sao joao
::Ibope para presidente, votos válidos: Bolsonaro, 59%; Haddad, 41% ::Escolas da rede municipal de Sumé realizaram atividades na semana da criança ::TJPB suspende liminar e mantém leilão de veículos pelo Detran ::Professor tem moto furtada enquanto fazia prova de concurso em São João do Cariri ::Polícia detém mais de cem suspeitos durante o feriadão ::Prefeita Anna Lorena parabeniza professores pelo seu dia ::Vice-prefeito de Monteiro emite mensagem parabenizando professores ::Presidente da Câmara de Monteiro parabeniza professores do município ::Tovar avisa que definição sobre líder da oposição só ocorre em 2019 ::“Pesquisas não erraram”, diz Ibope Malves Supermercados

Sem chuvas e sem transposição, Boqueirão perde 1 centímetro por dia

(15/05/2018)
Sem chuvas e sem transposição, Boqueirão perde 1 centímetro por dia Sem chuvas e sem transposição, Boqueirão perde 1 centímetro por dia

As águas da transposição foram suspensas para a realização de uma obra nos açudes de Poções, em Monteiro, e Camalaú, na cidade de mesmo nome.

O problema é que, sem as águas do São Francisco e a falta de chuvas, o açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, está perdendo um centímetro da reserva a cada dia.

A informação é do presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), João Fernandes.

Durante entrevista à Rádio Campina FM, ele ressaltou que as obras deveriam ter começado em Poções, no dia 2 de abril, mas foram adiadas para maio, só que até agora não foram iniciadas.

– Lamentavelmente as construtoras parece que estão criando problemas com o Dnocs. Elas teriam que fazer o serviço na barragem de Poções a partir de 2 de abril, foi adiado para 2 de maio, só que até agora não foram iniciadas. Em Camalaú, a construtora tampou o rasgo que foi feito e a obra está sendo executada com certa regularidade, mas em Poções está tudo parado. O prazo para a finalização das obras é de quatro meses – disse.

As obras, segundo João Fernandes, estão atrasadas em 30 dias e desde o dia 18 de maio, as águas da transposição estão sem chegar à Paraíba.

Ele criticou a construtora que tem colocado impedimentos para fazer o conserto do rasgo do açude de Poções, feito para a água escoar mais rápido quando a transposição chegou.

– A empresa não quer fazer o barramento para tapar um rasgo de 7 a 8 metros. Eles têm material e equipamento para fazer, isso é capricho da construtora, que não quer cumprir o contrato com o Dnocs e o Ministério da Integração – disse.

Em respeito a legislação eleitoral o CARIRI LIGADO não publicará os comentários dos leitores. O espaço para interação com o público voltará a ser aberto logo que as eleições 2018 se encerrem.