prefeitura
::Poeta monteirense faz apelo em redes sociais pedindo o fim da morosidade no judiciário ::Ricardo critica a reforma da Previdência: “aumenta a pobreza e não atende as necessidade do povo” ::Sumé promove 6ª Conferência Municipal de Saúde ::ANA regulariza mais 400 usuários que utilizam água de Boqueirão para irrigação ::Bandeira tarifária da conta de luz continua verde em março ::TCE-PB aprova contas de 2017 da Câmara de São Sebastião do Umbuzeiro ::Bolsonaro autoriza PB contratar empréstimo de US$ 50 milhões ::Prefeito de São João do Cariri pede licença do cargo para tratamento de saúde ::Raio atinge cerca e acaba matando quatro bois em fazenda no Sertão do Estado ::IMPERDÍVEL: Banda Magníficos lançará novo projeto no próximo dia 14 Malves Supermercados

Governo quer cortar 21 mil cargos para economizar R$ 209 milhões por ano

(03/02/2019)
Governo quer cortar 21 mil cargos para economizar R$ 209 milhões por ano Governo quer cortar 21 mil cargos para economizar R$ 209 milhões por ano

O governo pretende economizar R$ 209 milhões por ano com o corte de 21 mil cargos comissionados. Segundo a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, o decreto com a reestruturação de funções e gratificações técnicas em toda a Esplanada dos Ministérios será editado ainda este mês.

De acordo com a pasta, a iniciativa contribuirá para simplificar a gestão e enxugar a diversidade de cargos e comissões. O Ministério da Economia não detalhou a distribuição dos cortes por órgãos nem por tipos de cargos, mas informou que pretende extinguir algumas gratificações de legislação muito antiga, algumas que não estão sendo ocupadas e outras de baixo valor individual, que não representam função de chefia.

A mudança não necessariamente significará que 21 mil pessoas serão demitidas. Isso porque a maior parte dos cargos em comissão é ocupada por servidores concursados escolhidos para chefias ou funções de confiança. Segundo o Ministério da Economia, o decreto pretende adequar a estrutura às necessidades da administração pública e evitar, no futuro, a ampliação dos gastos com a ocupação dos cargos que ficaram vagos e as gratificações que deixaram de ser pagas.

Estatísticas
Segundo o Painel Estatístico de Pessoal do Ministério da Economia, o governo anterior terminou com 99.833 cargos comissionados, funções e gratificações técnicas. Desse total, o Poder Executivo Federal detinha 33.852 (33,9%); e as fundações federais, 14.629 (14,7%). As autarquias federais concentravam a maior parte: 50.804 (50,9%). A Secretaria Especial de Desburocratização não informou se o corte dos cargos, funções e gratificações ocorrerá apenas no Executivo Federal ou se também abrangerá as fundações e autarquias.

As informações de janeiro ainda não estão compiladas. Até agora, apenas o Ministério da Economia detalhou os cortes provocados pela fusão de quatro pastas das gestões anteriores – Fazenda; Planejamento; Indústria, Comércio Exterior e Serviços; e parte do Trabalho. A nova estrutura enxugou 2.987 cargos – 243 de Direção e Assessoramento Superior (DAS), 389 Funções Comissionadas do Poder Executivo (FCPE), restrita a servidores concursados, e 2.355 funções gratificadas.

Fusões
O maior potencial de redução de cargos comissionados está nos ministérios nascidos da união de pastas antigas. Além da Economia, classificada como superministério, a nova estrutura da Esplanada dos Ministérios têm três pastas resultantes de fusões.

O Ministério da Justiça incorporou a pasta de Segurança Pública e a secretaria do Ministério do Trabalho que cuidava dos registros sindicais. O Ministério da Cidadania reuniu as antigas pastas de Desenvolvimento Social, Cultura e Esporte. O Ministério do Desenvolvimento Regional nasceu da junção dos antigos ministérios das Cidades e da Integração Nacional.

Faça seu comentário



Possui atualmente : Nenhum comentário em Governo quer cortar 21 mil cargos para economizar R$ 209 milhões por ano