a vez do Paraná, o grupo puxou o fole, afinou o triangulo, balançou a pandeiro e começou a cantar Maringá. Não resisti. Fui ao palco e contei a história que eu conhecia da origem paraibana dessa canção, um dos maiores sucessos do grande Joubert de Carvalho, médico e compositor mineiro, nascido em Uberaba em 1900 e falecido no Rio em 1977.

O próprio Joubert chegou a gravar uma entrevista narrando o episódio: em um ônibus ele encontrou o Chefe de Gabinete do ministro José Américo, que lhe falou do desejo do seu chefe em conhece-lo. Joubert fez galhofa e respondeu que, quem quisesse conhecê-lo, que fosse à sua casa. Para sua surpresa, no dia seguinte, por telefone, é indagado se poderia receber o ministro José Américo. Lisonjeado, acolheu a ilustre visita que vinha acompanhada de todo seu gabinete, conta Joubert, acrescentando: “naquele tempo, Zé Américo estava na moda”. O agradável papo varou a madrugada.

Ainda com a pouca fama de compositor e com um diploma virgem de médico, Joubert almejava conseguir do ministro um cargo no Instituto dos Marítimos, para onde foi nomeado em 1933, chegando a diretor do Hospital. Procurou o gabinete ministerial e ali foi recebido por Rui Carneiro, que exercia a função de Oficial de Gabinete do ministro da Viação de Getúlio Vargas. A sabedoria do paraibano que chegaria ao governo da Paraíba como Interventor e ao Senado Federal até a morte, sugeriu que o médico compusesse uma música com referência à seca, missão salvadora do ministro José Américo naquele momento. Joubert disse que a sugestão falou ao seu “ouvido interno”. Tinha achado o caminho para comover o ministro.

Onde nasceu o Ministro? Indagou de Rui. – Em Areia, respondeu. Joubert desanimou:- Não dá! E você, nasceu aonde? – Em Pombal. -Ah! Aí dá: “Antigamente uma alegria sem igual/ dominava aquela gente da cidade de Pombal/ Mas veio a seca e a chuva foi embora/ Só restando então as aguas/dos meus “oios” quando chora”. Surgiram os versos, de improviso, em plena antessala do gabinete ministerial, afirma o criador de Tahi, sucesso levado ao mundo por Carmem Miranda. O compositor pediu a Rui que citasse outras cidades onde a seca estava castigando. Ele listou algumas e, entre elas, Ingá. Joubert vibrou: imaginou, então, uma retirante chamada Maria, Maria do Ingá, ou melhor: Maringá. “Foi numa leva que a cabocla Maringá/Ficou sendo a retirante que mai s dava o que falar/ e junto dela veio alguém que suplicou/pra que nunca esquecesse/do caboclo que ficou/Maringá/Maringá/ Depois que tu partiste tudo aqui ficou tão triste que garrei a “maginar”. Joubert conseguiu o emprego de José Américo mas terminou homenageado a terra de Rui Carneiro.

Uma versão, mais romântica e fantasiosa, encontrei registrada em uma página da cidade de Maringá: “Assim, Maringá recebeu o nome da canção, que por sua vez também tem sua história. Morava na cidade de Pombal, interior da Paraíba, numa ruazinha coberta por ingazeiros, uma linda cabocla de nome Maria do Ingá. Era filha de retirantes nordestinos, dona de uma beleza encantadora, de corpo bem feito, pele morena, olhos e cabelos negros. Maria fascinava a todos inspirando ardentes paixões. Um dia, uma seca inclemente, levou a linda Maria, deixando o político Rui Carneiro desolado de tristeza.

Bairrista como todo nordestino, Rui pediu ao amigo Joubert de Carvalho, que fizesse uma música que exaltasse a mulher amada e sua terra natal. Para o famoso compositor não foi difícil fazer a combinação política da Maria do Ingá.”

Outra versão eu a ouvi do senador Humberto Lucena: A Maria do Ingá teria sido mesmo uma paixão da juventude de Rui Carneiro. A seca os teria separado. Na qualidade de Interventor da Paraíba, Rui passeava a cavalo pela praia de Tambaú e deparou-se com uma leva de retirantes. Entre eles, lá estava Maria do Ingá, para tristeza de Rui Carneiro. Ao que parece, essas versões, confrontadas com a palavra de Joubert de Carvalho, não passam de lenda, pura lenda.

