::Wellington e Caio Roberto acordam com Ricardo e passam a apoiar Governo ::Seca reduziu em 36% rebanho da Paraíba, nos últimos três anos ::Mais de 20 vereadores do Cariri se reúnem e definem três demandas para o ODE ::Governador recebe relatório da Frente Parlamentar da Água ::Sumé desmente denúncias contra o atendimento no Hospital Alice de Almeida ::Câmara de Juazeirinho aprova 180 dias de licença às gestantes e adotantes ::Ricardo é entrevistado pelo ‘É Notícia’ e programa vai ao ar neste domingo ::Prefeitura inicia construção e manutenção da rede de esgoto em Ouro Velho ::CAPS de Monteiro encerrara Semana de Conscientização Antimanicomial ::Meteorologia prevê chuvas isoladas para a maior parte da Paraíba neste sábado Malves Supermercados

Wellington e Caio Roberto acordam com Ricardo e passam a apoiar Governo

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Seca reduziu em 36% rebanho da Paraíba, nos últimos três anos

Wellington e Caio Roberto acordam com Ricardo e passam a apoiar Governo Wellington e Caio Roberto acordam com Ricardo e passam a apoiar Governo

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (Faepa), Mário Borba, revelou, na noite desta sexta-feira (22), que o rebanho estadual foi reduzido em 36% nos últimos três anos, por conta das sucessivas estiagens. Ele foi entrevistado no ’27 Segundos’ da RCTV (canal por assinatura do Sistema Correio de Comunicação). Borba contou ainda que, desde 2012, pecuaristas vêm se desafazendo dos seus animais ou tentando cria-los em outras regiões do país, especialmente Norte e Centro Oeste.

Reeleito nesta sexta para mais um mandato de três anos à frente da Faepa, Borba explicou que os produtores que ainda têm condições financeiras estão sustentando seus animais com carros-pipas. A situação se agrava ainda mais por conta da crise financeira que atravessa o país.

“O produtor tem que comprar produtos inflacionados e não consegue repassar o preço na venda do rebanho. Desesperado, ele vem se desfazendo dos animais com grandes prejuízos”, afirmou.

Ele culpou a falta de interesse do Governo Federal em ajudar o Nordeste como uma das situações que tem prejudicado os produtores, Lembrou que em 2012, por exemplo, a saca de milho subsidiado era repassada ao agricultor familiar por R$ 14,00; e para o produtor de porte médio por R$ 22,00. “Este ano o Governo sequer fala em subsidiar o milho ou outro grão. Está na hora do produtor agir”, cobrou.

Mário Borba disse que outra situação que preocupa os criadores do interior é a falta de segurança na zona rural. “Os bandidos chegam de caminhão, em plena madrugada, invadem as fazendas e os sítios, colocam os donos das terras sob mira de armas e roubam todo rebanho. Isso aconteceu em Sousa, no Sertão, onde levaram 40 reses de uma só vez de um só produtor”, frisou. “Em São Mamede, na região de Patos, foram 15 reses”.

Segundo o presidente da Faepa, nos últimos três há uma queda seguida no número de animais no rebanho paraibano. “Tem produtor que chegou a perder 500 cabeças de gado, por conta da estiagem”, conta.

Mário Borba queixou-se também que o Conselho da Sudene não fez uma reunião sequer há 14 meses, para discutir a situação dos estados e municípios do Nordeste. Da mesma forma, o Conselho do Instituto do Semiárido (Insa) há três anos não se reúne.

“A Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), da qual sou vice-presidente, acompanha por conta própria mais de dois mil projetos em tramitação no Congresso Nacional, que tem interesse direto ou indireto com o nosso setor. A Sudene e o Insa estão completamente parados”, disse.

Apesar de acreditar na conclusão da transposição do São Francisco, Mário Borba classificou de “obra para cada quatro anos”, numa referência aos avanços obtidos em épocas pré-eleitorais. Ele citou casos onde o projeto parou. As bombas elevatórias para o canal chegar até Monteiro, no Cariri paraibano, não foram adquiridas até agora e as linhas de transmissão do Nordeste não comportam o consumo que a transposição exigirá. A Faepa teme que com os cortes no orçamento da União, de R$ 69,9 bilhões, anunciados nesta sexta, a obra pare de vez.

