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::Pesquisa IP4 mostra Lorena de Dr. Chico com 57,4% contra 27,1% de Conrado ::Bares e restaurantes estão proibidos de vender bebida alcoólica neste domingo ::EM MONTEIRO: Descaso de representantes do Governo do Estado faz escola deixar de ser local de votação ::BANHO SÓ DE CUIA: Sumé ficará sem água durante 3 dias em outubro ::Prefeitos irão governar a partir de janeiro com FPM 13,6% superior ao deste ano ::Bancários rejeitam nova proposta e greve segue; impasse dura 24 dias ::NA CAPITAL: Pesquisa 6Sigma aponta Cartaxo com 48,6% e Cida, 21,4% ::Voto nulo não invalida eleição, diz cientista político ::As charges do dia… ::Eleitores não podem ser presos até domingo; veja exceções Malves Supermercados

Pesquisa IP4 mostra Lorena de Dr. Chico com 57,4% contra 27,1% de Conrado

Pesquisa IP4 mostra Lorena de Dr. Chico com 57,4% contra 27,1% de Conrado Pesquisa IP4 mostra Lorena de Dr. Chico com 57,4% contra 27,1% de Conrado

A quarta rodada de pesquisa de intenção de votos realizada no município de Monteiro desta vez pelo Instituto IP4 – Pesquisa confirma a vitória de Lorena de Doutor Chico no próximo domingo, 02 de outubro.

Segundo dados registrados no Tribunal Superior Eleitoral – TSE, a candidata Lorena de Doutor Chico da Coligação O Trabalho Não Pode Parar, obteve na pesquisa estimulada 57,4% contra 27,1% do candidato Juraci Conrado da Coligação Juntos Somos Mais Fortes. O candidato Aldo Lídio não pontuou, enquanto que 11,4% não souberam responder ou não opinaram e 4,1% afirmaram votar branco ou nulo.

Na pesquisa espontânea, Lorena de Doutor Chico também mantém uma ampla vantagem sobre Juraci Conrado e venceria as eleições do município de Monteiro com uma vantagem de aproximadamente 30%. Nesta consulta, Lorena de Doutor Chico obteve 53,6% contra 25,3% do candidato Juraci Conrado, a atual prefeita Edna Henrique foi citada por 1,0% dos entrevistados, enquanto que 16,8% Não Sabem ou Não Responderam e 3,3% votariam Nulo ou Branco.

REJEIÇÃO

No quesito rejeição o candidato Juraci Conrado da Coligação Juntos Somos Mais Fortes lidera com 39,1% contra um empate de 16,8% de Lorena de Doutor Chico e 16,8% de Aldo Lídio. Dos entrevistados 11,4% não rejeitou nenhum dos candidatos, 9,5% não respondeu ou não quis opinar e 6,4% rejeitou todos os candidatos.

DADOS TÉCNICOS

A pesquisa realizada pelo Instituto IP4 – Pesquisa, contratada pela empresa Se Liga Paraíba está registrada no Tribunal Superior Eleitoral – TSE sob o número 05417/2016 e foi realizada nos dias 27 e 28 de setembro, quando foram ouvidas 612 pessoas na zona urbana e rural do município. A margem de erro é de 4% e o nível de confiança de 95%.

RETROSPECTIVA

No município de Monteiro foram realizadas quatro pesquisas neste período eleitoral, sendo duas pelo Instituto METÁNALISE e duas pelo Instituto IP4 – Pesquisa, e todas elas apontam a vitória de Lorena de Doutor Chico com uma vantagem de aproximadamente 30% sobre o segundo colocado Juraci Conrado.

