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Prefeito Felício Queiroz determina divulgação de lista de vacinados no município de São José dos Cordeiros

Operação apreende fuzil e dinamite com grupo suspeito de assaltos a bancos

40% reprovam governo Bolsonaro e 31% aprovam, aponta pesquisa Datafolha

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Monteiro registra mais 49 novos casos de Covid-19

Nota Informativa
Atualizada em 22/01/2021

A Secretaria Municipal de Saúde de Monteiro informa que nesta Sexta-feira, 22, tivemos mais 49 novos casos CONFIRMADOS para Covid-19.

Sendo 20 (vinte) casos de 04, duas pacientes de 20 anos, 21, duas pacientes de 26 anos, 27, 30, dois pacientes de 35 anos, 37, 38, 49, quatro pacientes de 52 anos, 56, 71 e 73 anos de idade, sexo feminino e 29 (vinte e nove) casos de 14, dois pacientes de 19 anos, 22, 24, dois pacientes de 25 anos, três pacientes de 27 anos, 28, dois pacientes de 29 anos, 31, 33, 38, dois pacientes de 39 anos, 42, 44, 48, 51, 53, 55, 61, 62, 69, 77 e 88 anos de idade, masculino. Foram orientados a realizar o isolamento domiciliar e estão sendo monitorados pela equipe de Vigilância em Saúde e Unidades Básicas de Saúde do Município.

Registramos mais dois óbitos: uma paciente de 69 anos, sexo feminino, hipertensa, que estava internada no Hospital Regional Santa Filomena, em Monteiro, e um paciente de 83 anos, sexo masculino, hipertenso, que encontrava-se internado no Hospital Pedro I em Campina Grande.

Totalizamos até esta data 12 (doze) pacientes internos, sendo 02 (dois) pacientes no Hospital das Clínicas, 07 (sete) pacientes no Hospital Pedro I e 01 (um) paciente no Hospital de Trauma, todos em Campina Grande e 02 (dois) pacientes no Hospital da Unimed, em João Pessoa, todos em quadro estáveis.

Atestamos que nesta data foram registrados mais 17 (dezessete) novos casos recuperados, totalizando 1725 casos recuperados da COVID-19.

⚠Reforçamos a importância de toda população seguir as orientações do distanciamento social, o uso de máscaras, a higienização das mãos com álcool 70% e demais medidas apresentadas pela Secretaria de Saúde.

 

Mesmo com lote vindo da Índia e CoronaVac a mais, Brasil tem doses para vacinar só 40% de prioritários

Prefeito Felício Queiroz determina divulgação de lista de vacinados no município de São José dos Cordeiros Prefeito Felício Queiroz determina divulgação de lista de vacinados no município de São José dos Cordeiros

O Brasil passou a contar nesta sexta-feira (22/01) com mais 6,8 milhões de doses de vacinas contra o coronavírus, depois de uma decisão da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e da chegada de um carregamento vindo da Índia.

A carga que desembarcou no aeroporto de Guarulhos (SP) trouxe, depois de uma semana de espera, 2 milhões de doses da vacina Oxford-AstraZeneca, aprovadas no domingo passado pela Anvisa juntamente com outras 6 milhões de doses da CoronaVac importadas da China — e que já estão sendo aplicadas pelos Estados e municípios em suas campanhas de vacinação.

E, também nesta sexta, a Anvisa deu aval para o uso emergencial de mais 4,8 milhões de doses da CoronaVac, essas rotuladas e embaladas pelo Instituto Butantan em São Paulo.

Com isso, o Brasil passa a contar até agora com 12,8 milhões de doses de vacinas para enfrentar a pandemia.

No entanto, embora a notícia seja de se comemorar, esse montante só dá conta, na prática, de imunizar o equivalente a 40,3% da população definida pelo governo federal como prioritária para a fase inicial da imunização.

O Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, publicado em dezembro pelo governo Bolsonaro, estabelece que a primeira fase da campanha de vacinação contra covid-19 no país deve ter como população-alvo trabalhadores da saúde, pessoas de 75 anos ou mais, pessoas com mais de 60 anos que estejam em casas de repouso ou clínicas geriátricas, população indígena e povos e comunidades ribeirinhas.

Nas contas do Ministério da Saúde, isso totaliza 14,8 milhões de pessoas, que exigirão 31,7 milhões de doses, já que todas as vacinas existentes no momento dependem da aplicação de duas doses (necessariamente da mesma vacina) em cada pessoa.