Em entrevista ao jornalista Hermes de Luna, que apresenta o ’27 Segundos’ de terça à sexta-feira, sempre às 21h na RCTV (canal 27 da Net digital), o presidente da Faepa defendeu a construção da Transnordestina, lembrando que só com um trem se transportariam o equivalente a 136 carretas de uma só vez, economizando-se em frete.

Mais de 20 vereadores do Cariri se reúnem e definem três demandas para o ODE

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Os vereadores dos municípios de Parari, Gurjão, Serra Branca, Coxixola, São João do Cariri se reuniram na cidade de São José dos Cordeiros, anfitriã do encontro, onde apresentaram demandas dos seus respectivos municípios, bem como, demandas de caráter regional. A cidade de Cabaceiras também participou da plenária como ouvinte.

O encontro foi presidido pelo vereador serra-branquense Paulo Sérgio Barros que inicialmente abriu espaço para os representantes da Universidade Estadual da Paraíba UEPB, campus de Monteiro, os professores Zé Luiz e o Marcelo, diretor do campus.

Na oportunidade, o professor Zé Luiz relatou as dificuldades encontradas no campus da UEPB de Monteiro e pediu ajuda aos vereadores do C7, especificamente, para o fortalecimento da infraestrutura do campus. O professor acrescentou que está sendo articulando dentro do campus da UEPB Monteiro um movimento para que os alunos participem da plenária do Orçamento Democrático e apontem a necessidade da criação da sede do campus UEPB Monteiro.

Já o gerente regional do Orçamento Democrático, Aragonês Correia, esteve no encontro e participou do debate, pedindo o engajamento de todos os municípios para estarem juntos na audiência regional do ODE que acontecerá dia 12 de junho em Sumé.

No debate, os vereadores demandaram várias questões para a região como a criação Escola técnica de Serra Branca, criação da sede do campus da UEPB em Monteiro, asfalto da estrada de Taperoá até a cidade de Sumé, melhoria no abastecimento d´água na região, criação da Casa da Cidadania, asfalto da estrada que interliga Cabaceiras à São João do Cariri, asfalto de Parari à São João do Cariri e a conclusão da UPA em Serra Branca.

O vereador Francisco Junior apresentou uma proposta voltada para a crise hídrica, sugerindo a perfuração de poços em toda a região. Ele também denunciou que São João do Cariri está sem viatura policial.

O presidente Edvaldo Morais solicitou a construção de estrada com asfalto que interligasse a região de Gurjão à Juazeirinho. Ele acrescentou a necessidade de investir em recursos hídricos na região.

Os vereadores de São José dos Cordeiros Branco Sá e Valtércio Holanda reforçaram o pedido do asfalto com a estrada de Taperoá a Sumé.

Por fim, ficou acordado que o vereador Branco Sá irá representar o Parlamento do Cariri “C7″ para apresentar as demandas apontadas na Audiência Regional dia 12 de junho em Sumé. A reunião ficou marcada o próximo dia 18 de junho, às 15h na cidade de Parari. (Cariri em Ação)

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Governador recebe relatório da Frente Parlamentar da Água

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O governador Ricardo Coutinho recebeu, na tarde desta sexta-feira (22), na Granja Santana, o relatório da Frente Parlamentar da Água sobre a situação da falta d’água na Paraíba, contendo as propostas com prioridades para ações que amenizem os efeitos da estiagem. Ele disse que, juntos, Governo do Estado, parlamentares e prefeitos precisam fazer pressão para que as obras hídricas que estão em andamento no Estado não sofram paralisações.

O relatório da Frente Parlamentar da Água foi entregue pelo deputado Jeová Campos, presidente da Frente, que estava acompanhada de uma comissão formada por dez prefeitos das cidades que vivem colapso de abastecimento, recebendo água de carros-pipa. Ricardo exortou a união de todos para resolver a questão de forma urgente, observando que esta é uma responsabilidade da União. Ele comentou, ainda, que os R$ 19 milhões prometidos pelo Governo Federal, ainda não foram repassados, e quando isso acontecer o dinheiro só dará para resolver a questão por dois ou três meses.

O secretário da Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, João Azevedo, informou que o Governo da Paraíba já perfurou somente este mês 26 poços artesianos e que solicitou 272 carros pipa para socorrer os municípios, mas o Governo federal só enviou 173 para as cidades que estão em colapso. “Esses carros vão poder atender cerca de 27 cidades durante seis meses”, destacou.