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Bares e restaurantes estão proibidos de vender bebida alcoólica neste domingo

EM MONTEIRO: Descaso de representantes do Governo do Estado faz escola deixar de ser local de votação

BANHO SÓ DE CUIA: Sumé ficará sem água durante 3 dias em outubro

Prefeitos irão governar a partir de janeiro com FPM 13,6% superior ao deste ano

Pesquisa IP4 mostra Lorena de Dr. Chico com 57,4% contra 27,1% de Conrado Pesquisa IP4 mostra Lorena de Dr. Chico com 57,4% contra 27,1% de Conrado

A estimativa do Tesouro Nacional para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em 2017 será 13,6% maior do que os valores estimados para este ano na Paraíba. O aumento é superior aos 10% de média esperada pela Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), mas não ameniza a situação dos municípios paraibanos, que dependem desses repasses para se sustentar.

De acordo com o Tesouro, são estimados R$ 2.574.690.252,00 para 2017. A estimativa para este ano era de R$ 2.266.418.115,00. O secretário executivo da Famup, Anderson Pereira, ressalta que a diferença de pouco mais de R$ 3 milhões, quando diluída entre os municípios e considerando a inflação, aumento do salário mínimo e reajuste do piso nacional dos professores, é ínfima e não ajudará os municípios a saírem da crise em que se encontram.

“Essa turma (de prefeitos) que está saindo agora está fazendo um verdadeiro milagre, porque os recursos que chegam não cobrem as despesas. Para você ter uma ideia, o recurso que a previdência coloca nos municípios, com pagamento de pensão e aposentadoria é maior do que aquilo que o município recebe de FPM”, exemplifica Pereira.

Praticamente todos os municípios paraibanos dependem do FPM para garantir o básico, a exemplo do pagamento da folha de pessoal. As exceções são João Pessoa e Campina Grande.

De acordo com um estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM), que avaliou a expectativa de arrecadação do governo federal, os números para 2017 são pessimistas. O governo tem reduzido a expectativa do FPM desde a publicação da LOA (Lei Orçamentária Anual), e as projeções estão cada vez menores a cada publicação dos relatórios.

Este ano, o FPM será de 24,5% do montante arrecadado de Imposto de Renda (IR) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Assim, o Fundo deve ficar em torno de R$ 86,1 bilhões este ano, considerando os repasses extras de julho e dezembro.

Bancários rejeitam nova proposta e greve segue; impasse dura 24 dias

Pesquisa IP4 mostra Lorena de Dr. Chico com 57,4% contra 27,1% de Conrado Pesquisa IP4 mostra Lorena de Dr. Chico com 57,4% contra 27,1% de Conrado

A reunião da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) desta quarta-feira (28) terminou sem acordo, e os bancários decidiram manter a greve, que entrará no 24º dia nesta quinta (29).

A greve dos bancários chegou ao 23º dia com 13.254 agências e 28 centros administrativos com atividades paralisadas nesta quarta. O número representa 57% das locais de trabalho em todo o Brasil.

A greve já é mais longa do que a realizada pelos bancários no ano passado, que durou 21 dias. Segundo a Contraf-CUT, a greve mais longa da categoria na história foi em 1951 e durou 69 dias. Nos últimos anos, a mais foi a de 2004, com 30 dias.

Negociações
A Fenaban (que representa os bancos) ampliou nesta quarta-feira (28) a oferta de abono para R$ 3,5 mil, com mais 7% de reajuste, extensivo aos benefícios.

Também propôs que a convenção coletiva dure dois anos, com garantia, para 2017, de reajuste pela inflação acumulada e mais 0,5% de aumento real.

Em nota, a Fenaban disse que a proposta para 2016 “garante aumento real para os rendimentos da grande maioria dos bancários e é apresentada como uma fórmula de transição, de um período de inflação alta para patamares bem mais baixos”.

A categoria já havia rejeitado a primeira proposta da Fenaban – de reajuste de 6,5% sobre os salários, a PLR e os auxílios refeição, alimentação, creche, e abono de R$ 3 mil. A proposta seguinte, também rejeitada, foi de reajuste de 7% no salário, PLR e nos auxílios refeição, alimentação, creche, além de abono de R$ 3,3 mil.