Novo pedido de aprovação à Anvisa
O segundo pedido de uso emergencial da CoronaVac à Anvisa havia sido anunciado recentemente por Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan — estas 4,8 milhões de doses, ao contrário do primeiro lote da CoronaVac, não vieram prontas da China, mas sim foram envasadas no Brasil pelo próprio instituto.

O Butantan afirma que a aprovação desta sexta-feira valida a produção nacional de um total de 40 milhões de doses da CoronaVac, pelo mesmo processo (e, portanto, sem a necessidade de um terceiro pedido de aprovação na Anvisa).

Um percalço, porém, é que essa produção total depende de insumos que o Brasil está tendo dificuldades de importar da China. O mesmo entrave está sendo enfrentado para a produção nacional da vacina da AstraZeneca, pela Fiocruz.

Na última semana, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello afirmou que “a China não tem dado celeridade aos documentos de exportação necessários para que o IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) saia e venha para o Brasil”.

Procurada pela BBC News Brasil na quarta-feira (20/01), a Embaixada do Brasil na China disse que está “em contato com as autoridades chinesas e com a empresa responsável pelo fornecimento dos insumos para identificar a melhor maneira de resolver a questão”.

A Fiocruz afirmou que a falta de previsão de entrega desses insumos pode atrasar a entrega do primeiro lote da vacina da AstraZeneca produzida no Brasil e esperada para 8 a 12 de fevereiro.

As doses da AstraZeneca são parte crucial do plano de vacinação do governo federal, que diz esperar contar com 100,4 milhões delas até julho deste ano.

Quanto da população precisa ser imunizada?
A disponibilidade de mais doses e o compasso de espera pelos insumos se insere na complexa discussão de o quanto uma população precisa estar vacinada para que o vírus de fato deixe de circular — e para que as pessoas possam retomar à vida normal pré-pandemia.

Não é uma conta fácil, uma vez que depende tanto da eficácia de cada vacina quanto da velocidade de circulação do vírus (um fator que ainda está sendo estudado, diante de um vírus relativamente novo para a ciência).

Em entrevista à BBC News Brasil em 19 de janeiro, a epidemiologista Carla Domingues, que comandou o Programa Nacional de Imunizações do Brasil entre 2011 e 2019, afirmou que estudos internacionais têm apontado que seria necessário vacinar cerca de 70% de uma população para o vírus de fato arrefecer.

Na ponta do lápis, 70% da população brasileira consiste em 147 milhões de pessoas, o que exigiria, então, a oferta de quase 300 milhões de doses para trazer proteção ampla.

“É um assunto controverso e com opiniões bem diversas, principalmente porque depende da capacidade de proteção de cada vacina”, explica à BBC News Brasil Estevão Urbano, presidente da Sociedade Mineira de Infectologia.

Ou seja, é preciso levar em conta os resultados das fases 3 de testes clínicos das vacinas ofertadas.

A CoronaVac — por enquanto a vacina com maior prevalência no Brasil — ofereceu, nos testes feitos no país, proteção global de 50,38%. A da AstraZeneca, 70,4%.

“Uma vacina que tem uma capacidade menor de impedir o contágio — por exemplo a CoronaVac, com uma proteção de cerca de 50% — vai exigir mais gente sendo imunizada do que (se fosse com) a vacina da Pfizer, que tem 95% de proteção contra o contágio”, prossegue Urbano.

“Se tivermos a CoronaVac como foco, então acredito que entre 50% e 70% da população precisará ter se vacinado, para termos o início de um efeito rebanho (quando a proteção coletiva trazida pela vacina impede a circulação ampla do vírus).”

Esse 70% da população vacinada com um imunizante que garante proteção a cerca de metade dos vacinados faria com que, no fim das contas, um terço da população total estivesse totalmente protegida, prossegue o médico. “Mas isso é difícil de prever”, agrega o médico.

Vale lembrar que a CoronaVac apresentou eficácia maior (78%) ao evitar que pessoas infectadas com o coronavírus precisassem de atendimento médico e maior ainda ao evitar que essas mesmas pessoas desenvolvessem sintomas graves de covid-19.

Na prática, uma pessoa não vacinada exposta ao vírus tem o dobro de chance de desenvolver a covid-19 em relação a alguém que for vacinado com o imunizante.

O Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19 diz que o país está em negociações para obter 350 milhões de doses de diferentes vacinas.

Parte significativa desse montante, porém, se refere a memorandos de entendimento com fabricantes para as quais ainda não há pedidos de aprovação na Anvisa nem expectativa concreta de recebimento de lotes, como a Pfizer e a Janssen.