Não se trata de fantasia, contudo, a história de uma cidade do norte do Paraná que ganhou o nome de Maringá, justamente, em razão da canção do mesmo nome, sofrejada pelos operários que se embrenharam na mata para construí-la. O prefeito Silvio Barros, de Maringá, (2005/2013) esteve em Bananeiras quando Marta Ramalho era prefeita e, contou-me a história do jeito como a contei. O próprio Joubert de Carvalho, compôs em 1972 – A Cidade que Nasceu de Uma Canção. Maringá está viva e florescente. Maria do Ingá, porém, não passou de uma ideia de Rui Carneiro saída das páginas de A Bagaceira, às escondidas de José Américo. ( Com minhas desculpas ao historiador Rui Leitão por invadir a seara do seu livro “Canções Que Falam por Nós”)

Governo publica decreto que autoriza uso das Forças Armadas para liberar rodovias

Foi publicado na noite desta sexta-feira (25), em edição extra do “Diário Oficial da União”, o decreto do governo federal que autoriza o uso das Forças Armadas em todo o território nacional, para desobstrução de vias públicas federais. A medida foi anunciada depois da crise gerada pelo movimento dos caminhoneiros, que bloqueiam estradas há 5 dias contra o aumento do diesel.

O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que autoriza o emprego das Forças Armadas em casos de situações de perturbação da ordem pública, prevê ações de desobstrução de vias públicas federais a partir desta sexta até o dia 4 de junho. Ainda de acordo com a publicação, a medida anunciada também inclui:

– remoção ou a condução de veículos que estiverem obstruindo a via pública;
– escolta de veículos que prestem serviços essenciais ou transportem produtos considerados essenciais;
– garantia de acesso a locais de produção ou distribuição de produtos considerados essenciais;
– medidas de proteção para infraestrutura considerada crítica

O decreto autoriza, ainda, a atuação das Forças Armadas na desobstrução de vias públicas estaduais, distritais e municipais, desde que solicitado pelo prefeito ou governador, e se demonstrado a insuficiência da Polícia Militar local para a liberação das pistas.

Além do decreto, o governo também publicou portaria que autoriza a Força Nacional a acompanhar a Polícia Rodoviária Federal nas ações para desbloquear as rodovias, interrompidas pela greve dos caminhoneiros, pelo tempo que as manifestações durarem.

De acordo com a portaria, a medida pretende garantir a segurança dos manifestantes e da população em geral, e assegurar circulação nas rodovias federais e coibir eventuais atos de violência.

Uso das Forças Armadas
Nesta sexta, o presidente Michel Temer determinou o emprego de forças federais para desobstruir as rodovias, depois que boa parte do movimento ignoraram o acordo assinado com o governo na quinta-feira (24), para suspender a paralisação por 15 dias.

Os protestos bloquearam estradas e resultaram em desabastecimento de combustível nos postos e escassez de alimentos nos supermercados.

Coordenador do grupo que o governo criou para monitorar a greve dos caminhoneiros, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional Sergio Etchegoyen, que é general do Exército, declarou que o “gatilho” para o uso “enérgico dos recursos legais” foi o “risco de desabastecimento”.

Realizadas exclusivamente por ordem expressa da Presidência da República, as missões de GLO ocorrem nos casos em que há, segundo o Ministério da Defesa, “o esgotamento das forças tradicionais de segurança pública, em graves situações de perturbação da ordem”.

De acordo com o Ministério da Defesa, nessas ações, as Forças Armadas “agem de forma episódica, em área restrita e por tempo limitado, com o objetivo de preservar a ordem pública, a integridade da população e garantir o funcionamento regular das instituições”.

Após o anúncio do uso das Forças Armadas nos desbloqueios, o governo informou que que 419 de um total de 938 pontos interditados em rodovias de todo o país (quase 45%) tinham sido liberados até a tarde desta sexta-feira (25).

Segundo Jungman, todas as 519 interdições que restavam eram parciais.