Os sindicatos alegaram que a oferta não cobria a inflação do período e representa uma perda de 2,39% para o bolso de cada bancário. Os bancários querem reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial – no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3.940,24 em junho) -, PLR de três salários mais R$ 8.317,90, além de outras reivindicações, como melhores condições de trabalho.

Atendimento
Em nota, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) lembra que os clientes podem usar os caixas eletrônicos para agendamento e pagamento de contas (desde que não vencidas), saques, depósitos, emissão de folhas de cheques, transferências e saques de benefícios sociais.

Nos correspondentes bancários (postos dos Correios, casas lotéricas e supermercados), é possível também pagar contas e faturas de concessionárias de serviços públicos, sacar dinheiro e benefícios e fazer depósitos, entre outros serviços.

Greve passada
A última paralisação dos bancários ocorreu em outubro do ano passado e teve duração de 21 dias, com agências de bancos públicos e privados fechadas em 24 estados e do Distrito Federal. Na ocasião, a Fenaban propôs reajuste de 10%, em resposta à reivindicação de 16% da categoria.

NA CAPITAL: Pesquisa 6Sigma aponta Cartaxo com 48,6% e Cida, 21,4%

Pesquisa IP4 mostra Lorena de Dr. Chico com 57,4% contra 27,1% de Conrado Pesquisa IP4 mostra Lorena de Dr. Chico com 57,4% contra 27,1% de Conrado

Pesquisa estimulada de intenções de votos realizada pela 6 Sigma para prefeito de João Pessoa, em parceria com o Sistema Correio, confirma o favoritismo do prefeito Luciano Cartaxo, candidato à reeleição pelo PSD. Segundo a 6 Sigma, Cartaxo lidera com 48,6%. Candidata do PSB, Cida Ramos tem 21,4%.

O candidato do PT, Professor Charliton, aparece com 2,3%. Em último, segundo a pesquisa, vem Victor Hugo (Psol) com 1,5%. Os votos brancos e nulos totalizam 8,7% e os eleitores indecisos chegam a 13,9%. Outros 3,0% não pretendem votar em nenhum dos quatro candidatos e 0,5% não informou.

Registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) sob o número 06910/2016, a pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 27 deste mês em 45 bairros da cidade. A 6 Sigma ouviu 1.100 eleitores. A margem de erro é de 2,95 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança da pesquisa é de 95%.

“O sistema de controle interno da pesquisa ocorreu a partir do início da etapa de campo, onde os entrevistadores foram fiscalizados permanentemente por coordenadores. A verificação aleatória foi de 20% dos questionários aplicados in loco e também por telefone”, disse o consultor da 6 Sigma”, Pedro Cézar Coelho.

Rejeição. A 6 Sigma mediu o índice de rejeição dos candidatos. Cida Ramos é rejeitada por 22,1% dos entrevistados. O Professor Charliton é o segundo mais rejeitado: 14,5%. O prefeito Luciano Cartaxo é rejeitado por 12,3%. Já Victor Hugo é o candidato com menor índice de rejeição: 9,9%.

Dentre os 1.100 entrevistados, 25,2% não sabem, 14,5% rejeitam os quatro e 1,4% não informou. Na primeira pesquisa publicada no dia 14 deste mês, Cartaxo tinha 42,9% das intenções de voto e Cida tinha 23,2%. Entre a primeira e a se gunda pesquisa, Cartaxo subiu 5,7 pontos e Cida caiu 1,8 ponto. Os votos brancos e nulos totalizaram 10,8% na última pesquisa e os eleitores indecisos (aqueles que não souberam responder) eram 17,1%, agora são 13,9%.

Respeitada em todo o Brasil, a 6 Sigma presta serviços, por exemplo, para o Sebrae nacional e para a Infraero, segundo o consultor de metodologias e estratégias eleitorais da empresa, Pedro Cézar Coelho. Genuinamente paraibano, o Grupo 6 Sigma atua no mercado de pesquisas desde o ano de 2008.

