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::Prefeitura de Sumé apoia 1ª Feira de Negócios do Crediamigo ::Ex-prefeito de Livramento é condenado por fraude em licitação ::Reforma política pode provocar redução de deputados na ALPB ::PB é o estado com maior número de cidades sem água em todo o Brasil ::Monteiro sairá completamente do racionamento em abril, diz Cagepa ::Monteiro firma parceria para fortalecer a Renda Renascença do município ::Francisco Sarmento aponta falhas na execução apressada da Transposição ::Breve histórico de minha nada mole vida de eleitor ::Tovar: “Quem pagou o ato político realizado no último domingo em Monteiro?” ::Gabriel Diniz promete agitar o Cariri neste sábado Malves Supermercados

Prefeitura de Sumé apoia 1ª Feira de Negócios do Crediamigo

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Ex-prefeito de Livramento é condenado por fraude em licitação

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17156118_1236486399799579_2446411230094656688_nO ex-prefeito de Livramento, José de Arimatéia Anastácio, foi condenado pela Justiçã Federal por mais uma fraude em processo licitatório realizado em sua gestão quando era prefeito da cidade. Zé Papé foi condenado a pedido do Ministério Público Federal por fraude na construção de 30 unidades habitacionais para famílias carentes de Livramento.

Segundo o MPF, o ex-prefeito Zé Papé fracionou indevidamente o convênio em duas licitações diversas, fraudando o processo com particulares que administravam empresas ‘fantasmas’ convidadas. Os elementos apurados pelo MPF estão contidos na Operação I-Licitação deflagrada pela Polícia Federal.

Um dado que chama a atenção neste processo é que o MPF confundiu o ex-secretário de finanças à época, Anchieta Anastácio, com seu tio José Anastácio Lima, que era apenas membro da Comissão de Processo Licitatório. Este foi arrolado ao processo pelo MPF como sendo secretário de finanças e só por isso foi absolvido, segundo a própria sentença judicial.

Foram ao todo condenados o ex-prefeito Zé Papé, o ex-engenheiro da Prefeitura Flávio Nunes de Sousa, Marcos Tadeu, ex-construtor e delator do esquema, e Divaildo Casado, ex-construtor. O ex-prefeito Zé Papé e demais réus foram condenados a devolução de todo o recurso da obra, algo em torno de 165 mil reais, mais perda dos direitos políticos por 5 anos e proibição de contratar com o serviço público. Zé Papé ainda foi condenado à multa individual de R$ 30 mil.

O processo ainda cabe recurso.

Com De Olho no Cariri

Reforma política pode provocar redução de deputados na ALPB

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PB é o estado com maior número de cidades sem água em todo o Brasil

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Em 2017, em todo o Brasil, já são 872 as cidades com reconhecimento federal de situação de emergência causada por um longo período de estiagem. A região mais afetada é a do Nordeste e o estado da Paraíba é o que concentra maior número de municípios, com 198 que comunicaram o problema à Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec). Número corresponde a quase 90% dos 223 municípios do estado.

O professor Sérgio Koide, do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental da Universidade de Brasília (UnB), explica que o que deflagra o processo da crise hídrica é o clima, mas a falta de planejamento faz com que a margem de segurança entre a oferta e a demanda seja muito pequena. “Com um bom planejamento e com investimentos, você consegue fazer uma gestão mesmo em situações de certa escassez de recursos”, explica. Para ele, o risco de insuficiência de água para o abastecimento ocorre quando o planejamento não é cumprido, na medida que a oferta vai se aproximando da demanda. “Neste caso, é preciso fazer um novo planejamento, com antecedência, e adotar as medidas necessárias, como investimentos em obras, para evitar a falta de abastecimento.”

O engenheiro explica que, no Distrito Federal, por exemplo, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) sabia desde o ano 2000 que “a partir de 2005 a demanda se aproximaria perigosamente da oferta”. “De maneira geral, as pessoas que trabalham com o planejamento conseguem antever quando vai começar a zona de risco, mas como o planejamento é longo prazo e os investimentos são altos, nem sempre eles são cumpridos.”