Paralisação em rodovias preocupa organização do São João de Campina

Wellington Roberto diz que ato dos caminhoneiros é justo e merece apoio Wellington Roberto diz que ato dos caminhoneiros é justo e merece apoio

A paralisação nas rodovias da Paraíba está preocupando a organização do São João 2018, em Campina Grande. A festa começa daqui a uma semana e parte dos equipamentos necessários para a conclusão da montagem da estrutura ainda não chegaram. Segundo a organização, a situação ainda está sob controle, mas pode prejudicar o evento caso o problema não seja resolvido até a próxima quarta-feira (30).

A abertura do Maior São João do Mundo acontece na próxima sexta-feira (1º). O evento vai até o dia 1º de julho, totalizando 31 noites de festa. No dia da abertura, a programação conta com shows de Marcia Fellipe, Flávio José e Biliu de Campina.

Entre os nomes já confirmados para a festa também estão Wesley Safadão, Elba Ramalho, Léo Santana, Bell Marques, Luan Santana, Matheus e Kauan, além de artistas locais como Amazan e Flávio José. A expectativa da organização do evento é de que os 30 dias de festa movimentem cerca de 2 milhões de pessoas.

Segundo a assessoria de imprensa da empresa responsável pelo evento, caminhões que estão com equipamentos como painéis de led, telões, som e outras estruturas de montagens não conseguem chegar a Campina Grande. Apesar disso, boa parte da montagem está adiantada, pois a maioria estava já na cidade.

Outra preocupação é em relação ao fornecimento de produtos para comércio durante a festa. Segundo a empresa organizadora, até o fim da tarde desta sexta-feira (25), as empresas fornecedoras ainda não havia se posicionado.

Além dos equipamentos necessários para a conclusão da montagem da estrutura, outros problemas atingem os comerciantes que estão com barracas, bares e quiósques no Parque do Povo. Entre os exemplos citados está a falta de combustível e alto custo de frete para que comerciantes levem aparelhos e produtos para os estabelecimentos.

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Wellington Roberto diz que ato dos caminhoneiros é justo e merece apoio

Sumé prorroga prazo de inscrições do Processo Seletivo de professores

Wellington Roberto diz que ato dos caminhoneiros é justo e merece apoio Wellington Roberto diz que ato dos caminhoneiros é justo e merece apoio

A Prefeitura Municipal de Sumé/PB, Estado da Paraíba, por meio de sua Secretaria Municipal da Educação e Secretaria Municipal da Administração, prorrogou até 30 de maio de 2018, as inscrições do Processo Seletivo Simplificado nº 004/2018, com vistas à contratação de: 03 (três) Professores por tempo determinado.

O Presente Processo Seletivo Público destina-se ao provimento de vagas para contratação em caráter excepcional, com contratação pelo período de seis meses podendo ser prorrogado por igual período, com formação de cadastro de reserva nos casos de rescisão.

O Processo Seletivo Público será realizado sob a responsabilidade da Prefeitura Municipal e Secretaria de Educação de Sumé, sendo a responsável técnica e operacional pelo desenvolvimento da única etapa relativa ao presente Processo Seletivo (análise de currículo), acompanhada e fiscalizada pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento do Processo Seletivo.

A opção de cargo por área de atuação, vagas, carga horária, escolaridade/requisitos e remuneração são os estabelecidos no quadro a seguir:

As inscrições poderão ser realizadas no horário das 08hs às 12hs, mediante entrega de currículo acompanhado da documentação comprobatória, que será devidamente autenticada pela comissão ou representante da administração designado “confere com original”, e implicará no conhecimento e a tácita aceitação das normas e condições estabelecidas neste Edital, em relação às quais não poderá alegar desconhecimento. Após isso, a documentação será novamente conferida, inserida no envelope e lacrado.

A entrega dos currículos em envelope, ocorrerá exclusivamente no Auditório da Secretaria de Educação Municipal, localizada na Avenida 1º de Abril, 1º Andar, Centro, Sumé, Paraíba, pessoalmente, devidamente identificado.