Respeitada em todo o País

Pedro Cézar Coelho, consultor da 6 Sigma, lembra que, na campanha de 2012, a empresa acertou o resultado das eleições para prefeito de Campina Grande, com percentual de erro da ordem de 0,5%. Em 2014, nas eleições para governador, o resultado final previsto nas pesquisas teve um erro ainda menor, da ordem de 0,09%. “Nos últimos anos, nós trabalhamos com os resultados mais significativos de todo o Brasil”, comentou.

Voto nulo não invalida eleição, diz cientista político

Pesquisa IP4 mostra Lorena de Dr. Chico com 57,4% contra 27,1% de Conrado Pesquisa IP4 mostra Lorena de Dr. Chico com 57,4% contra 27,1% de Conrado

Uma das principais dúvidas que aparecem na época das eleições diz respeito aos votos nulos. Muitos eleitores acreditam que se mais de 50% dos eleitores votarem nulo a eleição é invalidada e, embora a afirmação não seja verdadeira, é recorrente a cada eleição, aparecendo em publicações de redes sociais e conversas com amigos, causando confusão.

“Isso de que se mais de 50% do eleitorado votar nulo a eleição será anulada é puro folclore”, explica o cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB) Flávio Britto.

Na verdade, tanto os votos nulos quanto os votos brancos não são levados em conta na apuração que dá o resultado da eleição. Por isso, mesmo que haja mais de 50% de votos nulos, o pleito não será anulado, uma vez que os votos considerados válidos serão somente os recebidos pelos candidatos e os chamados votos de legenda.

“Esse tipo de voto [branco e nulo] não é considerado no cômputo geral da eleição, ou seja, no cômputo geral, eles não são considerados válidos”, disse o professor à Agência Brasil.

Segundo Britto, mesmo que haja 99% de votos nulos a eleição não será anulada, pois o resultado será definido através do 1% que é válido. “Se hipoteticamente pensarmos em uma cidade que só tenha um candidato a prefeito e que a cidade inteira achou por bem não votar no candidato, votando nulo como protesto. Se só o candidato votar em si próprio, por exemplo, somente o voto dele será considerado válido e ele seria eleito com 100% dos votos válidos”, disse.

Urna eletrônica

No próximo domingo (2), diante da urna eletrônica, o eleitor terá um teclado para digitar o número do seu candidato a vereador (cinco dígitos) e depois do seu candidato a prefeito (três dígitos). Qualquer número inexistente, como 00, anula o voto. Já no caso do voto em branco, existe uma tecla específica na urna ao lado das teclas corrige e confirma.

Para Flávio Britto é fundamental que o eleitor tenha clareza de que votar nulo ou em branco são direitos, mas que os votos não influenciam no resultado final da eleição. “Esses votos podem servir como uma forma de protesto, mas é preciso deixar claro que eles não influenciam no resultado final e muito menos numa possível anulação. Acho que as pessoas já estão razoavelmente esclarecidas a este respeito, mas não custa nada reforçar”, disse.

Eleitores não podem ser presos até domingo; veja exceções

Lembra do Orkut? Prazo para salvar dados do perfil termina nesta sexta

orkut-g1Se quiser guardar as informações e fotos publicadas em seu perfil do Orkut, é preciso se apressar: o prazo para fazer isso se encerra na próxima nesta sexta-feira.

A extinta rede social do Google ficou no ar por pouco mais de dez anos, de janeiro de 2004 a setembro de 2014, quando foi encerrada oficialmente.

Foi dito então que os usuários cadastrados no site teriam dois anos após o anúncio do fim do Orkut para baixar seus scraps (recados), depoimentos e fotos por meio do serviço Google Takeout, um prazo que se encerra agora.