O deputado Jeová Campos afirmou que os municípios vivem uma situação crítica e de emergência, colapso ou racionamento por causa da falta de água. “O problema já atinge pelo menos 170 municípios da Paraíba, dos quais 48 estão absolutamente sem água. A situação em algumas cidades é de calamidade. Noutras, nem os carros-pipa estão suprindo as necessidades básicas do consumo humano”, ressaltou.

Ele avaliou que o encontro com o governador foi produtivo. “Sinalizamos muito positivamente de tratar essa questão de mãos dadas, a Assembleia Legislativa, o Governo do Estado, os prefeitos, e buscar sensibilizar o governo federal. Os governos estaduais não podem encarar o problema sozinhos e penso que nós vamos ter que fazer uma pressão política em Brasília para a liberação de recursos para um momento tão difícil”, disse Jeová Campos, destacando que o governador Ricardo Coutinho conhece os problemas, mas faltam os recursos federais.

Na próxima quarta-feira, os deputados que integram a Frente Parlamentar da Água vão ao Ministério da Integração, em Brasília, participar de uma reunião com a bancada Federal da Paraíba e entregar o relatório. O objetivo é pressionar o Governo Federal sobre a situação.

Participaram da audiência na Granja Santana, os deputados Buba Germano e Estela Bezerra, o presidente da Famup, Tota Guedes, e os prefeitos Anderson Monteiro – Esperança, Beto Brasil – Solânea, Acácio Araújo – Picuí, Domingos Sávio – Princesa Isabel, Cláudia Dias – Monte Horebe, André Pedrosa – Carrapateiras, Antônio Justino – Dona Inês, Denise Oliveira – Cajazeiras, José Geramilton – vice-prefeito de Queimadas e Tarcísio – prefeito de Gurinhém.

Sumé desmente denúncias contra o atendimento no Hospital Alice de Almeida

antonio_carlosA Secretaria Municipal de Saúde de Sumé foi mais uma vez vítima das mentiras forjadas pelo grupo de um vereador de oposição, por meio de uma rádio local, que não tem medido consequências para simular fatos e situações que venham a prejudicar os gestores da administração municipal, praticando diariamente na rádio e em redes sociais, injúria, calúnia e difamação contra o prefeito, os secretários municipais e outras pessoas da comunidade.

A mentira mais recente noticiada pelo grupo do vereador que circulou essa semana na internet e foi transmitida por uma emissora de rário, foi dizer que o Hospital e Maternidade Alice de Almeida agiu com descaso na internação do paciente Helenildo Ferreira.

De acordo com o secretário de Saúde, Antônio Carlos Sarmento, o paciente deu entrada no Hospital na madrugada de terça-feira (19) com um quadro semicomatoso com escala de glasglow 10. A esposa de Helenildo, chamada Josenilda, queria transferir o paciente para Recife, onde ele é acompanhado por médicos do Hospital IMIP, desde que foi transplantado há dois anos.

A equipe médica do Hospital de Sumé só poderia transferir o paciente para o Estado de Pernambuco quando o seu quadro estivesse estabilizado. No mesmo dia, o Hospital Alice de Almeida manteve contato com o médico do IMIP que acompanha Helenildo, o médico informou que o paciente não fosse removido para lá, pois naquele momento não havia vaga de internação para o paciente. Fato que causou revolta em Josenilda, levando-a a achar que a direção do Hospital de Sumé estava agindo com descaso.

Como Josenilda insistia em transferi-lo, a equipe do Hospital de Sumé informou que ela teria que assinar um termo de responsabilidade pela transferência porque o paciente ainda não havia estabilizado o seu quadro de saúde, assinatura que foi recusada por Josenilda que, motivada pelo radialista Lindemberg Tavares, comportou-se de forma desrespeitosa com os funcionários do Hospital.

Com a estabilidade do quadro, o paciente foi transferido para Recife na quarta-feira (20). De acordo com o secretário Antônio Carlos, em nenhum momento foi cobrado aos familiares de Helenildo a quantia de R$ 50,00 para ser dada ao motorista da ambulância.

Antônio Carlos disse que a Secretaria de Saúde do Município de Sumé, desde o começo acompanha o caso de Helenildo e sempre ajudou no que foi preciso e possível.

“Nos últimos tempos, inverdades tem sido jogadas em uma rádio e em redes sociais, da maneira mais leviana e irresponsável que se possa imaginar. Cobrar melhores serviços por parte do poder municipal é um direito de todos e nossa obrigação de fazê-lo bem. Nunca, jamais, o prefeito Neto e toda a equipe da administração orientou que seus funcionários negligenciassem a prestação do serviço, o atendimento ao público ou deixassem de zelar pelo bem comum”, disse Antônio Carlos.