Monteiro sairá completamente do racionamento em abril, diz Cagepa

Monteiro firma parceria para fortalecer a Renda Renascença do município

Francisco Sarmento aponta falhas na execução apressada da Transposição

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Após visitar no domingo (19) todo o trecho do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco que vai da quinta estação de bombeamento (EBV 5) ao deságue no rio Paraíba na zona urbana de Monteiro, passando pela EBV 6, o Professor Francisco Jácome Sarmento concluiu: “A situação geral é pior do que me relatavam”.

A pedido do blog, ele fez um relato detalhado de que tudo o que viu, fotografou e ouviu sobre como se encontram as bombas, os canais e barragens construídos em todo o percurso. É no mínimo preocupante o que Sarmento revela com autoridade de quem é, acadêmica e profissionalmente, um dos maiores especialistas do Brasil em recursos hídricos.

Acompanhe a seguir as constatações e impressões do Professor Francisco Sarmento. Confirmam o que ele dissera ao blog anteriormente de que foi feito todo um esforço para inaugurar o Eixo Leste sem a obra dispor dos instrumentos e serviços que dariam efetividade, regularidade e força ao curso d’água para alcançar, por exemplo, o quase esgotado açude de Boqueirão que abastece Campina Grande.

Bombas

Na EBV-5, das quatro bombas prevista foram instaladas duas. Ambas estavam desligadas. Indaguei ao funcionário a razão e a resposta foi risível: “O operador tirou folga”. A obra física (obra civil) da estação de bombeamento está realmente concluída. Essa EB eleva a água para um aterro com mais de 30 m de altura localizado logo atrás do prédio da estação.

No topo desse aterro são visíveis vários afundamentos que demandarão recuperação. Os taludes do aterro não estão protegidos, pois falta executar a camada de rochas que evita que a própria chuva provoque erosão naquele corpo de terra. Na situação em que se encontra atualmente, deve-se realmente rezar para que não chova (isso é um dilema) pois mesmo uma chuva de intensidade mediana poderá levar a sérios danos.

Na EBV-6 deveriam haver, assim como na EBV-5, quatro bombas instaladas. Das duas que lá se encontravam, uma apresentou problemas e foi remetida para o fabricante nos EUA para reparos. A restante estava em funcionamento. Mas também bombeando para o trecho em canal, localizado no topo de outro aterro absolutamente desprotegido dos potenciais efeitos erosivos que qualquer chuva pode causar. Ou seja, com as mesmas vulnerabilidade constatadas na EBV-5.

Canais

Há vários trechos com placas de revestimentos rompidas, inacabadas, em estado verdadeiramente precário. Mas isso não é o mais grave. Nenhum desses canais no trecho visitado (da EBV-5 até o deságue em Monteiro) apresenta qualquer sistema de drenagem executado. O sistema de drenagem se presta principalmente a evitar que, com as chuvas, a terra desça com a água e provoque assoreamento no canal ou eroda seus aterros e demais partes exposta. Além disso, falta executar praticamente toda a proteção de rochas ao longo dos trechos em aterro. Ou seja, a precária situação de vulnerabilidade à erosão possível de advir, caso chova (verificada nos aterro existentes logos após as EB’s, conforme acima mencionado), se estende também ao longo das dezenas de quilômetros de canais até o deságue em Monteiro.

Nos trechos em que os canais encontram os lagos das barragens que permitem transladar os vales (no trecho visitado, barragem Barreiro, Campos e Barro Branco) há ainda comportas a serem instaladas no emboque do canal. Além disso, conforme informei anteriormente, o sistema de operação e controle, que permite comandar propriamente o projeto (acionando comportas, controlando níveis d’água nos canais e nas barragens, etc.), sequer foi licitado. Tampouco o sistema de Operação e Manutenção da obra.

Igualmente indefinido está, no plano institucional, qual será o órgão que comandará a operação do sistema, seja o Eixo Leste, seja o Eixo Norte. Mas isso é outra história…

Barragens

Conforme divulgado na imprensa, a barragem existente entre a EBV-5 e a EBV-6 (barragem Barreiro) se rompeu poucos dias antes da inauguração promovida pelo Presidente Temer. Os estragos continuam lá e não serão concertados rapidamente. Certamente levará tempo, pois o cenário não permite dizer se a erosão destruiu o maciço de terra a partir da fundação ou a partir da interface com o muro de concreto que separa o maciço de terra da parte onde se inicia o sangradouro.