Entenda o passo a passo para preservar essas informações do site – rede social mais popular no Brasil em meados e fim da década passada:

1) Acesse sua conta do Google com seu login e senha. Em “Informações pessoais e privacidade”, clique em “Controlar seu conteúdo”.

2) No campo “Copiar ou mover conteúdo”, abaixo de “Fazer o download dos seus dados”, clique em “Criar arquivo”.

3) Isso te dará acesso ao Google Takeout, serviço no qual é possível baixar seus dados armazenados por sites do Google. Ao lado de cada site, há um botão. Deixe apenas o botão referente ao Orkut acionado (indicado pela cor verde) e clique em “Próxima”.

4) Escolha o tipo de arquivo compacto no qual seus arquivos serão enviados e a forma de recebê-lo (link para download por e-mail ou adicioná-lo a algum serviço de armazenamento em nuvem, por exemplo). Clique no botão “Criar arquivo”.

5) Quando o arquivo estiver carregado, clique em “Fazer download” para baixar o arquivo com seus dados.

6) Abra esse arquivo com um programa de descompactação, como 7-Zip ou WinZip, e acesse a pasta “Orkut”.

7) Na pasta “Perfil”, estarão seus dados, como mensagens publicadas na rede social, em arquivos HTML, que podem ser acessados pelo navegador mesmo sem acesso à internet. Na pasta “Fotos”, estarão as imagens postadas por você no Orkut. É preciso extrair os arquivos e salvá-los na memória do computador.

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Inaugurada 1ª etapa da obra do Mercado Público de Monteiro

Operação Voto Seguro mobiliza mais de 7 mil policiais para as eleições

Pesquisa IP4 mostra Lorena de Dr. Chico com 57,4% contra 27,1% de Conrado Pesquisa IP4 mostra Lorena de Dr. Chico com 57,4% contra 27,1% de Conrado

A Polícia Militar inicia nesta quarta-feira (28) a operação Voto Seguro, que vai atuar na guarda das urnas eleitorais, segurança dos locais de votação e reforço do policiamento nos municípios, durante as eleições do próximo domingo (2), em todo o Estado. Para isso, serão utilizados 7.482 policiais e 1.200 viaturas (entre carros e motos). A operação se prolonga até a segunda-feira (3).

De acordo com o plano de segurança da PM, serão montados três centros de comando e controle nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Patos, onde oficiais da corporação e integrantes de outros órgãos envolvidos no pleito vão acompanhar em tempo real todas as atividades de segurança da operação.

O embarque das tropas que vão reforçar a segurança em outras cidades começa nesta quarta-feira (28), às 8h, com mais de 250 policiais saindo do Centro de Educação da PM, em Mangabeira, na capital, com destino às cidades da região de Cajazeiras e Sousa.

Na quinta-feira (29), no mesmo horário e local, embarcam mais 220 policiais para outras cidades do Sertão, a exemplo de Patos, Princesa Isabel, Itaporanga e Catolé do Rocha. No mesmo dia, às 14h, acontece o embarque dos policiais que vão atuar no Agreste, Brejo e Cariri do Estado.

O envio do reforço será concluído na sexta-feira (30), às 8h, quando serão enviados os policiais que vão trabalhar nas cidades da Região Metropolitana de João Pessoa, Litorais Norte e Sul da Paraíba.

O coordenador do Estado Maior Estratégico da Polícia Militar, coronel Jarlon Cabral, disse que no sábado (30) a PM já estará pronta para receber todas as urnas e começar efetivamente as ações para o dia do pleito. “Teremos policiais em todos os locais de votação para recepcionar e guardar as urnas, assim como para manter a segurança externa dos locais de votação. Eles receberão uma cartilha com orientações sobre como proceder em relação às condutas mais recorrentes neste período, mas que são proibidas pela Justiça eleitoral”, disse.

Ao todo, 172 cidades vão receber reforço para a segurança das eleições. A operação Voto Seguro vai até o início da manhã da segunda-feira (3), após as comemorações nos municípios.