“Aqueles que comandam a rádio fazem o que querem e dizem o que querem, e o que é pior, aproveitam-se da fragilidade de certas pessoas para simular fatos irreais. Qualquer pessoa hoje em dia pode produzir uma notícia e colocar na internet, que se espalha como vírus. Quem pratica a mentira se revela tão insignificante que um dia sua máscara cai e não consegue encontrar o chão.

Existem pessoas que nasceram com o dom de contar mentiras e vão morrer mentirosas. Mas em momento algum, vamos nos deixar vencer por elas, porque o povo de bem de Sumé sabe com quem a verdade anda, se não soubessem, doutor Neto não estaria no seu quinto mandato e não sairia vencedor nas eleições para Governo do Estado, para deputados e senadores”, desabafou Antônio Carlos.

Câmara de Juazeirinho aprova 180 dias de licença às gestantes e adotantes

Ricardo é entrevistado pelo 'É Notícia' e programa vai ao ar neste domingo

Terceiro postagens – Câmara Monteiro

Prefeitura inicia construção e manutenção da rede de esgoto em Ouro Velho

CAPS de Monteiro encerrara Semana de Conscientização Antimanicomial

Wellington e Caio Roberto acordam com Ricardo e passam a apoiar Governo Wellington e Caio Roberto acordam com Ricardo e passam a apoiar Governo Wellington e Caio Roberto acordam com Ricardo e passam a apoiar Governo

Uma exposição de trabalhos realizados por usuários dos CAPS de Monteiro foi apresentada a sociedade monteirense na manhã desta quinta-feira (21). O evento coroou as atividades da Semana Nacional de Conscientização Antimanicomial, que aconteceu em todo o País, tendo na Paraíba este ano o tema: “O meu lugar é todo lugar”.

Segundo a coordenadora do CAPS de Monteiro, Viviane Ferreira, desde a última segunda-feira (18), Dia Nacional da Luta Antimanicomial, que a instituição realizou uma série de atividades com seus usuários e um trabalho de conscientização da sociedade.

“A intenção de conscientizar a população é pôr um fim ao preconceito às pessoas portadoras de doenças psíquicas. Eles são cidadãos que, em tratamento, podem perfeitamente possuir um convívio normal e sadio como qualquer outro. Com essa movimentação, promovemos a experiência de uma sociedade sem manicômio”, destacou Viviane durante pronunciamento no evento.

Dentre as atividades que foram realizadas estão entrevistas em emissoras de rádio, palestra com a psicóloga do Nasf para os usuários e apresentação dos trabalhos que foram expostos na manhã desta quinta-feira (21), no Parque das Águas, quando foi servido um café da manhã ao som de uma animada apresentação do trio MW Show, tradicional forró pé de serra.

O Dia Nacional da Luta Antimanicomial foi um movimento gerado pela sociedade civil organizada para que pessoas com distúrbios mentais possam ter acesso a tratamento gratuito e com liberdade.

O evento contou ainda com a participação do CAPS de Sumé, que esteve representado por seu diretor Divanício e de alguns usuários que também fizeram exposição de seus trabalhos.

Participaram da solenidade o vice-prefeito Cajó Menezes, que representou a prefeita Edna Henrique, a secretaria de Saúde Anna Lorena, secretários municipais e toda a equipe de servidores do CAPS de Monteiro.

Meteorologia prevê chuvas isoladas para a maior parte da Paraíba neste sábado

Prefeitura de Sumé está nos preparativos finais para o São João

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Estádio Feitosão passa por reforma e obras devem ser concluídas em junho

Vem aí a Reforma Política

Por Zizo Mamede

zizomamede2O povo não está nem aí para a pauta da reforma política. Aos milhares, as pessoas foram às ruas em 2013, em 2014 e em 2015, mas em nenhum momento colocaram que o país precisa fazer mudanças institucionais para qualificar a nossa jovem democracia. Quem se mostra insatisfeito com a atual representação política nem sempre quer solução pela via política.

Quem propôs a reforma política com a participação direta da população através de um plebiscito foi Dilma Rousseff. Mas a presidenta foi prontamente boicotada pela maioria no Congresso Nacional e na mídia. As forças vivas da sociedade civil que propuseram uma plataforma de reformas progressistas, para democratizar a democracia, não obtiveram repercussão nacional.