A própria investigação não será tão rápida e, até que se saiba o que aconteceu, não se poderá prever quando a barragem poderá receber água para que o Eixo Leste opere normalmente. Atualmente, o nível de água dessa barragem é ditado pela cota em que a ruptura da parede ocorreu e essa cota é tão baixa que estão executando escavações com explosivos na margem do lago para que haja profundidade suficiente para que as bombas flutuantes possam continuar funcionando.

Após a EBV-6 há ainda duas outras barragens: Campos e Barro Branco. Para minha surpresa constatei que ambas foram acometidas do mesmo problema que levou à ruína parcial da barragem Barreiro. No caso de Barro Branco, a gravidade das infiltrações obrigou a execução emergencial de um “engordamento” da parede da barragem onde o problema surgiu. A execução emergencial levou ao deslocamento do muro de concreto da comporta da barragem. Em Campos, conforme dito, também ocorreram problemas dessa natureza e foram usadas proteções feitas com camadas de rochas.

Como consequência disso, as três barragens (Barreiro, Campos e Barro Branco) não podem ser enchidas até o nível operacional normal. Para contornar o problema foram deslocadas as bombas doadas pelo governo de São Paulo, que se encontravam auxiliando na então inconclusa EBV-4 (não visitei essa EB nesse ida de ontem), para que possam fazer o bombeamento complementar nas barragens de Barreiro e Campos. Ocorre que esse conjunto de bombas, tendo que atender aos dois reservatórios, foi dividido em dois grupos, reduzindo assim a quantidade de água que chega ao rio Paraíba. O volume de água que desemboca em Monteiro é da ordem de apenas algumas dezenas de litros por segundo, ou seja, um montante hídrico ínfimo comparado não apenas com a capacidade do Eixo Leste, mas com a própria severidade da crise atualmente vivenciada exige.

Recuperação Ambiental

Por onde se transita, ao longo da obra, veem-se montanhas e montanhas de material oriundo das escavações que deverá ser remanejado para locais devidamente autorizados pelo órgão ambiental (Ibama) para que se tenha um mínimo de recomposição da paisagem que, como dito, ratifica tratar-se de uma obra inconclusa. Uma analogia: é mais ou menos como um edifício em fase de conclusão onde todo o entulho ainda se encontra nos vários pisos construídos.

As principais conclusões em relação ao constatado diretamente em campo são:

- É imprevisível o prazo para que o Eixo Leste efetivamente possa funcionar transferindo volumes de água suficientes para aplacar a crise hídrica vivenciada na bacia do Rio Paraíba e entorno.

- A população, que festeja efusivamente a pequena lâmina de água que transita nos canais no trecho visitado, não tem nenhuma percepção dessas anomalias nem dos risco que envolvem essas barragens, à exceção de alguns mais esclarecidos, dentre as várias pessoas com quem conversei, que estranham a presença das bombas instaladas em flutuantes (nas barragens de Barreiro e de Campos), a que chamam “gambiarras”.

- É inevitável a conclusão de que, nos últimos meses, a execução da obra foi ditada pela orientação de fazer a água chegar, deixando-se de lados serviços importantes, como execução dos sistemas de drenagem dos canais, proteção de taludes de aterro, instalação e operacionalização de comportas de controle das barragens e seu enchimento lento, concomitante áa observação do comportamento das mesmas, como mandam as normas de segurança etc.

- Em outras palavras, o que está lá é tão precário que bastou uma semana de funcionamento para que as improvisações impusessem uma drástica redução na vazão transferida.

- Temo que o trecho não visitado não esteja em condições diferentes, pois, como a EBV-5 estava inoperante, certamente todas as demais, desde o São Francisco (lago de Itaparica) – EBV-1, EBV-2, EBV-3 e EBV-4 – também se encontrem desligadas (conclusão óbvia, pois, caso contrário a água “empossaria” na EBV-5 fazendo transbordar (mais uma vez) os canais.