Reconhecimento do TRE – Nas últimas eleições municipais, em 2012, o Tribunal Regional Eleitoral homenageou a Polícia Militar da Paraíba, entregando a mais alta comenda da corte, a medalha “Desembargador Flodoardo Lima da Silveira”, ao comandante-geral da corporação, coronel Euller Chaves, em reconhecimento ao resultado das operações Voto Seguro I e II, que garantiram a tranquilidade das eleições nas 223 cidades paraibanas naquele ano.

OAB-PB interioriza debate com vistas ao combate à morosidade processual

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“A Ordem está às ordens para trabalharmos juntos”, afirmou o secretário-geral da OAB-PB e presidente da Comissão Estadual de Combate à Morosidade Processual Assis Almeida a advogados da cidade de Campina Grande, durante encontro ocorrido na última sexta-feira, no auditório daquela Subseção.

Ele destacou a corajosa e inédita iniciativa do presidente Paulo Maia, que criou a Comissão de Combate à Morosidade Processual com o objetivo de defender a categoria e a sociedade. Assis registrou que nesse sentido foi estabelecido, através de aplicativo, um canal direto com os advogados todo o estado para apresentação de denúncias à Comissão.

Qualificada contribuição

Assis Almeida, saudado como o embaixador da OAB-PB em Campina Grande, disse, ainda que a Ordem discutirá esse tema junto às demais Subseções do estado e a Seccional adotará as devidas e legais providências de combate à morosidade. Frisou que o Judiciário certamente haverá de agradecer a OAB “por nossa contribuição, pois com certeza é de seu interesse ver realizado o princípio constitucional da celeridade processual, e nós advogados podemos muito contribuir, pois estamos presentes em todas as comarcas e vivenciamos de perto a grave realidade do congestionamento processual”.

Assis Almeida, que também é membro consultor da Comissão Nacional de Defesa das Prerrogativas e Valorização da Advocacia, ouviu e relacionou atentamente as denúncias dos advogados campinenses, às quais serão dados os respectivos encaminhamentos pelas duas Comissões. Acerca das prerrogativas dos advogados, o conselheiro federal Bruno Veloso lembrou que tramita na Câmara dos Deputados projeto de lei que visa criminalizar sua violação e considerou, como um tento histórico da OAB-PB, o enfrentamento da morosidade processual e do desrespeito às prerrogativas dos advogados.

Denúncias sobre morosidade

Ao enfatizar que essa luta é de todos, o presidente da Subseção campinense, Jairo Oliveira, apresentou, através do presidente da Comissão de Acesso à Justiça, Orlando Virgínio, alguns aspectos causadores da morosidade processual, exemplo do fracionamento de férias por magistrados, feriados imprensados, falta de treinamento de serventuários para utilização do PJE e de transição do sistema entre os processos físicos e virtuais.

Outras denúncias foram feitas pelos presentes, como a absoluta precariedade de recursos humanos e materiais na Comarca de Campina Grande e outras circunvizinhas, com algumas Varas dispondo de apenas dois servidores e comparecimento de juízes apenas um dia na semana, o que recrudesce, inevitavelmente, a morosidade processual, penalizando a sociedade e a advocacia.

Irmão de candidato a vice de Boqueirão morre vítima de infecção, aos 30 anos

Hacker exigiu R$ 300 mil para não vazar fotos de Marcela Temer

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Detido provisoriamente em maio deste ano, Silvonei José de Jesus Souza, hacker acusado de tentar extorquir Marcela Temer, esposa do presidente da República Michel Temer, deve ir a julgamento nas próximas semanas. Se condenado, ele pode acabar recebendo a sentença de 15 anos de prisão.

O processo corre sob segredo de Justiça mas, de acordo com uma reportagem do BuzzFeed Brasil, que diz ter tido acesso a detalhes do caso, Silvonei é acusado de ter clonado o celular de Marcela e de ter exigido R$ 300 mil para não vazar fotos íntimas e áudios da vítima.