Na campanha presidencial de 2014 a candidata Dilma Rouseff botou novamente o tema da reforma política na agenda. Mas, obteve votos e foi vitoriosa muito mais pelas realizações dos governos petistas e pelo temor do eleitorado de que houvesse um retrocesso com o PSDB do que pela insistência na proposta de mudar para melhor as regras da democracia.

Os arautos do discurso conservador conseguiram deformar as primeiras manifestações de junho de 2013: alcançaram o objetivo de incutir na cabeça da maioria que a corrupção é o inimigo público número 1 do Brasil. Assim sendo, tudo ficando muito simples com a identificação do inimigo. Basta que os justiceiros atuem para exterminar a corrupção para que os demais problemas, os demais medos sejam sanados, o que é um engodo.

Enquanto o povo acredita que a corrupção é o problema maiúsculo, os sonegadores, que neste ano de 2015 roubarão 500 bilhões de reais dos contribuintes e do Estado brasileiro, farão a festa, ficarão mais ricos com o dinheiro público que será depositado em bancos transnacionais fora do país. – A propósito, a Operação Zelotes e a CPI do HSBC não estão na mídia porque atingem os donos do capital e da mídia.

Enquanto o povo foca os olhos e todos os sentidos, a razão e sentimentos na corrupção dos políticos, no inimigo número 1 como se fosse o único, os donos dos papeis da dívida pública interna farão o banquete com mais de 1 trilhão de reais, cerca de 40% (quarenta por cento) do orçamento da União a serem pagos de juros, amortizações e rolagem da dívida durante o ano de 2015. E o banquete continuará ano após ano.

Mas, enquanto o povo acompanhava indignado pela tela de TV o espetáculo do combate à corrupção, das urnas de 2014, pelos votos ou omissão do povo, emergia uma grande maioria de deputados e senadores eleitos com a força do dinheiro e com propostas mais conservadoras para enfrentar os problemas do país.

O parlamento brasileiro agora é dominado pelas bancadas da bala, da bola, dos bancos, do latifúndio, dos homofóbicos, das empreiteiras, dos corruptos. O Congresso está dominado pelos chamados achacadores. As duas casas do Congresso Nacional são dirigidas pelos caras que melhor representam esse retrocesso político, Cunha e Calheiros.

O povo comeu corda. O povo foi na “Onda”. O povo deu bobeira. O povo caiu na falácia do combate de morte contra a corrupção. O povo caiu no engodo da anti-política. O povo não entendeu que não há solução fora da política e da democracia. O povo fez o jogo dos corruptos, dos sonegadores e dos agiotas da dívida pública.

Enquanto o povo esbraveja e acusa que todo político “calça 40”, os deputados e senadores eleitos em 2014 com a força do dinheiro e do discurso fácil e falacioso querem deformar ainda mais a democracia com mudanças que darão muito mais força aos políticos que contam com o dinheiro para comprar apoios, correligionários e mandatos.

Vem aí a proposta de Cunha e Calheiros: transformar de vez a democracia brasileira em plutocracia, o poder dos ricos: Voto distrital para o poder legislativo. Cada vaga nas câmaras de vereadores, nas assembleias legislativas e na Câmara Federal será disputada como eleição majoritária. Colada a esta proposta do voto distrital vem também a proposta de manter e aprofundar o financiamento de campanhas eleitorais com dinheiro de “doações” de empresários e empresas.

Em vez da reforma política proposta pela presidenta Dilma Rousseff ou pela sociedade civil, com fim do financiamento empresarial de campanhas e partidos, com o fim da coligação nas eleições para os parlamentos, com o voto proporcional em lista, com a criminalização do “caixa 2”, está em curso a deforma da democracia, encaminhada por Cunha e Calheiros para dar mais poder a quem tem o poder do dinheiro.

Enquanto isso, o bravo povo brasileiro que bate panelas (só vai à própria cozinha se for para bater panelas) contra Dilma, o povo que se paramenta com a camisa da CBF para protestar, esse povo continua com a sua vigília cívica em defesa do Brasil. Dos seus lugares por sua vez, corruptos, sonegadores, agiotas oficiais e achacadores riem baixo e murmuram por entre os dentes: “Bravo! Otários!”