- Por fim, gostaria de explicar que, entre o segundo semestre de 2016 e até bem pouco tempo, quando indagado por jornalistas sobre a solução para a crise hídrica na Paraíba, sempre respondi que nos restava apenas rezar, pois a transposição não chegaria a tempo.

Em setembro do ano passado, essa certeza aumentou com o recebimento de fotos que me foram enviadas por um amigo. O estágio então retratado não permitiria ao técnico mais otimista acreditar que a obra viesse a ser concluída a tempo.

Depois dessa visita, percebo claramente que os executores da obra trabalharam nesse intervalo não com o objetivo – impossível de ser alcançado – de concluí-la, mas sim de fazer a água chegar de qualquer maneira ao destino, na data politicamente estabelecida.

Espero que a obra seja de fato concluída e que possamos contar a sustentabilidade operacional do Eixo Leste, e em 2018, com o Eixo Norte, para o bem de todos, pois não há alternativa para milhões de pessoas que esperam por isso.

Em anexo, algumas fotografias que documentam a viagem, dentre elas o “buraco” deixado pela ruptura da barragem Barreiro, as bombas flutuantes do reservatório Campos (foto com módulos azuis). Tenho cerca de 100 fotos se precisar de alguma específica, basta informar.

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Breve histórico de minha nada mole vida de eleitor

paulonetoPor Paulo Figueiredo Neto - Vou tentar, aqui, de forma bastante descontraída, contar o que vem acontecendo entre mim e a urna eletrônica desde 2006, ano da minha primeira eleição como eleitor. Quando eu conto aos amigos mais próximos, viro motivo de risada quando digo a eles que meus candidatos nunca ganharam para 3 cargos que, ao final, vocês saberão quais são.

Quem for calculando durante a leitura, saberá antes de conclui-la. Quem me conhece sabe que eu gosto duma política danada. E aqui em Monteiro, como em muitos interiores, respira-se política 24h, seja em ano eleitoral ou não. Na realidade, acho que já nasci com uma bandeira na mão participando de tudo quanto era de comício, carreata, passeata e por aí vai, pois desde que me entendo por gente, eu tenho gravado na memória todo movimento político de 1995-1996 pra cá. Não era para menos né, pois venho família de políticos, tinha que ter gosto pela coisa.

Pois bem, como falei anteriormente, comecei a votar em 2006, assim que completei 16 anos. E aí ou tirava o título de eleitor ou morria. A obrigatoriedade do voto só vem aos 18, mas eu tinha que começar já nos 16, porque se não “perdia o menino”, infartava ou coisa do tipo. A eleição de 2006 foi a nível nacional. Naquele ano votamos em 5 candidatos: Dep. Estadual, Federal, 1 Senador, Governador e Presidente. Pronto, eu tava crente que ganharia do 1º ao 5º, como se diz popularmente. A decepção foi grande, dos 5 só ganhei pra Deputado Estadual e Federal, de Senador pra baixo o desmantelo foi grande.

Vem 2008, eleição municipal, perdi nos dois, Vereador e Prefeito, “Lá e Lô”.

Chegando em 2010 já melhorou uma coisinha. Não foi bom de tudo não mas já saí um pouco mais alegre. Só perdi pra Dep. Federal e Presidente. E em 2010 nós escolhemos 2 senadores. Ganhei os dois, viu!! Vem

2012 e novamente perdi pra Vereador e Prefeito, Lá e lô pela 2ª vez.

Em 2014, dos 5 eu ganhei 3. Só perdi pra Dep. Estadual e Presidente. Nessa eu tava crente que ganharia para presidente pela 1ª vez na vida. Mas levei cacete de novo.

E a última eleição foi agora, em 2016, e adivinhem? Lá e lô de novo, pela 3ª vez eu perdi para vereador e prefeito. Pronto, senhores, fazendo um apanhado geral eu já ganhei pra Dep. Estadual, Federal, Senador e Governador. Mas até hoje, votando há mais de 10 anos e participando de 6 eleições eu nunca consegui eleger candidatos para os cargos de Vereador, Prefeito e Presidente da República.