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MPF destaca o bom exemplo da secretária de saúde de Monteiro: “furar fila em nosso município não”

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Em reunião com representantes do MPF, MPT e MP/PB secretária de saúde de Monteiro mantém compromisso de não furar fila na vacinação do COVID-19

A Secretária de saúde do município de Monteiro Paula Oliveira, esteve em reunião na manhã da última quarta-feira (20), com representantes do Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público da Paraíba (MP/PB) além de gestores em saúde de 27 municípios da atribuição do MPF em Monteiro (PB), para tratar sobre o plano de vacinação contra a covid-19.

No encontro, foi firmado um compromisso para que o Programa Nacional de Imunização (PNI) e a nota técnica da Secretaria de Estado da Saúde sejam respeitados pelos secretários municipais de saúde. A imunização neste primeiro momento deve ser feita em profissionais de saúde da linha de frente do combate ao coronavírus, além de indígenas que vivem em aldeias, bem como idosos e pessoas com deficiência que vivem em instituições de acolhimento.

A procuradora da República Janaina Andrade enfatiza que não se deve ‘furar a fila’, que o respeito ao grupo prioritário é de suma importância. “Não podemos deixar que esse momento de esperança com a vacina seja ofuscado com ações negativas de desrespeitos às regras”, disse. Ela ressalta que a inobservância do grupo prioritário pode gerar apuração nos âmbitos da improbidade administrativa e penal, dentro da esfera de atribuição de cada ramo do Ministério Público.

Nesse contexto, a representante do MPF destaca o bom exemplo do secretário de saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, que mesmo médico e gestor irá esperar sua vez na vacinação. De igual modo, lembra que a secretária municipal de saúde de Monteiro, Ana Paula Barbosa, também profissional de saúde, garantiu que não vai ‘furar fila’.

Para a secretária Paula Oliveira, o momento é muito delicado e não podemos brincar com a vida. “Se existem normas para os grupos prioritários vamos fazer nossa parte e cumprir com as determinações, aguardando a vacinação de cada grupo, onde todos poderão estar vacinados e livres desse vírus que já trouxe tanta tristeza para a população. Nosso compromisso está firmado e não aceitaremos nenhum descumprimento dessa natureza, furar fila em nosso município NÃO.” disse a secretária Ana Paula

O procurador da República Anderson Danillo Pereira Lima reforça que os grupos devem ser seguidos fielmente e que ninguém tem autonomia para fazer de forma diferente, podendo haver responsabilização nas esferas cível e criminal de quem descumprir a ordem prioritária.

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Secretaria de Saúde da PB explica que apenas metade das vacinas foram enviadas aos municípios

Prefeito Felício Queiroz determina divulgação de lista de vacinados no município de São José dos Cordeiros Prefeito Felício Queiroz determina divulgação de lista de vacinados no município de São José dos Cordeiros

O secretário de Saúde do Governo da Paraíba, Geraldo Medeiros, explicou nesta quinta-feira (21) que as vacinas referentes às segundas doses que todas as pessoas vacinadas terão que receber não foram enviadas imediatamente aos municípios. De acordo com ele, essa carga ficará na rede de frios localizada na sede da SES e só quando chegar a hora da segunda dose é que serão enviadas.

A expectativa é que essa segunda dose seja dada 28 dias depois da primeira. Como a vacinação na Paraíba começou no dia 19 de janeiro, os vacinados vão precisar repetir a dose a partir do dia 16 de fevereiro.

A carga de vacina foi enviada à Paraíba pelo Ministério da Saúde. O lote foi recebido pela SES e dividido proporcionalmente para os 223 municípios. Depois disso, metade da quantidade destinada a cada município foi enviada. A outra metade é essa que segue na Secretaria e que só será remetida aos municípios na semana do início da segunda dosagem.

Além disso, os municípios vão precisar comprovar que aplicaram corretamente a primeira vacina antes de receber a segunda. O objetivo é evitar desvios e vacinação de mais pessoas que a segunda dosagem permitirá. E também para garantir a correta armazenação do produto.

Neste primeiro lote, a Paraíba recebeu 114.846 doses, que devem vacinar 54.689 paraibanos, representados por 42.925 trabalhadores de saúde, 10.432 indígenas aldeados, 1.212 pessoas idosas institucionalizadas e 120 pessoas com deficiência institucionalizadas.

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Vacina de Oxford estará pronta para distribuição no Brasil a partir de sábado, diz Fiocruz

Prefeito Felício Queiroz determina divulgação de lista de vacinados no município de São José dos Cordeiros Prefeito Felício Queiroz determina divulgação de lista de vacinados no município de São José dos Cordeiros

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) informou, na noite desta quinta-feira (21/1), que os dois milhões de doses da vacina de Oxford/Astrazeneca importados da Índia estarão prontos para distribuição no sábado (23), à tarde. Caberá ao Ministério da Saúde realizar a distribuição, o que deve ocorrer entre sábado e domingo, segundo a Fiocruz.

