::CIDADE SEGURA: Polícia apreende armas, prende trio e recupera moto no Cariri ::OLHO VIVO – Por Simorion Matos ::João destaca ranking que coloca a PB entre os estados mais eficientes do país ::Lucélio, Micheline, Cássio e Daniella participam de caminhada ::Maranhão ganha adesão de prefeitos, vereadores e reafirmação de apoios em Patos ::TCE emite alerta a Prefeitura de Boa Vista e outras cidades da Paraíba ::TRAGÉDIA NO CARIRI: Criança morre após ser atingida acidentalmente por carro ::Prefeito Adriano Wolff se reúne com o candidato a senador Luís Couto e firma parcerias ::Homem é preso acusado de estupro de vulnerável, em Barra de São Miguel ::Inscrições para concurso de São João do Cariri termina neste domingo Malves Supermercados

Collor anuncia que é pré-candidato à Presidência

(19/01/2018)
Collor anuncia que é pré-candidato à Presidência Collor anuncia que é pré-candidato à Presidência

O senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) anunciou nesta sexta-feira, 19, que pretende se candidatar novamente à Presidência da República nas eleições gerais deste ano.

“Digo a vocês que esse é um dos momentos mais importantes da minha vida pessoal. Hoje, a minha decisão está tomada: sou, sim, pré-candidato à Presidência da República”, afirmou o senador alagoano, que participou de um evento na cidade de Arapiraca, no interior do Estado, com a prefeita, Célia Rocha (PTB).

Apelidado de ‘caçador de marajás’, Collor venceu em 1989 a primeira eleição direta após a redemocratização do País, derrotando vários candidatos, entre eles Leonel Brizola (PDT), Ulysses Guimarães (PMDB) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com quem disputou o segundo turno.

Collor é réu da Operação Lava Jato por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Em agosto de 2017, o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou a denúncia do então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o político. Ele teria recebido ao menos R$ 29 milhões em propinas, apenas entre 2010 e 2014. A defesa do senador nega as acusações e diz que vai provar sua inocência.

Ele comandou o país entre 1990 e 1992, quando renunciou à Presidência em 29 de dezembro, antes mesmo que o processo de impeachment fosse aprovado. Depois, o Congresso Nacional julgou Collor culpado pelo crime de responsabilidade e cassou seus direitos políticos, tornando-o inelegível durante oito anos. Tentou concorrer à Prefeitura de São Paulo em 2000, mas foi impedido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em 2002, Collor disputou o governo do Estado de Alagoas e foi derrotado pelo então governador Ronaldo Lessa. Em 2006, foi eleito senador do Estado e, em 2010, tentou novamente ser eleito governador e perdeu a eleição para Teotônio Vilela Filho (PSDB). Foi reeleito senador por Alagoas em 2014, com 55,69% dos votos válidos.

Em respeito a legislação eleitoral o CARIRI LIGADO não publicará os comentários dos leitores. O espaço para interação com o público voltará a ser aberto logo que as eleições 2018 se encerrem.