Vereador Paulo Sérgio quer a implantação de novos cursos em Monteiro

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O Vereador Paulo Sérgio ocupou a tribuna da Casa Legislativa José Ferreira Tomé, para propor a realização de duas audiências públicas com o objetivo de discutir a implantação de novos cursos superiores no município de Monteiro. Uma das audiências deverá ser realizada com o IFPB e outra com a UFCG, contando com a participação de estudantes, professores, diretores e a comunidade local.

O Vereador propôs a implantação de cursos de Direito, Engenharia Civil e Medicina Veterinária, pelo perfil adotado pelas instituições em algumas unidades no Estado. Paulo Sérgio lamentou o embate entre o Governo do Estado e a UEPB, que tem prejudicado a implantação do curso de Direito em Monteiro e a construção do campus Pinto do Monteiro.

“Estamos propondo as audiências públicas com o IFPB, que já tem campus no município, na busca da implantação dos cursos de Engenharia Civil e Medicina Veterinária. Já com a UFCG vamos tentar uma extensão do curso de Direito ou na área de Engenharia visando ampliar opções para o nosso povo”, destacou Paulo Sérgio.

A proposta do vereador contou com o apoio dos vereadores de situação e oposição, o que deverá ser marcada uma visita aos órgãos de educação, para o agendamento das audiências públicas.

“É hora de pensarmos no futuro educacional de Monteiro. A união de todos nesse processo de construção, visando a implantação de novos cursos superiores será fundamental para o que almejamos. Lutaremos para a concretização dos sonhos da nossa gente”, concluiu o Vereador Paulo Sérgio.

Estão querendo me 'balear', afirma Lula

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Um dia depois de o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso dizer no programa de rádio e TV do PSDB que “nunca antes na história deste País se roubou tanto em nome de uma causa”, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva rebateu a acusação desafiando o adversário a contar a história da aprovação da emenda constitucional que permitiu sua reeleição.

O petista disse também estar assustado com os ataques que vem sofrendo nas últimas semanas. Segundo ele, o motivo é o medo dos adversários de enfrentá-lo novamente nas eleições de 2018. “Eu estou assustado. Gente do céu! Agora eles já não querem mais atacar a Dilma. Agora eles já estão pensando é que tem que balear o Lula pensando que o Lula vai voltar em 2018. Eu nem sei se vou estar vivo”, afirmou o ex-presidente nesta quarta-feira, 20.

Lula classificou de “bobagem” a fala no programa de FHC sobre a corrupção. “Um homem que foi presidente da República, letrado como ele é, não tinha o direito de falar a bobagem que ele falou ontem (anteontem) à noite. Porque se ele quisesse falar de corrupção precisaria contar para este País a história da sua reeleição”, desafiou Lula, durante um seminário promovido ontem pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), em São Paulo.

Aprovada em 1997, a emenda da reeleição foi alvo de acusação de compra de votos no Congresso por parte do governo FHC. O caso foi arquivado pelo então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, por falta de provas. “Se não quiser dizer para mim, não tem problema. Eu sei como foi. Sente na frente do seu neto e conte para ele”, provocou Lula.

Jogos Escolares e Paraescolares da Paraíba são abertos na cidade de Prata

Reuniões em Monteiro e Campina Grande discutem diretrizes do PPA Democrático

iluminacaomonteiroO Governo do Estado, em uma ação intersetorial entre as Secretarias de Estado do Planejamento, Orçamento, Gestão e Finanças, Secretaria Executiva do Orçamento Democrático, Instituto do Desenvolvimento Municipal e Estadual (Ideme), Grupo de Apoio e de Articulação Governamental (GAAG) e Gabinete do Governador, realizou nas manhãs desta quarta (20) e quinta-feira (21), nas cidades de Monteiro e Campina Grande, mais duas reuniões de planejamento para a elaboração do Plano Plurianual Democrático – PPAD (2016/2019). As reuniões foram realizadas com representantes regionais de movimentos sociais, sindicatos, conselheiros, agricultores, artesãos, gestores, entre outros.

As reuniões de construção das propostas para o PPAD estão acontecendo desde o mês de março paralelamente às audiências do Orçamento Democrático nas 14 regiões georçamentárias e têm o objetivo de agregar contribuições de diferentes regiões do estado para as diretrizes de investimentos do Governo para os próximos quatro anos.