E o ruim dessa peleja todinha é que os pleitos que eu mais gosto de acompanhar são para Prefeito e Presidente, pois eles vão do micro ao macro, vão do local ao nacional. São dois extremos, é verdade, mas são os que influem diretamente na vida das pessoas, pois por melhores que sejam os planos, projetos do Governo Federal os principais executores de tais planos são as Prefeituras. Os reflexos, positivos ou negativos, das políticas que o país adota são sentidos direta e primeiramente pelas cidades. Se as cidades vão mal, consequentemente, o país vai mal. Por isso que dou tanta atenção àqueles dois cargos do executivo. Mas falta ganhar uma “veizinha”, né!!! kkkkkkkkkk

Tovar: “Quem pagou o ato político realizado no último domingo em Monteiro?”

IMG-20170319-WA0106“Quem pagou o ato político realizado no último domingo (19) em Monteiro?”. Com esse questionamento o deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB) iniciou a sua fala, nesta terça-feira (21), na tribuna da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). O parlamentar disse que se tratou de uma grande estrutura e que chamou atenção não só dos paraibanos, mas também foi alvo de questionamentos da imprensa nacional. “Eu, na verdade, não quero crer que o evento de cunho partidário tenha sido financiado com recursos públicos, como foi suscitado por jornalistas e analistas políticos da Paraíba e de fora dela”, disse.

Para dissipar dúvidas e esclarecer os fatos à população, o deputado solicitou que o Ministério Público investigue para saber se houve algum tipo de uso irregular de recursos públicos. Ele defendeu que é preciso que os fatos sejam apurados e que se tenha as respostas para todos esses questionamentos.

“Afinal, quem foi o responsável pelo custeio de toda a infraestrutura usada no evento que levou os ex-presidentes Lula e Dilma até a divisa entre a nossa Paraíba e o vizinho Estado de Pernambuco para verificar a chegada das águas do Rio São Francisco trazidas por meio da transposição? Quem pagou pelos ônibus e carros fretados, os equipamentos de som, a estrutura de palco, as tendas, a segurança privada, os serviços de cerimonial e locução?”

Veículos nacionais questionaram Quem pagou o comício de Lula no São Francisco?. Disse que “Coutinho revelou-se um grato cego. Não viu a superestrutura ao redor. Entre outros itens, o aparato montado para Lula reinaugurar o pedaço da obra da transposição do Rio São Francisco que Michel Temer já havia inaugurado há nove dias incluiu: o palanque, as tendas, o equipamento de som, as grades de proteção, o jatinho para o candidato e uma frota de ônibus para levar aclamação até os ouvidos de Lula”. E ainda ironizam que Mesmo no “território livre da Paraíba”, os fornecedores só quitam as faturas mediante pagamento em dinheiro”

Outro veículo aponta que “Lula fez um comício ilegal na Paraíba” e pergunta que pagou o jatinho e o fotografo de Lula. Questiona se o Tribunal Superior Eleitoral do que, para eles, foi uma “campanha antecipada”. “Como vocês veem, a equação custo e agente financiador do evento promovido no último domingo na cidade de Monteiro é algo que não foi devidamente esclarecido, tanto que foi alvo de vários questionamentos e suspeitas”, destacou Tovar.

Gabriel Diniz promete agitar o Cariri neste sábado

CRAS de Prata retorna suas atividades com o Grupo de Idosos

Prefeitura de Sumé apoia 1ª Feira de Negócios do Crediamigo Prefeitura de Sumé apoia 1ª Feira de Negócios do Crediamigo Prefeitura de Sumé apoia 1ª Feira de Negócios do Crediamigo Prefeitura de Sumé apoia 1ª Feira de Negócios do Crediamigo Prefeitura de Sumé apoia 1ª Feira de Negócios do Crediamigo

Foi nesta quinta-feira (15), que o CRAS de Prata reabriu as portas da Casa das Famílias para o Grupo de Idosos. Ansiosos com o inicio das atividades, muitos demonstraram simplesmente no olhar a felicidade em estarem presentes em um momento de muitos reencontros com velhos amigos que infelizmente com o passar do tempo já não possuem a mesma disposição e vitalidade. O primeiro dia teve como tema “Alto Estima na terceira Idade”.