Após dias de indefinição em relação ao envio das vacinas, o governo indiano anunciou, nesta quinta-feira (21), a liberação para a exportação dos imunizantes ao Brasil. As vacinas devem chegar em solo brasileiro, no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, na nesta sexta-feira, às 17h40.

A carga será transportada em voo comercial da companhia Emirates. Após desembarcar em São Paulo, o lote segue em aeronave da Azul para o aeroporto internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro. Em seguida, o carregamento é encaminhado à Fiocruz.

Checagem
Antes de liberar as doses, a fundação, responsável pela qualidade da vacina no país, verificará as condições de segurança para aplicação. Trata-se de procedimento obrigatório antes de liberar a remessa à distribuição aos estados, em obediência às normas regulatórias.

Os imunizantes passarão, ainda, por uma rotulagem, com etiquetagem das caixas com informações em português. “Esse processo acontecerá ao longo da madrugada e na manhã de sábado (23/1) e será realizado por equipes treinadas em boas práticas de produção”, informou a nota da Fiocruz.

A vacina importada da Índia tem características diferentes da CoronaVac, imunizante do laboratório chinês Sinovac, produzido no Brasil em parceria com o Instituto Butantan. Enquanto a CoronaVac exige o armazenamento da metade das doses para a segunda aplicação, a orientação técnica da vacina da Oxford é utilizar a totalidade dos dois milhões de unidades neste momento, pois o intervalo entre uma dose e outra é de três meses.

Atraso
O governo indiano anunciou o envio da remessa para o Brasil no mesmo dia em que um incêndio atingiu o Instituto Serum, fabricante do imunizante. A informação do embarque foi publicada pela agência Reuters nesta quinta-feira. Em seguida, o presidente Jair Bolsonaro publicou em uma rede social sobre a vinda do carregamento ao Brasil. Bolsonaro ainda parabenizou o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que também se manifestou. “O governo da Índia colocou o Brasil na mais alta prioridade: somos um dos dois primeiros países a receber vacinas contra Covid compradas na Índia. Agradeço em especial ao Chanceler @DrSJaishankar”, disse Araújo.

Em resposta ao chanceler e a Bolsonaro, o embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy escreveu: “Obrigado Excelência! India & Brasil compartilham uma parceria estratégica e relacionamento especial como duas grandes democracias. A Índia está comprometida em usar sua capacidade de produção de vacinas para apoiar a humanidade durante esta crise.”
Demora
A importação passou por um impasse ao longo dos últimos dias: o governo federal previa que as doses estivessem no Brasil no início da semana para o início da vacinação. Mas os imunizantes continuavam retidos na Índia.

O Ministério da Saúde chegou a fretar um avião para buscar a carga na cidade de Mumbai, com direito à adesivagem especial frisando a incorporação da iniciativa ao Programa Nacional de Imunização (PNI). O voo sairia na quinta-feira (14), depois foi adiado para sexta-feira (14), com previsão de retorno no domingo (17). Ao fim, não chegou a decolar.

A carga estava pronta, mas precisava de autorização do governo indiano. Na ocasião, Bolsonaro afirmou que o avião sairia em “dois ou três dias”.

Na última terça-feira (19), a Índia começou a exportação das primeiras vacinas contra o novo coronavírus a países vizinhos, e deixou o Brasil de fora. Os imunizantes produzidos pelo Instituto Serum seriam enviados a Butão, Bangladesh, Nepal, Maldivas, Seychelles e Mianmar, mas não ao Brasil. O país não deixou claro o motivo do entrave, mas o que se fala é que a decisão não foi apenas estratégica, de beneficiar a população de países vizinhos, mas também política.

Isso porque a Índia não teve o apoio do Brasil no ano passado quando apresentou na Organização Mundial do Comércio (OMC) um pedido para quebra de patente sobre produtos relacionados ao combate à pandemia do novo coronavírus. O governo federal preferiu se alinhar aos Estados Unidos na questão.

Em meio ao imbróglio, diversas autoridades começaram a se movimentar no sentido de destravar a importação dos produtos. Encabeçado pelo governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que coordena no Fórum de Governadores a temática Estratégia para vacina contra covid-19, grupo de governadores protocolou na quarta-feira ontem um ofício ao presidente Jair Bolsonaro solicitando que o governo se movimentasse para negociar com a Índia.

As charges do dia...

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