Segundo o secretário executivo do Orçamento Democrático, Gilvanildo Pereira, o PPA Democrático “é um viés inovador para o Estado, com uma discussão ampliada e qualificada para pensar intervenções estruturantes para a Paraíba, que em outros momentos públicos de forma participativa não se teriam condições de discutir”. Ele comentou ainda que “a elaboração deste Plano Plurianual tem pela primeira vez a participação popular e que, certamente daqui a alguns anos se enxergarão os resultados desta construção coletiva”, comentou Gilvanildo Pereira.

A metodologia para a elaboração do PPAD tem sido construída a partir de quatro eixos temáticos: construção de futuro (educação e juventude); sociedade saudável e segura (saúde e segurança pública); crescimento sustentável (desenvolvimento social e econômico) e gestão pública e eficiente (institucional e gestão fiscal).

Para cada região estão sendo apresentados, através de técnicos do Ideme, dados estatísticos específicos das localidades e de suas microrregiões, além de um panorama sobre a realidade estadual. Em Monteiro, este panorama foi apresentado pelo assessor de planejamento do Ideme, Ari Aguiar, que expôs índices populacionais e de desenvolvimento da Paraíba, com foco na educação, saúde, população, segurança e desenvolvimento. “É interessante que a sociedade conheça a realidade da região para poder pensar no que vai sugerir no planejamento do PPAD. É através deste Plano que o governo declara e organiza suas atuações, a fim de executar políticas públicas e a sociedade tem como monitorar o controle dos gastos públicos”, disse Ari Aguiar.

Dentro das prioridades apontadas pelos grupos estão a desburocratização do serviço público, melhorias estruturantes nos serviços de saúde, inclusive com formações humanizadas para os servidores, construção e recuperação de estradas e escolas, recuperação de rios e áreas de proteção ambiental, maior investimento na segurança pública, com instalação de mais delegacias e aumento de efetivo policial, implantação de centros de recuperação de dependentes químicos, entre outros.

As reuniões de elaboração do Plano Plurianual Democrático acontecem até o próximo dia 3 de junho, encerrando o ciclo de 16 reuniões que foram realizadas nas cidades de Cajazeiras, Sousa, Mamanguape, Guarabira, Alagoa Grande, Solânea, Itabaiana, Catolé do Rocha, Pombal, Itaporanga, Patos, Monteiro e Campina Grande. As duas últimas estão programadas para acontecer em João Pessoa (27/05) e na região de Princesa Isabel (03/06).

Saiba mais – O PPA trata-se de um instrumento de planejamento obrigatório para os estados e municípios brasileiros que, através do poder executivo, estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública para um período de quatro anos. A proposta dos seminários é permitir a discussão dos assuntos a serem levados em consideração do PPA-D, por regiões georçamentárias, como forma de ampliar o nível de participação dos diversos segmentos do setor público e da sociedade civil das diferentes regiões do Estado.

A “MEA CULPA” DE RENAN CALHEIROS

Por Simorion Matos

simorionPara ganhar a eleição e garantir a permanência no poder, o PT e o PMDB enganaram o povo brasileiro durante a campanha presidencial. Quem garante isto é o presidente do Senado Federal.

Ao encerrar o encontro com governadores para debater o Pacto Federativo e o ajuste fiscal na última quarta-feira, Renan Calheiros (PMDB-AL), voltou a fazer críticas ao governo que ajudou a reeleger e à presidente Dilma Rousseff. Renan afirmou que o Brasil de 2014 “era apenas para a campanha eleitoral”. Segundo Renan, o Brasil vive hoje “uma dura realidade”, bem diferente.

VALORIZAÇÃO DOS ARTISTAS DA REGIÃO

Na programação do São João de Monteiro 2015 a prefeita Edna Henrique está valorizando bastante os artistas da região.

Além das atrações principais: Dejinha de Monteiro, Vicente Nery e Cheiro de Menina, Limão com Mel, Gatinha Manhosa, Magníficos e Aviões do Forró, passarão pelo palco principal muitos valores regionais.

Antes dos shows haverá diariamente o aquecimento com os grupos de forró pé de serra.

GOVERNO RECUA NO SENADO

A presidenta Dilma já não demonstra muita segurança de apoio no parlamento, para aprovação das suas propostas antipopulares que prejudicam os trabalhadores.

Com o risco de uma derrota, o governo precisou pedir que o Senado adiasse a votação da Medida Provisória que endurece as regras para o pagamento do seguro-desemprego e do abono salarial. Seria a primeira medida do ajuste fiscal analisada pelo Senado este ano. A votação ficou para a próxima terça-feira e a expectativa é que até lá o governo negocie com senadores para conseguir uma maioria segura para a votação.

