sao joao
::EM MONTEIRO: Batinga, João e Ricardo realizam grande arrastão e comício nesta sexta ::População comparece a inauguração da Academia da Saúde na Vila Santa Maria ::Após ação dos Bombeiros, PM e apoio da Prefeitura, incêndio é controlado em Coxixola ::Tribunal de Contas aprova contas de 2017 da prefeitura de Zabelê ::Água da Transposição volta a ser bombeada para a Paraíba ::“Sou cobrada mesmo, por obras que se arrastam há anos”, diz prefeita de Monteiro ::Mais de 60% dos paraibanos aprovam governo de Ricardo Coutinho ::Próximo presidente terá que fazer a reforma da Previdência, diz Temer ::Presidente da Câmara de Monteiro parabeniza prefeita por entrega de academia da saúde ::Boqueirão deve voltar a ter água da transposição em 20 dias, diz DNOCS Malves Supermercados

Toffoli suspende ação penal aberta por Moro

(14/09/2018)
Toffoli suspende ação penal aberta por Moro Toffoli suspende ação penal aberta por Moro

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, determinou a suspensão da ação penal aberta pelo juiz federal Sérgio Moro contra o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega.

Em agosto, Mantega e outros acusados, entre eles os publicitários João Santana e Mônica Moura, se tornaram réus em uma ação penal pelos crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

A decisão de Toffoli foi tomada no dia 11 de setembro, antes de o ministro assumir a presidência do STF, cuja posse ocorreu na última quinta-feira (12). O ministro atendeu a um pedido feito pela defesa de Mantega.

Os advogados alegaram que a denúncia não poderia ter sido feita pela força-tarefa de investigadores da Operação Lava Jato e recebida por Moro, porque a Segunda Turma da Corte decidiu que as acusações que basearam a denúncia deveriam ser retiradas da competência do juiz e divididas entre a Justiça Eleitoral e a Federal de Brasília.

“À luz do entendimento fixado na ação paradigma, entendo, neste juízo de cognição sumária, que a decisão do Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba/PR tentou burlar o entendimento fixado no acórdão invocado como paradigma, ao receber a denúncia do Ministério Público Federal”, decidiu Toffoli.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), três ex-diretores da empreiteira Odebrecht ofereceram vantagens ilícitas ao ex-ministro para que ajudassem na edição de uma medida provisória de interesse da empresa.

Segundo a investigação, foram disponibilizados R$ 50 milhões em uma conta do setor de propinas da empresa, que ficou à disposição de Mantega. Parte do valor teria sido repassada aos publicitários Mônica Moura e João Santana, delatores na Lava Jato, para ser usada na campanha eleitoral de 2014.

Em respeito a legislação eleitoral o CARIRI LIGADO não publicará os comentários dos leitores. O espaço para interação com o público voltará a ser aberto logo que as eleições 2018 se encerrem.