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DIAS DE VALENTIA – Por Sérgio Bezerra

(03/02/2018)

MONTEIRO – Branco da Banca e Uá de Zé Gomes, nos áureos tempos de boemia, eram daqueles que gostavam de beber de bar em bar – para que, segundo argumentavam, os donos não ficassem com inveja do lucro um do outro.

Certo dia, já tarde da noite e com os bares centrais da cidade todos fechados, tiveram a genial idéia de encerrar a bebedeira num bar que Seba Calado mantinha no Alto de São Vicente. No caminho, deram carona a Sanremo, um conhecido distante metido a brabo.

Os três, chegando ao estabelecimento de destino, sentaram e tornaram a ingerir a saborosa cuba-libre (mais conhecida como rum com coca). Lá pelas tantas, não deu outra: Sanremo inventou uma discussão com outros dois freqüentadores que estavam numa mesa perto da janela. Arengou e arengou, até que levou um murro de um dos cabras.

Branco da Banca, valente que só um touro bravo, saiu em defesa do amigo e jogou o agressor em cima da mesa de onde ele tinha vindo, quebrando a dita cuja e derrubando o outro indivíduo no chão.

A dupla se levantou, disposta a partir Branco ao meio.

Eis que, de repente, o proprietário do estabelecimento aparece, faz sinal com o dedo, apontando para um local por trás dos dois destemidos.

Os valentões, ao olharem para onde ele apontava, tiveram um susto tão grande que, de um pinote só, voaram para fora do bar pela janela. Ao caírem no chão, se levantaram imediatamente e correram em disparada. A carreira foi tão grande que ainda hoje não se sabe se já pararam.

Branco da Banca, que já estava em posição de briga, também olha em direção ao local apontado por Seba Calado, para ver se entendia alguma coisa, e se deparou com a seguinte cena:

Uá de Zé Gomes, chapéu na cabeça, cigarro no bico e cara de mau, com o dedo ereto por dentro da camisa, fazendo parecer que estava armado.

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