A MP exige a comprovação de um ano de trabalho em um período de 18 meses para ter acesso ao seguro-desemprego pela primeira vez. Na legislação anterior, era necessário apenas comprovar seis meses para receber o auxílio.

CAJÓ NO PÁREO

Embora não tenha feito ainda qualquer anúncio público, o vice-prefeito Cajó Menezes (PPS) vem sendo apontado como provável candidato à sucessão da prefeita Edna Henrique.

Participando ativamente da administração municipal, o vice praticamente dá expediente no gabinete da prefeita e marca presença em todos os eventos.

Produtor rural, Cajó integra uma tradicional família política monteirense. É neto do ex-prefeito Alcindo Bezerra de Menezes, filho do ex-prefeito Jorge Rafael de Menezes e irmão do ex-vice-prefeito e atual Secretário de Comunicação, Fred Menezes.

UMAS & OUTRAS

O debate entre Antônio de Sousa Nunes e Flávio José
Em 1992, na campanha para prefeito de Monteiro, o grande embate era entre o experiente Antônio de Sousa Nunes (Toinho Albino) e o cantor Flávio José, que estava no auge da sua carreira artística.

Faltavam 3 semanas para a eleição e a disputa parecia muito apertada. Antônio Nunes tinha sido prefeito de 1983 a 1988 e contava com o apoio do então prefeito, Dr. Chico. Flávio José era muito querido como cantor e tinha o apoio da ala jovem do eleitorado.

A Rádio Santa Maria programou um debate para a manhã do domingo, mediado pelo jornalista Ferraz Júnior.

Nas regras do debate foi definido que cada candidato poderia estar acompanhado por um assessor, cujo nome deveria ser informado à direção da rádio com antecedência mínima de 24 horas. O assessor poderia orientar o candidato durante os intervalos, mas não podia se pronunciar enquanto um candidato estivesse falando, nem podia passar informações por escrito.

Toinho Albino escolheu para assessorá-lo este escrevinhador e a coordenação de campanha de Flávio José comunicou que o seu assessor seria o deputado Nilo Feitosa.

A escolha de Nilo agradou muito a equipe de Antônio Nunes, que conhecia o temperamento forte do deputado, que não aceitava provocações.

Na noite do sábado, véspera do debate, juntaram-se: este escrevinhador, o prefeito Dr. Chico, Nal Nunes e o candidato, seu Toinho. A estratégia definida foi, logo no início do debate, provocar Nilo Feitosa para “tirá-lo do sério”, a fim que ele ficasse perturbado e sem condições de orientar Flávio.

A orientação para Toinho Albino era esquecer Flávio José e meter o pau no seu assessor, o deputado Nilo Feitosa.

Domingo, 9 horas. Auditório superlotado e a rua em frente à emissora, cheia de eleitores empolgados. Um carro de som retransmitia o que a rádio estava transmitindo.

Ferraz Júnior ao centro da mesa. À direita, Antônio Nunes acompanhado do seu assessor. À esquerda, Flávio José assessorado pelo deputado.

Feitas as saudações iniciais, Ferraz faculta a Flávio o espaço para fazer a primeira pergunta:

O cantor indagou:

- Ex-prefeito, quando foi prefeito, o senhor nunca pagou o salário mínimo aos funcionários da Prefeitura. Se for eleito, o senhor vai fazer no segundo mandato, do mesmo jeito?
Os simpatizantes do cantor, vibraram. Criou-se a expectativa da resposta.

Toinho Albino, que havia lavado a garganta logo cedo, com 3 doses de whisky na barraca de Vêva, pegou firme o microfone e “bem orientado”, sapecou:

- Esse deputado Nilo Feitosa nunca fez nada por Monteiro. Só faz prometer, é um deputado lagartixa de coqueiro, foi derrotado por Doutor Chico e na eleição de deputado vai perder novamente, deputado derrotado…

Nilo levantou-se pra responder e foi contido por Ferraz Júnior por várias vezes. Na pergunta seguinte de Flávio, o empolgado Toinho deu outra saraivada no deputado.

Os simpatizantes de Antônio Nunes foram à loucura.
Encabulado, Flávio José colocou a mão no queixo e ficou só ouvindo.

Não se sabe até que ponto houve influência do debate no resultado da eleição, mas Toinho Albino derrotou Flávio José. Por quase 2 mil votos.

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