STF autoriza uso de força em rodovias e impõe multa a quem descumprir decisão

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes concedeu nesta sexta-feira (25) uma liminar (decisão provisória) em que autorizou o uso das forças de segurança pública para o desbloqueio de rodovias ocupadas por caminhoneiros grevistas. A liminar de Moraes atende a um pedido do governo federal.

A pedido do governo, Moraes impôs multa de R$ 100 mil por hora às entidades que atuarem nas interdições de vias, além de multa de R$ 10 mil por dia para motorista que esteja obstuindo a pista.

Na ação, assinada pelo presidente Michel Temer e pela advogada-geral da União, Grace Mendonça, o governo pede que o STF considere a greve ilegal porque, apesar de ter “compromisso democrático” com a livre manifestação, não se pode inviabilizar direitos fundamentais, como a locomoção.

A Advocacia Geral da União apontou ainda risco de “caos social” em razão da falta de combustível e desabastecimento de alimentos.

“Autorizo que sejam tomadas as medidas necessárias e suficientes […] ao resguardo da ordem no entorno e, principalmente, à segurança dos pedestres, motoristas, passageiros e dos próprios participantes do movimento que porventura venham a se posicionar em locais inapropriados nas rodovias do país; bem como, para impedir, inclusive nos acostamentos, a ocupação, a obstrução ou a imposição de dificuldade à passagem de veículos em quaisquer trechos das rodovias […] inclusive com auxílio, se entenderem imprescindível, das forças de segurança pública, conforme pleiteado”, diz o ministro na decisão.

O caso ainda terá que ser julgado pelo plenário do Supremo Tribunal Federal, em data ainda não estipulada.

Na decisão de 16 páginas, o ministro Alexandre de Moraes considerou que houve “abuso no exercício dos direitos de reunião e greve” por conta “da obstrução do tráfego em rodovias e vias públicas”, impedindo o abastecimento de combustíveis e outros insumos.

“Na presente hipótese, entendo demonstrado o abuso no exercício dos direitos de reunião e greve, em face da obstrução do tráfego em rodovias e vias públicas, impedindo, a livre circulação no território nacional e causando a descontinuidade no abastecimento de combustíveis e no fornecimento de insumos para a prestação de serviços públicos essenciais. […] O quadro fático revela com nitidez um cenário em que o abuso no exercício dos direitos constitucionais de reunião e greve acarretou um efeito desproporcional e intolerável sobre todo o restante da sociedade”, destacou.

O ministro afirmou que, embora o uso da Polícia Militar em todo o país seja competência de vários órgãos, é preciso autorizar a atuação coordenada para que a situação se normalize.

“O tempo já transcorrido de paralisação do tráfego, com o consequente represamento de bens e serviços e escoamento de estoques em todo o país, e o tempo necessário para que esse fluxo se normalize, reclama a adoção de uma medida incisiva e inequívoca quanto à necessidade de que se garanta plena e imediata liberdade de tráfego em todas as rodovias do Brasil.”

Alexandre de Moraes ponderou que o direito de reunião é “um dos princípios basilares de um estado democrático”. E que o direito de greve é “necessário à efetivação da cidadania”, mas que isso não deve desrespeitar outros direitos fundamentais. Por isso, completou que “os requisitos necessários para a concessão da medida cautelar estão presentes”.

“A razoabilidade no exercício da greve, das reuniões e passeatas previstas constitucionalmente, deve, portanto, evitar a ofensa aos demais direitos fundamentais, o desrespeito à consciência moral da comunidade, visando, em contrapartida, a esperança fundamentada de que se possa alcançar um proveito considerável para a convivência social harmoniosa, resultante na prática democrática do direito de reivindicação”, concluiu.

Avião de Temer fica sem combustível

Wellington Roberto diz que ato dos caminhoneiros é justo e merece apoio Wellington Roberto diz que ato dos caminhoneiros é justo e merece apoio

Não são apenas cidadãos comuns e passageiros da aviação comercial que enfrentam transtornos com a crise de abastecimento de combustíveis. A falta de querosene de aviação (QAV) no aeroporto internacional de Brasília afeta também a aeronave que atende ao presidente Michel Temer.

— Se o presidente precisar se deslocar para um destino longo, terá muita dificuldade, disse uma fonte ligada à Presidência da República.