Aconteceu uma mini palestra inicial com a psicóloga do CRAS, Juciane, logo após foi aberto o Espaço da Beleza com profissionais para cabelos femininos, cabelos masculinos, e maquiadoras, trabalhando a aparência enfocando o tema do reencontro. Enquanto cada Idoso não passava pelo espaço da beleza os que aguardavam estavam na confecção de arte em tecido na produção de um chaveiro para cada um levar pra casa como lembrança do primeiro dia, e no final durante a refeição do almoço foi feito os sorteios de algumas singelas lembranças.

Para a equipe do CRAS e da Secretaria de Ação Social de Prata, o que ficou foi sensação de um Dia Inesquecível, desde da busca aos Idosos, convite por convite, casa a casa, o encontro com esses amigos da Terceira Idade, tudo planejado e preparado com muito carinho, para que acontecesse o evento da melhor forma, chegando a marca de setenta idosos presentes.

Frase como, “Meu único divertimento agora nesta fase da vida, e vir participar das atividades no CRAS”, enfatiza uma das Idosas do Grupo, deixa a certeza de que estamos fazendo o trabalho da maneira certa e eficaz, a missão Graças a Deus está sendo cumprida.

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Pro desespero de João Badalo, Mulher de Léo Moura mostra o que tem de bom

Mar avança sobre Rio São Francisco

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A estiagem prolongada tem feito o Rio São Francisco perder força na divisa de Alagoas e Sergipe, permitindo que o mar avance sobre a água doce. O fenômeno é conhecido como salinização e, segundo pesquisadores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), está transformando o ecossistema da região e prejudicando a população ribeirinha.

Sem chuvas e com menos água no leito, o rio acaba sendo empurrado pela maré nos pontos onde encontra o mar.

É no trecho da Área de Preservação Ambiental (APA) da Foz do São Francisco, entre os municípios de Piaçabuçu (AL) e Brejo Grande (SE), que o fenômeno pode ser percebido com mais intensidade pelos quase 25 mil habitantes da região.

“A gente pescava surubim, piau, dourado e todas as espécies de água doce. Era tanto peixe na rede que a gente não podia nem carregar. Nessa época, a gente também plantava arroz, que dava era muito. Hoje a coisa tá diferente, a água está tão salgada que arde até os olhos”, relata o pescador alagoano José Anjo.

O que o pescador percebe no dia a dia também foi apontado pelo oceanógrafo Paulo Peter, pesquisador da Ufal que analisa os impactos ambientais e sociais da salinização do Rio São Francisco. “É possível notar no estuário a morte da vegetação típica de água doce, substituição dos peixes de água doce pelos de água salgada e inviabilização da água para o consumo humano”.

Para o pesquisador, a redução da vazão das águas do Rio São Francisco pela hidrelétrica de Sobradinho, na Bahia, agrava o problema. O volume de água liberado pela usina já superou 2.900 m³/s, mas nos últimos anos vem sendo reduzido gradativamente para prolongar a vida útil dos reservatórios.

Em janeiro, a pedido da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) e autorizado pela Agência Nacional de Águas (ANA), a vazão passou para 700 m³/s, a menor da história, segundo o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHRS).

“Se a vazão do São Francisco permanecer como está, a situação será cada vez pior, tanto do ponto vista humano quanto ambiental”, avalia Peter.

O CBHRS diz estar em alerta, porque novos estudos avaliam reduzir ainda mais o volume da água do rio para uma vazão que pode chegar a 600m³/s. Contudo, ainda não há nenhuma definição neste sentido.

Saúde
O problema da salinização também se reflete na saúde dos ribeirinhos, como afirma a agente de saúde Suely Santos, que trabalha há 17 anos em Piaçabuçu. “A água do Rio São Francisco é para muitos moradores da região o único recurso hídrico que se tem para cozinhar e beber. Por conta da salinização, a água está provocando doenças. Nos últimos meses, aumentou bastante os casos de hipertensão entre os moradores, inclusive jovens”.