Nos autos, o nome de Marcela Temer foi omitido e substituído por “Mike”. No alfabeto fonético usado por militares e aviadores, esse é o som correspondente à letra M, de Marcela. A chantagem teria sido feita em abril, ainda de acordo com o BuzzFeed.

Silvonei teria descoberto o número de telefone pessoal de Marcela ao comprar um CD pirata que armazenava dados de diversas pessoas, públicas e anônimas. O hacker então clonou o WhatsApp da primeira-dama e, se passando por ela, pediu R$ 150 mil ao irmão de Marcela para uma suposta pintura.

Depois disso, Silvonei teria confrontado Marcela diretamente pedindo os R$ 300 mil citados pela acusação. O hacker teria ainda ameaçado divulgar áudios que, “fora de contexto”, como ressalta o BuzzFeed, poderiam comprometer a imagem de Michel Temer, que na época era vice-presidente e aguardava o resultado do processo de impeachment de Dilma Rousseff.

Temer teria optado por não envolver a Polícia Federal no caso porque acreditava que o hacker tinha motivações políticas. Alexandre de Moraes, hoje ministro da Justiça, e que na época era secretário de Segurança do estado de São Paulo, se envolveu no caso a pedido de Geraldo Alckmin, governador paulista.

Alexandre então teria acionado a Divisão Anti-Sequestro (DAS) do estado de São Paulo para descobrir quem era o chantagista. De acordo com o BuzzFeed, o hacker foi preso no dia 11 de maio, um dia antes de Temer ser empossado como presidente interino devido ao afastamento de Dilma. Alexandre foi nomeado ministro logo em seguida.

O processo está nas mãos da juíza Eliana Cassales de Melo, da 30ª Vara Criminal da Barra Funda, e aguarda apenas a anexação de alguns lados para que seja realizado o julgamento.

Pagamento de setembro dos servidores estaduais será nesta quinta e sexta-feira

Cano estourado desperdiça água há três dias na cidade de Monteiro

EM SUMÉ: Éden Duarte visita bairros e Mercado Público ao lado de Dr. Neto

Governo assina acordo para manter médicos cubanos por mais 3 anos

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O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Antônio Nardi, assinou, nesta segunda-feira (26), na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), em Washington, Estados Unidos, o contrato que mantém, por mais três anos, a participação dos médicos cubanos no programa Mais Médicos.

No último dia 13 de setembro, o presidente Michel Temer já havia assinado a lei que prorrogou o programa Mais Médicos.

O salário dos médicos cooperados também foi ajustado nesta segunda, passando de R$ 10.570 para R$ 11.520, e valerá para todos os médicos participantes. A mudança foi publicada no Diário Oficial de União.

O Ministério da Saúde já havia informado na última semana que manteria os cubanos por enquanto, mas que pretende reduzir em 35% a sua participação no programa nos próximos três anos. A meta do governo federal é que a quantidade de médicos da ilha caribenha atuando no país passe de 11,4 mil para 7,4 mil nesse período. Em 2017, o ministério pretende preencher 2 mil vagas com profissionais brasileiros.

“É importante ressaltar que estamos comprometidos em fortalecer a atuação dos brasileiros no Mais Médicos. No entanto, enquanto houver necessidade o convênio com a Opas será mantido”, destacou Antônio Nardi.

A manutenção do projeto foi negociada com gestores dos municípios, que pediram a continuidade para que a população onde há médicos do Programa não ficasse sem atendimento.

A partir de novembro, novos profissionais serão substituídos. Em 2017, de acordo com o governo federal, novos editais para atrair mais brasileiros deverão ser lançados.

O Ministério da Saúde acertou com a Opas, no entanto, que há possibilidade de prorrogação da permanência de médicos cubanos do Programa Mais Médicos que tenham se casado ou estejam em união estável no Brasil.

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