Segundo esta mesma fonte, a equipe responsável pelos deslocamentos de Temer também foi pega de surpresa com o desabastecimento que afeta o aeroporto de Brasília e outros 10 terminais. O gabinete presidencial teria sido alertado sobre a dificuldade de decolagem da aeronave presidencial, a depender do destino.

O ACJ319, fabricado pela Airbus, tem autonomia máxima de 9 horas e 45 minutos de voo, equivalente a uma viagem entre Zurique, na Suíça e Havana, em Cuba. O problema, no entanto, é que, segundo a mesma fonte, não haveria combustível suficiente estocado em Brasília para um percurso semelhante. Para percursos menores é possível que haja combustível, mas a FAB não informa quanto.

Uma saída para a FAB, caso tenha combustível para um voo mais curto, seria voar com a avião presidencial até os aeroportos de Guarulhos ou Galeão, abastecidos com dutos da Petrobras, para um reabastecimento. Os terminais não dependem de rodovias. Essa possibilidade, no entanto, também não é confirmada pela FAB.

Além do presidente da República, a FAB transporta autoridades, como ministros de Estado e de tribunais superiores e órgãos para transplante.

O Palácio do Planalto não informou a quantidade de querosene armazenado atualmente na Base Aérea nem a autonomia de voo possível que o jato presidencial teria para voar na data de hoje. Questionada, a Força Aérea respondeu que perguntas específicas sobre deslocamentos presidenciais deveriam ser encaminhadas ao Palácio do Planalto. Já a assessoria de Temer contradisse os militares, e afirmou que o esclarecimento caberia a Força Aérea Brasileira.

Sobre a quantidade de querosene de aviação armazenada, a FAB limitou-se a informar que “está preparada para eventuais contingências, de modo a não comprometer suas missões essenciais”.

Criticada por ter feito uma escala em Portugal, quando retornava de uma viagem à Suiça, em 2014, a ex-presidente Dilma Roussef reprovou a autonomia de voo do modelo que serve a presidencia da República, em comparação com os jatos oficiais de outros líderes internacionais. Por não ter autonomia, o jato brasileiro precisa fazer várias escalas em viagens internacionais longas. O ACJ319 usado pela Presidência foi comprado pelo ex-presidente Lula, que decidiu aposentar o antigo Sucatão, um Boeing 707 que transportou presidentes brasileiros entre 1986 e 2005. O Airbus foi apelidado de ‘Aerolula’.

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Batinga revela diálogos com grupo da prefeita de Monteiro e não descarta aliança

O pré-candidato a deputado estadual e ex-prefeito, Carlos Batinga (PTB), revelou nesta sexta-feira, 25, que tem mantido intensas conversas com aliados da prefeita de Monteiro, Anna Lorena (PSDB). As declarações foram dadas durante entrevista na rádio Monteiro FM.

Batinga disse que tem um estilo pacificador e com isso tem mantido contatos com aliados da base da prefeita Lorena com o intuito de formar uma aliança política visando as eleições estaduais de 2018 e as eleições municipais de 2020.

“Eu tenho conversado sempre com vários aliados da prefeita, desde os vereadores ao vice-prefeito, pois todos já foram meus aliados e tenho uma boa relação com eles”, disse.

Porém, Batinga disse que ainda não manteve contatos direto com Anna Lorena, mas que está aberto e não descartou uma união dos grupos políticos ainda nestas eleições.

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Sindipetro obtém liminar e justiça garante abastecimento nos postos da Paraíba

Wellington Roberto diz que ato dos caminhoneiros é justo e merece apoio Wellington Roberto diz que ato dos caminhoneiros é justo e merece apoio

O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado da Paraíba (Sindipetro-PB) acaba de conseguir uma liminar na Justiça que garante o abastecimento aos 670 postos revendedores da Paraíba. Na decisão, o juiz Antônio Silveira, da 2ª Vara Mista de Cabedelo, determina o desbloqueio imediato das estradas e vias de acesso aos terminais de distribuição do Porto de Cabedelo, fixando o prazo de oito horas para o cumprimento da medida, sob pena de multa diária no valor de R$10.000,00 (dez mil reais), sem prejuízo da responsabilização pessoal administrativa e penal daqueles que vierem a obstacular o cumprimento da medida.