O povoado Potengy é o que mais sofre, porque fica bem próximo da foz e a captação da água distribuída para população ocorre no trecho onde há um maior efeito da água salgada do mar sobre a água doce. Para piorar o problema, esgoto é lançado sem tratamento no leito do rio.

“A ação de saúde que hoje é feita com os moradores da região é de conscientização, para que eles evitem tomar a água do rio no período que a maré está mais cheia. Além disso, orientamos para que as pessoas tratem a água antes de consumir com hipoclorito ou fervura, para evitar a proliferação de doenças”, afirma Suely.

Viagem em busca da água doce
Encontrar famílias inteiras dentro de barcos, dividindo espaço com garrafas e baldes, é comum na região. Elas precisam atravessar o rio para buscar água doce em pontos mais distantes da foz, uma viagem que pode durar até três horas.

“Sem dinheiro para comprar água, temos mesmo é que viajar de barco para buscar. Do contrário, é tomar água ruim, que faz a gente adoecer. Minha esposa está com hipertensão, e minha filha já teve disenteria por tomar água daqui”, afirma o pescador Jorge de Souza Santos, que faz esse trajeto a cada dois dias.

A dona de casa Maria Eunice chega ao porto de Potengy carregada com bacias de roupas e baldes de água. Com a maré alta, ela foi até o outro lado do rio lavar roupas e buscar água para beber.

“A caixa de água de casa está cheia, mas está tão salgada que não serve para nada. Essa água só vai melhorar quando a maré baixar. Não é que ela vai ficar doce, vai ficar salobra, e servir ao menos para um banho e para um lavado de roupa”, afirma a dona de casa.

O pesquisador Paulo Peter, da Ufal, avalia que a estratégia de captar água para consumo na maré baixa não é adequada. “Constatamos que, mesmo na maré baixa, o sal permanece na água do rio, não desce para o mar como esperado. Com isso, na maré alta seguinte, esse sal que havia permanecido acaba sendo empurrado para trechos mais altos do rio”.

“Para os padrões técnicos, a água doce pode ter até 1/2 grama de sal por litro. Nas coletas que fizemos próximo ao povoado Potengy, encontramos variações de 6 a 7 gramas de sal por litro. Salinidade que deixa o líquido impróprio para o consumo humano”, alerta Peter.

Solução e políticas públicas
Peter afirma que as pesquisas realizadas pela Ufal estão à disposição dos gestores públicos para traçar ações e políticas públicas que permitam a utilização mais adequada das águas do São Francisco.

O secretário de Meio Ambiente de Piaçabuçu, Otávio Augusto, afirma que o município vem buscando parcerias para minimizar o problema.

“Estamos com o governo do Estado e a Casal [Compahia de Saneamento de Alagoas] buscando estratégias para mudar o ponto de captação de água no município para um ponto onde não há o efeito da salinização. No entanto, os prejuízos já são enormes, porque a pesca na região diminuiu e lavouras tiveram que ser abandonadas por conta do sal”, diz o secretário.

Já a Casal diz que a água captada e distribuída em Piaçabuçu é tratada e analisada antes de seguir para o consumidor com os padrões exigidos pelo Ministério da Saúde. Para isso, técnicos seguem estratégias para captar água apenas na maré baixa e em determinados horários onde a concentração de sal é menor.

Sobre a redução da vazão na hidrelétrica de Sobradinho, o superintendente adjunto de Regulação da ANA, Patrick Thomas, diz que a Agência autorizou a Chesf, subsidiária da Eletrobras, a operar em 700 m³/s.

“Essa redução foi necessária para fazer com que o reservatório não esvaziasse. Se isso acontecesse, poderia prejudicar totalmente o abastecimento não só em Piaçabuçu, mas em todas as cidades que dependem do reservatório de Sobradinho”, afirma.

Ele reconhece que municípios que ficam na região da bacia do São Francisco estão enfrentando uma das piores secas dos últimos anos e que isso tem deixado baixa a fluência do rio, mas ressalta que, desde 2013, órgãos gestores se reúnem para discutir ações para prolongar a vida dos reservatórios.

“A vazão nos reservatórios vem sendo reduzida porque a quantidade de água que entra é pelas chuvas e, como não chove muito, é preciso armazenar a água controlando a saída”, diz.

