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Pai e filho são suspeitos de chefiar quadrilha na PB e no RN

(03/01/2018)
Pai e filho são suspeitos de chefiar quadrilha na PB e no RN Pai e filho são suspeitos de chefiar quadrilha na PB e no RN

Uma operação integrada entre Polícias Civil e Militar através do Núcleo de Homicídios da 6ª Delegacia Seccional de Alhandra desarticulou uma quadrilha de 23 pessoas, comandada por pai e filho. Eles são suspeitos de chefiar o tráfico de drogas e a prática de homicídios no Litoral Sul da Paraíba. Dezenove pessoas foram presas em flagrante e quatro adolescentes apreendidos na ação que foi chamada de ‘Operação Arataguis’.

Entre os presos está Marcos Honório Júnior, de 31 anos, que é apontado como autor de vários homicídios motivados pelo controle do tráfico de drogas na região. Segundo a polícia, enquanto Marcos Honório Júnior comandava as ações na região do Rio Grande do Norte, o pai, Marcos Honório, gerenciava o tráfico no Litoral Sul paraibano. Além do pai e do filho, a esposa de Marcos Honório Júnior, também foi presa.

De acordo com o delegado responsável pela ação, Aneílton de Castro, a família também é responsável por assassinatos. “Nós estamos nas investigações de forma mais intensa há cerca de dois meses, mas sabemos da existência do grupo desde 2016. Tanto Marcos Honório como Marcos Honório Júnior pertencem a facção Okaida e são responsáveis diretamente por dez homicídios, entre duplos e triplos homicídios”, garantiu o delegado.

Além das pessoas presas, a operação ainda apreendeu nove armas de fogo, 54 munições, 402 gramas de cocaína e seis quilos de maconha.

Detalhe sórdido
O delegado Aneílton de Castro ainda revelou um detalhe sórdido sobre a crueldade dos suspeitos presos. De acordo com Aneílton, em uma das ações do grupo, uma criança de apenas 1 ano foi baleada nas costas e ficou paraplégica. Ainda segundo o delegado, o grupo era conhecido pela violência em suas ações, matando inclusive membros da própria facção, a fim de liderar o tráfico na região.

‘Arataguis’
A operação foi batizada com o nome ‘Arataguis’ em referência ao primeiro nome da cidade de Alhandra, visto que os acusados tentavam sitiar a cidade e região.

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