Na decisão, o magistrado destaca que “decorrido o prazo sem o cumprimento da presente liminar, expeça-se ofício às autoridades policiais competentes, determinando a imediata requisição de força policial necessária para garantia do efeito prático da liminar deferida, assegurando o livre acesso de pessoas e coisas à base de distribuição de combustíveis e áreas de abastecimento situadas em Cabedelo/PB, podendo, inclusive, proceder com a remoção de veículos, caminhões, carros de som e outros objetos, meios e pessoas que estejam impedindo o exercício do livre direito de ir e vir, advertindo aos agentes policiais porventura envolvidos a agirem de forma moderada e equilibrada, de forma a preservar a integridade física e moral das pessoas envolvidas”.

O presidente do Sindipetro-PB, Omar Aristides Hamad Filho, disse que respeita o movimento por considerá-lo legítimo, “uma vez que os caminhoneiros pleiteiam o que toda a revenda também sonha, que é uma nova política de preços, a começar com a redução dos impostos que respondem por 45% da composição de valores de combustíveis, como a gasolina”, mas ressalvou que enquanto entidade representativa do comércio varejista, não poderia se furtar de garantir a defesa dos postos revendedores. “Estamos garantindo o direito do revendedor de dar sequência ao seu negócio, fonte de sua sobrevivência, de sua e de outras inúmeras famílias”, acentuou.

Omar Hamad Filho voltou a conclamar a sociedade para que cobre a imediata redução dos impostos sobre os combustíveis. Ele lembrou que a carga tributária é altíssima, o que compromete demasiadamente a atividade comercial, penalizando empresários e consumidores.

Temer diz que governo acionou 'forças federais' para desbloquear estradas

Wellington Roberto diz que ato dos caminhoneiros é justo e merece apoio Wellington Roberto diz que ato dos caminhoneiros é justo e merece apoio

O presidente Michel Temer disse nesta sexta-feira (25) que acionou forças federais para desbloquear estradas, ocupadas por caminhonheiros em greve. Ele fez um pronunciamento no Palácio do Planalto.

Temer optou por acionar as forças federais depois de se reunir com ministros para uma “avaliação de segurança” sobre a situação no país, já que a greve dos caminhoneiros continuou, apesar do acordo firmado entre governo e representantes da categoria na noite de quinta (24).

Em razão da paralisação, há registros de falta de alimentos em supermercados e de combustível em postos de gasolina. O transporte coletivo em diversas cidades foi afetado, indústrias pararam atividades e voos começaram a ser cancelados por falta de combustível nos aeroportos.

“Comunico que acionei as forças federais de segurança para desbloquear as estradas e estou solicitando aos senhores governadores que façam o mesmo”, disse o presidente.

Segundo assessoria do Ministério da Segurança Pública, as forças federais incluem: Exército, Marinha, Aeronáutica e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Temer disse que tomou a decisão para evitar que a população fique sem produtos de “primeira necessidade”.

“Não vamos permitir que a população fique sem gêneros de primeira necessidade. Não vamos permitir que os hospitais fiquem sem insumos para salvar vidas. Não vamos permitir que crianças sejam prejudicadas pelo fechamento de escolas. Como não vamos permitir que produtores tenham seu trabalho mais afetado”, afirmou Temer.

A assessoria do Ministério da Segurança Pública informou que o governo vai publicar um decreto ainda nesta sexta-feira com acionamento das forças federais. Ainda de acordo com a assessoria, as rodovias devem ser totalmente liberadas. Com isso, caminhoneiros manifestantes não poderão ficar nem no acostamento.

Apesar do decreto ainda não ter sido publicado, as Forças Armadas já estão mobilizadas, segundo o governo. As Forças vão esperar a publicação do decreto para iniciar a operação.

Segundo o governo, a prioridade do desbloqueio é garantir abastecimento de combustível em seis aeroportos e duas termelétricas. Entre os aeroportos, estão Brasília, Recife, Congonhas, Confins e Porto Alegre.

Caminhoneiros chegam ao 5º dia de greve com três pontos de bloqueios no Cariri

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