Ainda segundo a ANA, até que haja chuvas com mais intensidade e por um longo período na região dos reservatórios, a situação deve permanecer como está. “A tendência é que seja mantida essa vazão nos próximos meses”, avalia Thomas.

G1

Águas da transposição e de açudes do Cariri são coletadas para análise

Deputado diz que RC usurpou autoria de obras complementares para transposição

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Monteiro faz campanha de prevenção contra a Tuberculose e sobre Síndrome de Down

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O Brasil ocupa o 17º lugar entre os 22 países responsáveis por 82% do total de casos de tuberculose no mundo. Embora seja uma doença passível de ser prevenida, tratada e mesmo curada, ainda mata cerca de 4,7 mil pessoas todos os anos no Brasil, e foi com o intuito de prevenir que a Secretaria Municipal de Saúde organizou e realizou nesta terça-feira, 21, uma programação que englobou várias ações na comunidade rural da Pitombeira.

Cada paciente com tuberculose pulmonar que não se trata, pode infectar em média 10 a 15 pessoas por ano. Pensando nesta realidade os serviços oferecidos a Prefeitura de Monteiro na comunidade de Pitombeira, através da Secretaria de Saúde do Município foram ações que envolveram profissionais de enfermagem, médicos, nutricionistas, fisioterapia e apoio psicológico, e, logo após os atendimentos foi feita uma distribuição de folders explicativos e servido um café da manhã.

Ainda dentro das programações oferecidas pela Secretaria de Saúde, foi realizado pela equipe plantonista da UPA uma palestra sobre a conscientização do Dia Internacional da Síndrome de Down com o tema “Mais inclusão, menos preconceito” e uma entrevista com a Enfermeira Raquel Matos que veiculada pela Rádio Imprensa FM na tarde desta terça-feira, 21.

Anna Lorena, prefeita de Monteiro, comentou sobre as datas e disse: “Temos que trabalhar intensivamente com a prevenção, e a Secretaria de Saúde do Município oferece um grande suporte neste quesito. A tuberculose deve ser prevenida, e este é um trabalho que mobiliza toda a equipe de saúde. Em relação à Síndrome de Down tem que existir o trabalho no sentido de que se desfaça todo o preconceito. Temos que estimular os portadores, eles são muito capazes ao contrário do que muitos pensam”.

Câmara de Zabelê aprova reajuste no salário dos professores

Souzinha anuncia emendas para aquisição de ônibus e reformas de Unidades de Saúde

São José dos Cordeiros promove dia especial voltado às mulheres

Temer retira servidores estaduais e municipais da reforma da Previdência

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O presidente da República, Michel Temer, tirou da proposta de reforma da Previdência enviada ao Congresso Nacional os servidores públicos estaduais. O anúncio foi feito na noite desta terça-feira (21) no Palácio do Planalto. Segundo o presidente, a decisão reforça o princípio federativo e a autonomia dos estados, algo que segundo ele é exaltado pelo governo. A medida também vale para os municípios. Com a decisão, os servidores públicos estaduais e municipais saem da reforma discutida atualmente na Câmara dos Deputados.

“Vários estados já providenciaram sua reformulação previdenciária. E seria uma relativa invasão de competência, que nós não queremos levar adiante, portanto disciplinando a Previdência apenas para servidores federais”, disse o presidente, em rápido pronunciamento. A decisão faz com que professores da rede pública estadual e policiais civis estaduais, dentre outras categorias vinculadas aos governos dos estados, aguardem uma reforma específica, definida pelos governadores e deputados estaduais.

Continuam dentro da reforma apresentada pelo governo os servidores públicos federais, bem como os trabalhadores da iniciativa privada, como por exemplo os regidos pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

Com isso, Temer atende a um pedido da base governista no Congresso. “Isso agrada a base. É um pleito da base sendo atendido pelo governo. Cada estado trata dos seus funcionários e nós aqui, a nível federal, tratamos dos servidores públicos federais”, disse o deputado Carlos Marun (PMDB/MS), presidente da comissão especial criada para analisar a proposta da Reforma da Previdência.

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